É melhor já ir se acostumando: o conservadorismo é a nova contracultura #ForcaBolsonaro

O conservadorismo é a nova contracultura

EDITORIAL

#ForcaBolsonaro

É melhor já ir se acostumando: a nova contracultura é o conservadorismo 

Quer prova maior de que o conservadorismo é a nova contracultura do que o atentado a facada contra Jair Messias Bolsonaro? No passado recente, como se vê na tentativa ilusória de transformar o regime militar em ditadura militar, os esquerdistas criaram uma narrativa de que eles eram a contracultura e que eles eram perseguidos pela ortodoxia. Eles eram os diferentes, os sonhadores e pescadores de ilusão. O resto do mundo era reacionário, conservador e careta.

Com esse discurso, aos poucos, a esquerda conseguiu o que queria. Uma hegemonia nas escolas, universidades, na política, nos sindicatos, nas artes e, principalmente, na mídia. A esquerda dominou todas as pautas e fez com que o Brasil se tornasse, efetivamente, um país socialista.

A armadilha da constituição de 88 deixou brechas para que presidentes em longos mandatos, reeleitos e eleitores de postes como foi Lula, indicassem quem bem entendessem para os cabides de emprego. O Brasil tornou-se um país fascista, pois, na prática, Lula indicava quem queria para a Suprema Corte e acabou formando uma maioria hegemônica. De outro lado, comprava o congresso e controlava o poder Legislativo.

Ora, fascismo é exatamente um tipo de regime onde o Executivo controla os demais poderes. Que é a essência do socialismo, diga-se.

Ser conservador, portanto, passou a ser lutar contra essa hegemonia. Esse editorial falará dessa nova batalha transgressora da humanidade que é o conservadorismo.

O atentado a Bolsonaro e a tentativa de calar a direita, a nova contracultura

Poucas semanas após empresas como Twitter, Facebook e Google terem censurado diversas páginas conservadoras na internet aqui e no exterior, Bolsonaro foi atacado a facadas. O objetivo era matá-lo, ou ao menos excluí-lo da campanha por um bom tempo. A tentativa de calá-lo, no entanto, irá torná-lo ainda mais forte. Com zero de tempo de horário eleitoral, um candidato que sofre um atentado ganhará horas e horas de mídia nos próximos dias.

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O Brasil vem sangrando faz tempo.

Todas as suas propostas acabarão sendo revistas e consideradas. O porte de armas, aliás, que é defendido por Bolsonaro como solução contra a violência, não é só isso. É muito mais. É uma forma do povo defender a sua propriedade privada, inclusive do próprio governo. Esse princípio é o que rege o artigo segundo da Constituição Americana. O direto às armas para o povo é princípio basilar da constituição, já que é símbolo claro de que é o povo que controla o governo, e não o contrário.

O fato de Bolsonaro ter sido esfaqueado, e não sofrido um tiro, é simbólico. Afinal tentativa de homicídio não é algo que se faz exclusivamente com armas de fogo. A defesa com armas de fogo contra quem está querendo te esfaquear é plenamente válida. Mas não há como evitar a aproximação de quem quer te esfaquear numa situação de surpresa como a que o Bolsonaro estava.

É óbvio que é possível se defender de armas brancas com artes marciais, por exemplo. Porém isso não é para qualquer um. E quem conhece o assunto sabe: é muito mais fácil de ser ferido de forma mais grave por armas brancas do que por armas de fogo. Facas são mais sujas do que balas, causam danos mais profundos e suas feridas levam muito mais tempo para curar do que a de um tiro de pistola comum. Como pode o cidadão comum sequer pensar em defender-se de facas se precisa defender-se de tiros de fuzil?

A nova contracultura: do hippie ao conservador

Após um século 20 em que o grande vencedor foi o pensamento de esquerda totalitário, o a contracultura do século 21 passou a ser o conservadorismo. O hippie, fruto do marxismo cultural, é um dos maiores exemplos de globalização de ideias de imbecilização. Toda forma de tirania começa com o retardamento da população. A aceitação de que fazer coisas absurdas é absolutamente desejável.

O que vemos na cultura hoje é a total destruição dos costumes. E não se trata de bobagem deixar de perceber que o destino dos povos depravados é a sua própria destruição. A bíblia, que é um conjunto de livros que serve de documento histórico, conta diversas histórias onde exatamente isso acontece. Por que ninguém diz nada sobre o assunto sobre essas tristes coincidências? Fatos primordiais e proféticos, pois são ensinamentos de erros que não deveriam ser sequer mais cometidos. E são.

Mas quem está sendo avisado, é melhor não olhar para trás. O conteúdo desse editorial é intensamente escrito, num momento simbólico da história de nosso país. País esse que foi, afinal, idealizado por maçons, mas realizado por imbecis e tiranos

Esse relato da verdade é, afinal, missão maçônica. Não de maçons, mas de todo brasileiro que concorda, afinal, que o melhor destino dos homens é decidido quando há liberdade de agir e tranquilidade para sobreviver. Não iremos aqui escrever meias verdades, como se lê na imprensa comum. Pois a verdade é inevitável e ela tem muitos nomes. Assista o vídeo abaixo de 2017 e veja como estamos vivenciando isso em 2018 no Brasil com grande precisão.

