Brasil

VOCÊ TRABALHA PARA OS ANTIFAS E NEM SABE!

A atual situação política brasileira é a prova que a extrema-esquerda domina praticamente todas as instituições privadas e públicas, com exceção de uma pequena parcela do Executivo.

Muitos influenciadores nem mesmo sabem que estão a serviço do movimento Antifa.

A maneira mais fácil de entendê-lo é através da análise da frase atribuída a Voltaire:

“Não concordo com o que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito a dizê-lo”.

Na verdade, a frase foi cunhara por sua biógrafa, Evelyn Hall, para sumarizar o pensamento do filósofo.

A liberdade de expressão é a base do pensamento liberal, seja na sua manifestação esquerdista, como no liberalismo americano, seja no liberalismo clássico inglês, de cunho direitista.

Já a extrema-esquerda busca limitar a liberdade de expressão de quem é considerado “fascista”.

Retoricamente, nazistas e outros fascistas são utilizados como espantalhos para demonstrar o risco de dar liberdade para totalitários se expressarem. Ou seja, usar até mesmo a violência para impedir tais pessoas de exporem suas idéias é um ato de defesa, não de ataque.

O problema é que a definição de “fascismo” para esse pessoal é manipulada para enquadrar qualquer pessoa que não esteja alinhada com a agenda esquerdista nas suas mais variadas formas: anarquismo, socialismo ou comunismo. Se você não concorda com isso, você é um “fascista”.

Para os Antifas, a Civilização Ocidental com as duas democracias representativas e livre mercado capitalista são as expressões máximas do “fascismo”. Esse é o inimigo a ser destruído, para a implementação de um regime socialista “mais justo”, uma sociedade sem classes.

Logo, não há manipulação maior do que atribuir a antifas a defesa da “democracia”, a não ser que seja a visão da extrema-esquerda do regime: um projeto de destruição da sociedade como a conhecemos e a criação de uma nova estrutura social.

O contorno racial da estratégia serve para “provar” a injustiça na Civilização Ocidental. Ou seja, se negros em geral tem uma renda média inferior aos brancos, é porque há racismo sistêmico. A imagem de um policial branco matando um negro seria a “prova” disso tudo.

Dessa forma, como branco, você é automaticamente um racista, mesmo que nunca tenha cometido um ato de racismo na vida, já que por ser branco você seria beneficiário de um sistema opressivo. Nesses termos, a Polícia é odiada pois seria o instrumento de repressão “dos brancos”.

O problema é que eles comparam a sociedade atual com uma sociedade utópica. A forma correta de enxergar a Civilização Ocidental é pelo que ela alcançou em relação a outras formas de organização social ao longo da história. Nesse caso, é inegável os seus benefícios à humanidade.

Sim, houve escravidão na Europa e nos EUA, mas ela foi bandida ao longo do tempo. Sim, houve e ainda há racismo, mas ele diminuiu sensivelmente ao longo do tempo. Sobre violência policial contra negros, várias pesquisas mostram que ele não é sistêmico como pregado.

Nunca na história humana chegamos a um ponto onde tantas pessoas tem tanto acesso à conforto, conhecimento, liberdade e proteção contra o arbítrio. Por outro lado, a visão de mundo antifa levou a milhões de mortes, pobreza e sofrimento inimaginável.

Voltando ao Brasil, observamos a tática de calar qualquer dissenso em relação ao projeto esquerdista imposto ao país. Isso une desde a imprensa, ativistas, artistas, pensadores e outros influenciadores, até juízes e outras autoridades. A ideia é criminalizar os conservadores.

Como afirma o professor Mark Bray, a técnica é aumentar o custo social de expressar qualquer opinião conservadora, seja através do ataque em massa de pessoas comuns, seja através da violência, seja através de censura (privada ou estatal).

Quando um jornalista trata um conservador como “fascista” e assassina sua reputação, ele está usando essa tática. Quando se montam gabinetes de ódio na internet para difamar conservadores com milhares de posts, essa é uma tática antifa.

Quando o Congresso abre uma comissão para investigar conservadores, com claro objetivo de censurá-los com a criação de uma lei, sob a desculpa de combater “fake news”, essa é uma tática antifa. Quando a própria justiça abre investigação ilegal para perseguí-los, também.

Se cria um discurso de ódio contra conservadores, com a formação de uma espiral de silêncio e medo. É contra violência e destruição nas ruas? Só pode ser “racista”. Empresário apoia conservadores? Será perseguido e perderá seu negócio.

É um professor de perfil conservador numa escola ou universidade? Não conseguirá evoluir na carreira e será expulso na primeira oportunidade. É um jornalista não alinhado? Será boicotado pelos próprios colegas. É um juiz não esquerdista? Nunca será um desembargador. É um advogado conservador? Nunca terá um cargo na OAB. É um funcionário público que não defende ideais esquerdistas? Dificilmente conseguirá promoções.

Isso tudo gera uma pressão social e até mesmo pragmática para a adequação ao consenso esquerdista. Muita gente acaba se calando e agindo como um esquerdista para ter uma vida mais fácil e poder evoluir na sua carreira. É exatamente dessa forma que ditaduras brutais foram criadas.

Lembre, o objetivo manifesto desse pessoal não é corrigir eventuais injustiças da nossa Civilização. Ela estaria irremediavelmente perdida e precisa ser DESTRUÍDA, para a construção da utopia igualitária IMPOSSÍVEL. Já vimos esse filme antes, e não foi nem um pouco bonito.

Só resta aos conservadores, ou mesmo aos liberais, tomarem conhecimento do tamanho da ameaça e se organizarem para lutar nessa guerra, que se apresenta em escala global. Se eximir dessa responsabilidade É ESCOLHER UM LADO, o da destruição da sociedade.

O mais chocante disso tudo é observar juízes defendendo manifestações antifas, pois o movimento considera a própria Justiça como o principal instrumento de opressão das minorias, sendo a Polícia a executora dessa opressão. Esses juízes estão defendendo o fim da própria Justiça.

Autor: Lendro Ruschel, membro do Conselho de Administração do Movimento Avança Brasil

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