Brasil

Aumento da pobreza começou em 2010 e não parou de crescer desde 2015 nos governos Lula, Dilma e Temer, afirma IBGE

O percentual de crescimento da pobreza de 2010 a 2018 foi de 25%, o maior registrado desde que o IBGE começou a analisar o impacto da pobreza há meio século.

O Brasil sofreu com recessões gigantes nas últimas duas décadas. Ainda se recuperando do último tombo na economia, país perdeu lugar para ‘potências’ com Costa Rica e Suriname nos rankings de renda per capita.

E não é só nesse relatório que o Brasil se deu mal. Os dados do FMI apontam uma redução da renda per capita de 5% entre 2014 e 2017 e a queda de oito posições no ranking. Aqui, o Brasil foi ultrapassado por países como o Suriname, a Sérvia e o Turcomenistão.

Em nove anos, caiu o percentual de famílias brasileiras que têm renda mensal superior a seis salários mínimos e aumentou o número delas que vive com menos do que esse valor.

Os dados são da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), divulgada nesta sexta (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa mostra ainda que 2,7% das famílias brasileiras concentram 19,9% da renda. Outros 23,8% vivem com menos de dois salários mínimos por mês, em um sinal de que a desigualdade de renda permanece grande no país.

Por IBGE assessoria.

Vick Bacon, Jornalista e Influenciadora.

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Insta: @vickbacon

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