Brasil

A ARGENTINA NÃO TEVE UM OLAVO E UM BOLSONARO PRA CHAMAR DE SEU

O que está acontecendo na Argentina é o resultado de terem eleito lá um “Amoedo” ao invés de um “Bolsonaro”. O discurso social democrata não vence a esquerda e por isso sempre anda colado à ela, fazendo parte dela.

Estivemos muito perto de ver o mesmo acontecendo aqui. É também resultado de nossos “hermanos” lá não terem um grande formador da alta cultura (destruída pela esquerda) capaz de produzir as faíscas com o potencial de acordar o povo do estado dormente e teleguiado, propositalmente imposto por um governo que corrompeu a mídia para controlá-lo e assim manter-se no poder.

É PRIMORDIAL que todos brasileiros entendam isso, e, lembrem-se que a esquerda está muito forte e espalhada no “centro” e nos “liberais”, sendo essencial que ambos não vençam o próximo pleito de 2022, pois será um retrocesso gritante, anulando todo o avanço que logramos até o momento. A sorte pode não bater duas vezes à nossa porta, para termos um novo guerreiro “à la Bolsonaro”, disposto a lutar pelo nosso país.

CHEGA DE DIREITA LIMPINHA, que não estuda e por isso não percebe que estamos em uma guerra psicológica e espiritual gigante (do bem contra o mal mesmo!) e que, ao repetirem clichês como “direita e esquerda não existem”, ou que “o presidente não deve se envolver em “polêmicas”, ou que o presidente precisa “trabalhar mais e falar menos”, está justamente abraçando cegamente o discurso politicamente correto que justamente fez nosso país chegar ao caos em que chegou.

Agora é FOCO, UNIÃO, e de CHEGA DE MIMIMI para qualquer coisa que o Presidente fale ou faça.

Pensar é de graça, e se não o fizermos, seremos facilmente cooptados por discursos falsos de “equilíbrio”, quando no atual momento, o equilíbrio é um mero disfarce para que se mantenham no controle os que até 2018 no controle estiveram, e que até hoje resistem a deixar o poder.

O momento é de quebra total de práticas e pensamentos hegemônicos, inclusive aqueles que não percebemos e por conseguinte, apoiamos sem pensar.

Que a Argentina nos sirva de lição para que em 2022 reforcemos nossa opção pela direita raiz!

Otavio Fakhoury, empresario e ex-executivo do mercado financeiro, onde atuou por cerca de 19 anos, tanto em São Paulo como em Nova York. Anteriormente, atuou como Diretor Responsável por Renda Fixa pelo Lehman Brothers do Brasil, Banco Merrill Lynch Brasil, Trader e Vice Presidente Assistente do Citibank. Graduado em Administração de Empresas com especialização em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas-SP-EAESP. Membro do Conselho de Administração do Movimento Avança Brasil

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