A verdade é que o Brasil não escapou da hegemonia cultural até a chegada da nova contracultura do conservadorismo

Quando a República foi criada no primeiro golpe militar real da história do país, em 1889, pelo maçom Deodoro, sendo seguido pelo maçom Floriano, o plano havia sido delineado com grandeza. Estudantes do simbolismo, os maçons que chegaram ao poder naquela época imaginaram uma federação aos moldes da americana. A influência de 1776 era a que inspirava 1889. Era o plano para algo que se pensava como “Estados Unidos do Brasil”.

A ideia, inclusive, é explícita no México, onde o federalismo também foi implantado nos moldes dos ideais republicanos que nasceram em 1776 e acabaram sendo definidos mais tarde, entre os americanos, após a Guerra Civil. Definidora da história americana, no fim venceu a democracia. As pessoas possuem muita liberdade e, ao mesmo tempo, concordam com as leis que permitem essa liberdade e a convivência adequada. Com o devido controle diante do governo, que, por sua vez, é controlado pelo povo, e não o controla.

Tanto é verdade que o sistema americano é protegido até mesmo da mídia. O americano se informa de maneira objetiva sobre os políticos em que acredita e acompanham o que ele faz pela imprensa. Não importam se falam mal ou bem, mas quando a imprensa se esforça em falar mal de Trump, mesmo sendo ele o presidente eleito que mais tem feito a economia crescer em todos esses anos, fica mal até mesmo para os jornalistas. Por lá, emissoras como a CNN já não têm mais credibilidade. Algo similar com o que ocorre com a Globo News no Brasil.

A mídia brasileira, realmente perdida como sempre, ainda não percebeu que se tornou uma alternativa. Com Netflix, Amazon Prime, YouTube, Vimeo e outras plataformas disponíveis nas SmartTVs modernas, fica difícil competir. A Globo se tornou obsoleta, ou apenas uma alternativa antiquada para a geração conservadora da nova contracultura. A tentativa de ganhar importância novamente é absolutamente rechaçada com vídeos como o de abaixo. Diante dos bilhões recebidos pelos governos, resta saber que tipo de gente crescerá acreditando na mídia diante de tão flagrantes exemplos de insensatez.

A primavera brasileira de outubro de 2018

Educação à distância, homeschooling e escolas militares são exemplos de soluções para lugares com problemas de violência e crimes. Verdades como essa não estão sendo ditas na grande mídia, porém ecoam nas redes sociais. São canais como Terça Livre, personagens como Danilo Gentili, Joice Hasselmann, Felipe Moura Brasil, Bernardo Pires Küster, Nando Moura, Reaçonaria. Há também Brasil Paralelo, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, O Antagonista e outros exemplos de mídia alternativa que vêm crescendo no Brasil e ganhando a confiança do povo brasileiro.

Do contrário, no passado, em situações como a das eleições presidenciais, a cobertura dependeria basicamente do que a TV Globo e suas afiliadas reproduzissem. O monopólio da comunicação morreu com a internet. E chegou a era dos novos influenciadores.

Em 2015, Olavo de Carvalho, em entrevista com os maçons do Avança Brasil, já recomendava o aparecimento de novos influenciadores, portais e comunidades para fazer frente às forças hegemônicas dos comunistas. Impostas como hipnose na programação neurolinguística dos brasileiros desde a tenra infância, muitos só começaram a se libertar mesmo foi com o advento da internet.

Uma primavera brasileira está à vista? Justamente na primavera. Em outubro de 2018, brasileiros irão às urnas mais dispostos e preparados para um novo país. Um país onde o federalismo seja finalmente implantado. Uma força em que haverá mais Brasil e menos Brasília. E é a força que o Avança Brasil, nesse editorial, apoia.

Essa força é Jair Messias Bolsonaro. O candidato a presidente que hoje representa os anseios brasileiros, diante de uma globalização cada vez mais intensiva. Caberá a nós mesmos construir um novo país. E este novo país, cada vez mais inspirado nos ideais da Independência Brasileira, comemorada hoje, dia 7 de setembro, e da Proclamação da República, em 1889. Ideais de uma nação grandiosa, formada de muitas culturas regionais e dotada de grande riqueza em seu solo e na sua gente.

Está na hora do Brasil ser mais brasileiro. Do que nunca.

Dia 7 do 10 é 17. Para por o fim no Teatro das Tesouras.

E, como não podia faltar, um vídeo símbolo da esperança que Bolsonaro representa. Bolsonaro não morreu. E o Brasil também não. O Brasil, como Bolsonaro, sangra. Mas não está morto.

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