Intervenção no RJ: quem intervirá na ideologia?

Intervenção no RJ: quem intervirá na ideologia

EDITORIAL: A intervenção no Rio de Janeiro

Os membros do Movimento Avança Brasil, inclusive os membros do Rio de Janeiro, estão falando há muito tempo da importância de um reajuste nas políticas brasileiras. O fim da possibilidade do cidadão comum possuir uma arma fez com que apenas bandidos e o Estado pudessem se armar. Isso era óbvio. Com o tempo, naturalmente, a origem da bandidagem carioca iria se manifestar. Com ideologia esquerdista grassando nos morros cariocas desde a sua origem, caberá a esse editorial lembrar alguns fatos importantes. Intervenção na segurança não funcionará sem intervenção na ideologia.

Muito do crime organizado do Rio de Janeiro é fruto do trabalho contínuo do Comando Vermelho. Resultado da união, na prisão de Ilha Grande, Angra dos Reis, de presos comuns a presos políticos socialistas, o Comando Vermelho nada mais é do que a ideologia comunista em ação.

O banditismo no Rio de Janeiro passa por uma cultura altamente sexualizada, uma vida de ostentação de riquezas obtidas pelo crime, e uma ideologia de que fazem “o bem” assaltando as pessoas da “elite” carioca de um lado e drogando-a do outro.

A intervenção dificilmente pode dar certo a essa altura. Não se trata de combater apenas políticos armados. É preciso combater a ideologia que, no fim, deu origem ao atual estado de coisas. Livros seriam muito mais efetivos do que tanques. Porém os tanques devem ser tentados, ainda que os bandidos do Rio tenham acesso a armamentos anti-tanque.


Os acertos do Avança Brasil quanto ao presidente Donald J. TrumpO Portal do Movimento Avança Brasil foi um dos primeiros portais a cravar a vitória de Donald Trump nas eleições americanas. Acertamos também que ele ajudaria a economia americana com reformas liberalizantes, reduzindo impostos e otimizando a economia. O desemprego diminuiu muito e agora os Estados Unidos estão experimentando um dos melhores momentos de sua história.

Porém isso não foi obtido sem esforço. Forças da esquerda global estão unidas para combater Trump, seja espiritualmente, seja com fake news, ou até mesmo com denúncias falsas e investigações sem sentido.

A imprensa brasileira comporta-se de maneira absolutamente alinhada à imprensa esquerdista americana. Não há ainda meios de comunicação que estejam tratando dos assuntos com sinceridade. As redações brasileiras estão infestada de ideologia e à ideologia esquerdista têm servido de maneira inconteste.

Porém, caberá ao Movimento Avança Brasil continuar em sua toada de dizer a verdade. Trump está sendo bom para os Estados Unidos e, por consequência, ao Brasil. Ao criar novas possibilidades de crescimento ao seu país, os EUA devem consumir ainda mais produtos do exterior, o que pode ajudar as economias que estejam atentas à essa realidade. Torçamos para que um futuro presidente brasileiro consiga perceber melhor esse momento.


2018: o ano em que ninguém acreditará no resultado das eleiçõesA verdade é que ninguém acredita mais nas urnas eletrônicas. Esse senso, agora comum, acaba com a credibilidade do TSE e de outras instituições responsáveis pela lisura das eleições.

O brasileiro irá votar por obrigatoriedade. Mas mais de 70% dos brasileiros já têm noção de que as urnas têm software de uma empresa venezuelana, não imprime comprovantes de votos que possam ser checados e já foi testada por hackers, que as invadiram com facilidade mesmo com conexão sem fio.

O que o brasileiro sabe é que não há possibilidade de elegermos candidaturas alinhadas com projetos globalistas, sejam eles da ONU ou alinhados ao comunismo russo-chinês. Ou mesmo alinhados com o projeto globalista islâmico.

Candidaturas nacionais serão uma exigência do Movimento Avança Brasil para darmos nosso apoio. Apoio à nossa agenda, do fim do desarmamento, de federalismo e outros temas importantes também será exigido. Quem poderá nos acompanhar nesse caminho? Certamente os políticos honestos e potenciais novas caras que possam trazer novos caminhos. O Brasil não pode ser para sempre um país atrasado. Com a palavra o membro do Avança Brasil Luiz Philippe de Orleans e Bragança:

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