Brasil

PAREM DE ACREDITAR NAS FAKE NEWS

Não há qualquer projeto de emenda constitucional no Senado para estabelecer parlamentarismo ou para revogar mandato presidencial em tramitação, como dizem as reportagens que estão postando por aí. Essas ditas reportagens ainda chegam ao absurdo de dizer que “Davi Alcolumbre é simpático à medida”, que será avaliada “dependendo do resultado das manifestações de hoje”.

Com efeito, sabemos exatamente quem são nossos inimigos, e temos que combatê-los com toda a veemência.

Mas se vocês, meus caros amigos da Direita, ficarem repetindo igual papagaio mentiras contadas pela mídia esquerdista e canalha, caindo nas armadilhas da desinformação, fica difícil mesmo!

Contudo, mesmo sendo totalmente falsa a notícia, aprendam algo, que nem os criminosos da mídia que espalham essas notícias falsas sabem: ainda que existisse de fato uma PEC nesse sentido, de mudar mandatos presidenciais ou regime de governo, caso ela fosse aprovada não atingiria o Governo de Jair Bolsonaro. Ela valeria apenas para as próximas eleições, em 2022.

É que no Direito Eleitoral vigora o princípio da anterioridade, que estabelece que as regras que alterem o sistema só valha para as próximas eleições. Por questão de segurança jurídica, a “regra do jogo” não pode ser alterada no meio do mandato, para o eleito (e o eleitor) não ser pego de surpresa com a mudança do sistema.

Assim, para os amigos que se impressionam com terrorismo midiático, entendam por fim que não há como modificar as regras do mandato de Jair Bolsonaro.

Sabemos que ele é odiado pela mídia e pela esquerda. Sabemos que farão de tudo para provocar crises e para retirar a legitimidade do seu governo. Sabemos que contarão mentira em cima de mentira, tentando provocar desgastes.

Sabemos disso.

Mas a verdade é que todos nós que votamos em Jair Bolsonaro e o elegemos podemos bater no peito e dizer a mesma coisa que Zagallo: “vocês vão ter que me engolir”.

Portanto, por favor, meus prezados Direitistas, parem de acreditar na mídia, pois ela mente, e acreditem em mim, que posso não me chamar Olavo, mas também tenho razão.

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