A desmoralização do Ocidente

A desmoralização do Ocidente é como um efeito dominó: ao desmoralizar as primeiras peças, todas as outras caem na sequência.

EDITORIAL

A desmoralização do Ocidente

Desde que a esquerda abandonou a política e dominou outras áreas, foi iniciado um processo de desmoralização do Ocidente. Técnicas de programação neurolinguística, dessensibilização, inversão dos papéis na sociedade, agitação e propaganda vêm ocupando a mente dos brasileiros. Ainda confusos, muitos se surpreenderam com as exposições Queermuseum e O Bicho sendo patrocinadas por grandes atores globais no escancaramento de seu verdadeiro caráter.

A desmoralização do ocidente é um processo contínuo, ocorrendo aqui e alhures, em que se tentam subverter os tradicionais valores cristãos para implantar um novo modelo de sociedade. Nesse editorial, trataremos do ponto de vista histórico e simbológico o que o mundo vem enfrentando. É preciso desmascarar a tirania, não importa a face que vistam, pois ela deve ser destruída para que possa surgir a liberdade.

E a liberdade não é apenas a moralização do país. Ela deve nascer do coração de cada brasileiro que se indigna com o que está acontecendo no mundo. Os movimentos recentes, das pessoas se indignando e boicotando manifestações de propaganda disfarçadas de arte, mostram que a sociedade não quer valores demoníacos fazendo parte da normalidade.

As leis e os crimes seguem existindo, e as famílias precisam existir para garantir o nosso futuro. Defender o crime, a pedofilia, propagandear homossexualismo e ideologia de gênero para as crianças, o feminismo e muitas outras ideologias querem impedir a reprodução humana e destruir uma civilização. Mas os defensores da ética, da virtude e da honra seguirão lutando para acabar com isso. Pois essa será a nossa missão.

A desmoralização do Ocidente e as drogas

As drogas são parte de uma grande estratégia para desmoralizar e anestesiar o ocidente. Com consciências cada vez mais dopadas, fica difícil encontrar quem possa corresponder à realidade dos fatos.

Ante o absurdo da desonra da família, as drogas passaram a ser um mal terrível. Diante de leis duras contra os seus efeitos, criaram-se organizações criminosas cada vez mais poderosas. Tudo para continuar subvertendo as crianças e jovens, acabando com famílias e criando uma geração que acredita em pensamento mágico.

Analfabetos funcionais e gente disfuncional que, inevitavelmente, dependeria de um governo forte e socialista para sobreviver. Essa estratégia, nascida nos porões da KGB, teve e tem o apoio dos comunistas do ocidente. Quanto mais a Europa e os Estados Unidos se drogavam, quanto mais o Brasil, a Colômbia e o México sofriam nas mãos de narcotraficantes, mais mortes e mais crimes.

De outro lado, defensores da legalização generalizada de todas as drogas, pensam em soluções estatais para o problema. É o caso do Uruguai, nosso país vizinho que se deixou levar pela retórica esquerdista nesse quesito. E pouco poderá fazer agora para mudar esse jogo.

No Brasil, FHC e muitos comunistas querem a legalização das drogas. Acreditam que isso possa resolver a questão criminal. É uma mentira para seduzir criminosos e garantir mais dinheiro para campanhas obscuras. Essas armadilhas não podem mais seguir desmoralizando o Ocidente.

A desmoralização do Ocidente e o prazer sexual

É o prazer sexual, cada vez mais vendido como solução universal para o tédio, a propaganda da desmoralização do Ocidente com mais efeitos nefastos. Tudo porque nós fomos programado para fazer e gostar de sexo para garantir o futuro da nossa espécie. Ao utilizar esse instinto básico e fundamental para propagandear o sexo como fonte de prazer inesgotável, estrategistas da esquerda conseguiram subverter completamente a moral civilizatória judaico-cristã.

O resultado disso é cada vez mais cenas bizarras, como a vista na exposição O Bicho do MAM, com o objetivo de dessensibilizar o público. Ao achar aquilo normal, e até mesmo usando o discurso para validar uma obra de arte que nada tem de artística, muitos irão se convencer de que a pedofilia pode ser algo aceitável. Até mesmo permitido numa sociedade “progressista”.

