Bolsonaro: o Trump brasileiro; Dória: o Macron brasileiro; Ciro: a opção da extrema esquerda

Bolsonaro: o Trump brasileiro; Dória: o Macron brasileiro; Ciro: a opção da extrema esquerda

Quando Trump venceu as eleições ano passado, Bolsonaro prontamente entrou em contato e se definiu como o Trump brasileiro. Há paralelos. Ambos têm conquistado fatia considerável da população com um discurso nacionalista contra as ideologias globalistas e comunistas. Ambos têm insistido numa luta intensa contra as políticas marxistas implantadas mundo afora em diversas democracias ocidentais. As semelhanças param por aí.

Lula: o acumulador de provas

Lula, o acumulador de provas

Lula é um acumulador de provas. Não são apenas indícios, como querem dizer os esquerdistas. As provas sobre o sítio, sobre o apartamento do Guarujá e outras tantas ainda são poucas. Ainda há diversas outras provas e delatores prontos a dizer a verdade. Restará aos brasileiros conseguir digeri-las.

A solução para a corrupção é uma nova constituinte

É preciso que o povo brasileiro se reúna numa nova constituinte para construir uma república de estados unidos brasileiros, uma república federalista plena.

Não há como escrever a palavra corrupto sem PT. Não por acaso, na lista do Janot há alguns notáveis petistas. Porém o que mais aflige aos brasileiros neste momento é o fato do PT poder continuar se financiando de dinheiro desviado ainda não recuperado. A verdade é que a solução para isso não é nada simples: precisamos de uma nova constituinte.

Federalismo é o verdadeiro legado da maçonaria

O federalismo foi o verdadeiro legado da maçonaria

Não foi a Revolução Francesa, que criou a república da França, a revolução maçônica de fato. Foi, na verdade, a Independência Americana a origem da reorganização de governo em que os maçons mais trabalharam. E foi a Revolução Americana que, na verdade, inspirou a Francesa.

Os intervencionistas, o positivismo e a solução federalista

Intervencionistas: o Brasil não precisa de mais tiranos no poder.

O Brasil tem solução, sim. E a intervenção tem de ser do povo, pelo povo e para o povo. Jamais comandada por elites vermelhas ou elites aquarteladas. O Brasil só terá ordem e progresso quando tiver Liberdade, Igualdade e Fraternidade. E já não há mais espaço para desinformação e equívocos.