Editorial

O BRASIL E O FIM DA ESCRAVIDÃO PELA ESQUERDA

EDITORIAL

O fim da escravidão pela esquerda

Após divulgação por jornalistas de extrema esquerda de conversas de Sérgio Moro e do MPF, desmascararemos, nesse editorial, a agitação e propaganda promovida por eles. Primeiro com um pouco de história recente.

Em 2014, após Dilma ser eleita, muitos brasileiros perceberam que livrar-se da esquerda seria muito difícil. Após mais uma eleição em que praticamente não existiam candidatos de direita, vencia o partido que tinha mais força na esquerda no momento. O PT, aliás, só foi eleito a partir de 2002 com a anuência do então líder esquerdista Fernando Henrique Cardoso.

O plano de Lula não era de um governo de oito anos. Era um plano de 20 anos, alternando com José Dirceu e voltando para os 4 anos finais até 2022. Porém, com a prisão de José Dirceu por causa do mensalão e, posteriormente, por causa do petrolão, só restou a Lula tentar outra líder da esquerda terrorista do período do regime militar: Dilma Rousseff.

Até então, Dilma era uma “gerente competente”. Talvez seria a política perfeita para cumprir a tabela dos 8 anos de que Lula precisava para ser candidato em 2018. Mas surgiu a Lava Jato e o petrolão ficou evidente. Lula acabou sendo preso e o seu plano foi para o buraco.

A esquerda passou a ter novos inimigos. Sérgio Moro, com sua postura contra a corrupção passou a ser um deles. Bolsonaro, com seu discurso conservador no congresso e com votações para deputado cada vez mais expressivas passou a dar voz a uma direita que já não existia na consciência dos brasileiros.

O povo começou a ir às ruas já em 2013, é verdade, mas foi em 2015 que uma massa de brasileiros ainda disforme, sem saber direito que ideias defender, começou a perceber que seria uma boa ideia se livrar de uma esquerda tirana. Era o início do fim da escravidão que a esquerda queria impor aos brasileiros. Era um golpe no fígado de uma esquerda que imaginava que o adversário jamais a atingiria. Um golpe da qual a esquerda ainda não se recuperou.

A era da justiça quebrou os grilhões que amarravam os brasileiros

Exatamente por fazer tudo de maneira correta, o MPF, a PF de Curitiba e Sérgio Moro conquistaram os brasileiros. Por meio de processos claros, investigações bem feitas e revelações inéditas, aos poucos os brasileiros foram percebendo o grande esquema de escravização imposto pelo PMDB, PP, PSDB e PT. O eixo do mal da esquerda, com seus políticos corruptos, foi ruindo aos poucos. Políticos de todos esses partidos passaram a sofrer as consequências de suas ações. Era uma era de ouro para o brasileiro, que sentia, após a crise econômica que iniciou em 2011, que talvez fosse o fim de um longo processo de tirania.

Bolsonaro continuou ganhando mais notoriedade. Sérgio Moro deu a ele ainda mais relevância. Sobretudo quando ele mesmo devolveu dinheiro do petrolão que o seu partido teria depositado em sua conta. Após ter sido eleito, a esquerda percebeu que precisava mudar de tática. Era o momento de tentar tudo o que a esquerda americana, na figura do Partido Democrata, vinha fazendo desde 2016 contra o Trump, também uma surpresa no plano dos Democratas de ficar 16 anos no poder, imitando a era de Frank Delano Roosevelt com seu keynesianismo e alívio contra os fascistas da esquerda da Europa, China e Rússia.

Ainda financiada pelos metacapitalistas como George Soros e outros, os esquerdistas passaram a investir nas estratégias identitárias. Grupos que antes nada tinham a ver uns com os outros, como LGBT, feministas, “antifas”, black blocs, universitários de centro acadêmico e outros passaram a se revezar em passeatas contra o novo governo. Tudo para evitar que reformas, como a da previdência, sejam aprovadas e comecem a tirar o Brasil do buraco, o que daria ainda mais força ao governo Bolsonaro.

Em paralelo, Bolsonaro não pegou leve. Demitindo diversos funcionários comissionados alocados nos cabides criados pelos esquerdistas, o presidente ainda tem planos de privatizar e fechar empresas estatais que não dão resultado algum. Isso tudo significa que a esquerda pode perder ainda mais do que já perdeu. Acendeu o sinal de alerta. Era preciso apelar.

O ataque hacker e as provas ilegais em conluio com a esquerda global

Esse ano, em 2019, após longa batalha entre o governo Putin e os criadores do Telegram, finalmente os criadores abriram mão dos ideais de privacidade que tinham sobre o seu aplicativo e deixaram o governo russo obter informações. O Telegram, até então uma alternativa segura ao WhatsApp, deixou de ser confiável e começou a dar brechas para que governos pudessem ter acesso à informação trocada pelo aplicativo.

