Brasil

APROVAÇÃO DE BOLSONARO É MAIOR DO QUE AFIRMAM PESQUISAS TRADICIONAIS

O mais recente levantamento realizado pela agência de dados MrPredictions aponta que a aprovação do Presidente Jair Bolsonaro seria de 54%, ao contrário dos 33% divulgados por institutos tradicionais de pesquisa de opinião. A avaliação da agência é feita com base no Coeficiente Digital, uma ferramenta desenvolvida pelo grupo que acertou com precisão inédita diversas eleições pelo mundo.

O método inovador têm se mostrado muito superior à pesquisa de opinião tradicional, obtendo números mais próximos do resultado final em diversas disputas eleitorais. Esse foi o caso, por exemplo, das eleições americanas em 2016, quando análises do grupo apontavam a vitória de Trump, contrariando pesquisas que indicavam Hillary como a ganhadora da disputa.

Nas eleições brasileiras de 2018, o fenômeno se repetiu quando, na disputa para o governo de São Paulo, os métodos tradicionais divulgaram em sua pesquisa de boca de urna vantagem para o candidato Márcio França (PSB), enquanto o MrPredictions previu corretamente a vitória de João Doria (PSDB). O método que utiliza o Coeficiente Digital também foi aplicado nas eleições presidenciais no Paraguai em 2017, onde obteve resultados semelhantes.

Essa disparidade ocorre em função da defasagem da metodologia utilizada nas pesquisas tradicionais, desenvolvida na década de 50. As técnicas utilizadas pela MrPredictions, por sua vez, utilizam inteligência artificial para mensurar os fluxos digitais, e assim determinar qual seria a expressão digital da figura avaliada, nesse caso, o presidente.

No caso da avaliação do governo brasileiro atual, a disparidade de quase 20% encontrada tem um motivo além da questão técnica. A baixa popularidade de Bolsonaro indicada pelos métodos tradicionais de pesquisa ocorreria em função de como estes optam por divulgar resultados de suas pesquisas de opinião.

Quando dadas aos participantes a opção de avaliar um governo como “ótimo”, “bom”, “regular”, “péssimo” e “ruim”, a aprovação seria obtida a partir da soma das avaliações “ótimo” e “bom”, sem considerar, porém, que uma parcela do “regular” ainda aprovaria mandatário em questão.

Os institutos de pesquisas e a mídia tradicional determinam como critério de “avaliação positiva” a soma do “ótimo + bom” das pesquisas, sem considerar que uma parcela do “regular” acaba migrando para a aprovação do mandatário.

 

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