Um ano sem Dilma!!! Por Alexandre Moroso de Lima

Eu nem lembrava mais da Dilma. Aliás, que bom né, afinal ninguém gosta de lembrar de coisas ruins. Um ano atrás o senado mandava para casa aquela que foi, sem dúvida, a pior presidente que o Brasil já teve. Pior em todos os sentidos. Pior em números, pior na economia, pior na política, pior, pior, pior. E foi pra casa porque incorreu em improbidades que lhe tiraram o mandato. Não, não houve golpe.

E como tudo dela era pior, não poderia também ter deixado pior sucessor. Sim, sim Petistas… não reclamem, quem deixou esse sucessor foram vocês. Quem escolheu o vice de Dilma foi ela mesma. Não?? Bom… eu que não fui…

Ao mesmo tempo que Temer faz um governo sob o ponto de vista econômico, muito melhor que o de Dilma, sob o ponto de vista político mostra que, não por nada, ele era o vice dela.

Mas nada deixa saudades? Pra falar bem a verdade, eu dava muita rizada com as baboseiras que ela falava. Era a “presidenta” ter a oportunidade de pegar em um microfone que vinha uma tonelada de piadas. O famoso “rir para não chorar”. Dentifrícios, estoque de vento, a “mosquita”, quatro pra treze dá sete, não vamos por uma meta mas quando atingir a meta a gente dobra a meta, saudando a mandioca, mulheres sapiens, engasguei comiga mesma, entronização, entre tantas outras homéricas gafes.  Meu Deus, ela era a presidente do Brasil!!!!!

Enquanto Dilma se foi, levando com ela o plano mais sórdido de poder que o Brasil já teve, Temer entrou e mostrou que a corrupção do PT era também do PMDB, do PSDB, do PP, de todos “Pes”.

Para mim, o melhor do impeachment de Dilma foi a ruptura política que ele provocou. A entrada de Temer, entendida pelo PT e seus aliados como golpe, desestabilizou os conchavos políticos que cozinhavam a corrupção em um grande panelão, mexido por todos juntos. Essa ruptura enfraqueceu estes partidos que durante muitos anos compactuaram das mesmas tramas para se manterem no poder e dele tirar todo o proveito possível, lícita e ilicitamente.

Que este ano sem Dilma nos leve a uma reflexão do quanto a política precisa da participação e da fiscalização popular para não chegar a extremos tão maléficos como os que temos provado nos últimos anos. Que este ano sem Dilma nos proponha uma renovação total na política e sirva como um chamamento ao povo para a vida política do Brasil.

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