Caracterizado por permitir que mensagens e conversas fiquem numa nuvem, em vez de só no aparelho das pessoas como o WhatsApp, hackers aproveitaram uma brecha e obtiveram informações trocadas por membros do Ministério Público e Sérgio Moro. Na verdade, nenhuma das mensagens trocadas aparentam ser um grande problema ou mesmo causar demérito ao juiz. Isso pouco importa. O que importa para os esquerdistas é a questão da narrativa. Era preciso criar um causo para dizer que a prisão dos corruptos era mera política, e não investigação criminal.

A esquerda segue tentando apelar. Criam situações, como a questão do contingenciamento na educação, para provocar o caos. Tudo para o que realmente importa não seja discutido. Para tirar da pauta temas importantes, como a privatização, a reforma da previdência, reformas educacionais relevantes, dentre outras. O objetivo, é claro, é não deixar o governo Bolsonaro agir. Atacando Paulo Guedes, Sérgio Moro, Bolsonaro e até mesmo o Olavo de Carvalho.

Tudo isso contando com a ajuda da esquerda global, formada pelo bloco eurasiático da China e da Rússia, além de contar com o apoio de George Soros e de outros riquíssimos capitalistas disfarçados.

Não iremos sequer mencionar o portal ou o jornalista além da foto de destaque dessa matéria porque ele não merece a nossa atenção. Tiranos devem cair no ostracismo. Ainda mais quando promovem o famoso “agitprop”, ou seja, agitação e propaganda.

Com a nova lei geral de proteção de dados prestes a entrar em vigor, ficará cada vez mais difícil para a esquerda apelar para a estratégia de vazamento de ataques hacker. Eles serão devidamente responsabilizados e multados a ponto de quebrarem se seguirem por esse caminho. E merecem tudo o que vem pela frente para desmascará-los.

A solução é construir narrativas conservadoras que destrocem a esquerda

Porém o povo brasileiro já percebeu que essa guerra de narrativas convém à esquerda. A solução, portanto, é construir novas narrativas. Portais como o do Avança Brasil e outros já vêm oferecendo visões alternativas de informação. Manifestações públicas com alta visibilidade, novos influenciadores no YouTube, novos conteúdos sendo gerado em várias plataformas vêm permitindo que o povo se manifeste com suas ideias.

A maioria do povo brasileiro é de direita, é conservador, é contra o aborto, contra a tirania e a favor de uma república decente. É uma realidade que havia sido calada pela esquerda, que conseguiu construir uma unanimidade em universidades, meio artístico e de comunicação gerando uma espiral do silêncio, que calou as bocas das famílias brasileiras, em sua maioria formada por cristãos.

Para continuar lutando contra essa tirania deslavada, é importante que a direita siga construindo narrativas de oposição. Não podemos dar crédito às vozes que a esquerda ecoa. É preciso reduzir a audiência das vozes esquerdistas e usar contra eles mesmos o seu próprio jogo. É necessário levar a voz da tirania para o ostracismo e continuar construindo a nossa narrativa. É dessa forma que deixaremos de dar bola e de nos incomodar com as mentiras da esquerda para poder, de fato, construir a potência global que é, afinal, o destino do Brasil.

Portanto, seja bem vindo ao portal do Avança Brasil. Acompanhe as notícias em nosso portal e deixe de ler os jornalistas formados em faculdades dominadas por professores propagandistas de partidos radicais de extrema esquerda. Deixe de se importar com portais como o Intercept, Brasil 247 e outros da esgotosfera da tirania. Está na hora de levar a sério a nossa própria voz em vez de nos calarmos. Está na hora de calar os que sempre nos censuraram com a verdade. E você verá: será o fim das narrativas esquerdistas, das mentiras e das estratégias cheias de ilegalidade que querem nos empurrar.

Está na hora do Brasil ser o que ele é: conservador, cristão, e a favor da liberdade.

 

2 Replies to “O BRASIL E O FIM DA ESCRAVIDÃO PELA ESQUERDA

  1. Está análise é uma palhaçada. Quem começou a vazar conversas telefônicas e watshap foi Sérgio moro. Dois pesos, duas medidas ? É este o conceito de justiça que o pessoal de direita prega? Já sei o que vocês vão responder: que sou comunista, anticristo, etc… Parem com isso. Apresentem argumentos inteligente. Não se combate corrupção via prática da ilegalidade e do desrespeito à constituição Federal. Não se crime cometendo crimes.

    1. O seu analfabetismo é prova do que queremos dizer aqui. A esquerda quer que brasileiros sejam ignorantes como você para que ninguém consiga entender as diferenças entre uma investigação formal e um ataque de hackers usado como propaganda. As mensagens trocadas pelo Moro e o MPF não têm nada demais. São apenas prova de que há gente que trabalha no Brasil. Já as mensagens da Dilma, do Lula e outros provam que essas pessoas só estão interessadas em trabalhar por um projeto de tirania disfarçada de combate à pobreza. Compare o que foi divulgado pela Lava Jato com essas mensagens e entenda você mesmo a gravidade das coisas. Aproveite e leia mais para sair dessa situação de analfabetismo para evitar ser escravizado por ideologias fanáticas e radicais.

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