A realidade é que, nunca como agora, a frase “comunista come criancinha” fez tanto sentido. A realidade é que essa elite globalista pós-moderna é pedófila e defende o uso de drogas e a ideologia de gênero. Tudo em nome de uma agenda para gerar mais pessoas doentes e dependentes de governo.

Se a natureza já criou mecanismos para desestimular os seres humanos a terem esses comportamentos, por outro lado a lei, que ainda existe e que deveria nos defender de pedófilos travestidos de artistas, o Estatuto da Criança e do Adolescente, pode ser relativizado por juízes ditos “progressistas”. Defensores de que, se há “arte”, tudo pode. O que não é verdade.

Vender o prazer homossexual, bissexual, a ideologia de gênero e o casamento aberto como fonte de prazer sexual tornou-se, portanto, a realidade para muita gente. E essa realidade é fruto de um grande esforço de propaganda para tentar tornar aceitável o anormal. Presume-se, portanto, que caberá aos ainda conscientes que digam a verdade. Que ocupemos espaços com a racionalidade. Ou acabaremos todos morrendo pela falta de famílias e de novos filhos.

A desmoralização do Ocidente o feminismo

As mulheres sempre foram importantíssimas em seu papel na sociedade. Auxiliando os homens em famílias, permitiram que muita riqueza fosse construída por muitos anos. Mais recentemente, entrando no mercado de trabalho, as mulheres têm mostrado o seu valor atuando de diversas maneiras. Porém, estrategistas do passado viram aí uma oportunidade de continuar desmoralizando o Ocidente no que ele tinha de mais forte: as famílias.

Uma forma de fazer isso foi criando leis que “protegiam” as mulheres. Não as que sofriam abusos, mas todas as outras, que passaram a depender de sistemas judiciários para obter ajuda estatal. Pensões que prendem homens que não podem pagá-las por estarem desempregados são um exemplo da subversão da família e da interferência estatal nas vidas familiares.

Queremos que mulheres possam trabalhar e ter igualdade em salários quanto aos homens. Mas não queremos que as mulheres temam formar famílias, pois isso significará o fim da civilização como conhecemos e o seu declínio será inevitável. Daí a importância de continuarmos com o desejo de formar famílias, termos filhos, netos e dar sequência aos grandes desafios da humanidade. Interromper isso é ir contra o projeto divino: “Crescei e multiplicai-vos”.

A desmoralização do Ocidente e a corrupção

A corrupção dos valores morais, da ética e dos costumes está nos levando para um caminho ainda desconhecido, repleto de relativismo moral. Com uma classe política corrupta oriunda de uma sociedade corrompida, é natural que as pessoas passem a achar normal o que não é. Daí a importância da Lava Jato na história recente do país.

A Lava Jato é um esforço de moralização diante da decadência total das instituições. É preciso apoiá-la, pois isso significa defender que as leis funcionem, como deveria ocorrer em qualquer país civilizado.

Com a corrupção, nenhum contrato pode ser confiável. Nenhum negócio pode evoluir. Nem uma simples construção de uma pequena ponte pode ser realizada. As pessoas morrem nos hospitais e escolas formam alunos analfabetos funcionais. Faltam materiais, livros, professores preparados, pois a sociedade já foi corrompida em sua base. Cabe aos jovens, que mal sabem direito a que mundo estão chegando, descobrir tudo da pior maneira possível.

A destruição da inteligência e da ética no Brasil são exemplos crassos. Mas não são os únicos: outros países ocidentais que passaram por esse processo de desmoralização ainda estão sofrendo as consequências. É o caso da Venezuela, cujo processo, ao ser completado, levou à ditadura de Maduro.

No Brasil há riscos de haver uma intervenção militar diante de um Poder Judiciário inepto. Com juízes indicados por políticos investigados fica bastante difícil encontrar esperança em nossas instituições.

Uma intervenção tampouco seria a solução ideal, já que, por mais que possa resolver problemas imediatos, os problemas de longo prazo não serão sanados a contento. Prova disso foram os 21 anos de regime militar no Brasil, em que a esquerda desocupou a política para ocupar as artes, a educação e a cultura brasileiras.

Caberá, portanto, ao próprio povo, com um despertar conservador, lutar pela nossa dignidade. Esse será o caminho, no curto prazo, para acabar com os planos dos imorais e reestabelecer o processo civilizatório que tanto fez bem ao Ocidente nos últimos 2000 anos.

 

Deixe uma resposta