Lula: o acumulador de provas

Lula, o acumulador de provas

EDITORIAL

Lula é um acumulador de provas. Não são apenas indícios, como querem dizer os esquerdistas. As provas sobre o sítio, sobre o apartamento do Guarujá e outras tantas ainda são poucas. Ainda há diversas outras provas e delatores prontos a dizer a verdade. Restará aos brasileiros conseguir digeri-las.

Afinal trata-se de um ex-presidente da República que tomou para si as instituições. Usando o conceito chinês e russo de capitalismo, partiu para criar empresários amigos do rei entre empreiteiros e empresários de alguns setores. Alguns sobrenomes enriqueceram sob Lula por causa das benesses do BNDES para os líderes de seus setores.

Rapidamente, esses empresários, com crédito infinito, passaram a adquirir diversas marcas. Empreiteiros criaram grupos para vencer licitações fraudulentas. Políticos da oposição recebiam os espólios para ficarem calados e votar de acordo com o projeto comunista de poder do PT. E o que sobrava, abastecia campanhas eleitorais de países da América Latina. Tudo para eleger a esquerda em todos os lugares onde isso era possível.

Após Dilma e o PT perderem o poder, Michel Temer acabou fazendo algumas coisas boas, como desaparelhar o estado, demitir encabidados da extrema esquerda, deixou de patrocinar os blogs sujos da esgotosfera comunista e apoio o fim do imposto sindical, apesar de ter mudado de ideia sobre esse último item.

Com isso enfraqueceu a esquerda. Dotada de grande habilidade, a esquerda vem tentando desconstruir essa narrativa acusando Michel Temer de todas as formas. Não que Michel Temer seja moralmente aceitável. Afinal ele era o vice de Dilma.

O Brasil, no entanto, ainda não curou suas chagas. Elas poderão começar a ser curadas com a prisão do chefe. E Lula, o acumulador de provas contra si mesmo, vem assistindo lentamente à derrocada de antigos aliados. Sua hora chegará quando todas as provas irrefutáveis forem juntadas. O relógio está girando, a rejeição de Lula só aumenta e tudo isso facilitará para que sua prisão aconteça sem questionamentos da sociedade. Com exceção da extrema esquerda, é claro.

Extrema esquerda não reconhece que Lula é um acumulador de provas

Em uma das gravações da noiva de um dos filhos de Lula com Kalil, um dos “amigos” de Lula, Kalil fala que Marisa Letícia, ex-mulher de Lula, era uma acumuladora. Acumular provas é o que Sérgio Moro tem feito para permitir que a justiça seja feita.

A realidade é triste para a extrema esquerda brasileira, americana e latino americana. Aqui o PT perde o poder. No Paraguai, a economia nunca esteve tão forte. Na Argentina, aos poucos, as pessoas vão esquecendo Cristina Kirchner e apoiando Macri. Nos Estados Unidos, Trump desfez o acordo estranho que os Estados Unidos tinham com Cuba. E voltou a facilitar para que Cubanos foragidos da ilha-prisão dos Castro possam ganhar vistos ao chegar nos Estados Unidos.

Não bastasse a ironia da soltura de Zé Dirceu, o grande articulador e general estrategista da extrema esquerda brasileira, Fachin e Janot têm assumido posições estranhas. Michel Temer, por outro lado, vem buscando se defender dos duros — e merecidos — golpes que vêm recebendo com algum sucesso. Não se espera, porém, que terá vida fácil no nosso Supremo Tribunal Federal esquerdista. Não deve ter a mesma sorte que teve no TSE.

Mas Lula não sairá vencedor dessa disputa com Temer. Pelo contrário, já perdeu e perderá muito. As contas denunciadas por Joesley em paraísos fiscais já foram delatadas, até onde se sabe. A conta virá também para o PT, partido que abrigou e abriga muitos dos terroristas que fizeram atentados, sequestros e assaltos durante o regime militar.

E Lula já ameaça iniciar uma guerra caso seja preso. Isso é ou não puro terrorismo?

Lula está frito, e o seu séquito também é acumulador de provas

À medida em que novos presos vão surgindo, como Geddel Vieira Lima, a figura de Lula vai se tornando uma caricatura de ditador. Todos os que Lula apoia têm sofrido consequências. Como num castelo de cartas, em que se busca tirar cartas da estrutura sem que ele caia totalmente, Lula vem se segurando. À medida em que vão caindo as cartas ao seu lado, Lula sabe que a sua hora vai chegar. E com ela, toda a extrema esquerda deve cair.

Imaginando esse cenário, 2018 se delineia como uma eleição que deve levar o Brasil mais para a direita. Ainda não imaginamos um governo em Brasília sendo eficiente de verdade. Mas o circo anda sem recursos. Está mais do que na hora de virar esse jogo.

Os estados brasileiros já não aguentam mais sustentar a ilha de Brasília. Custa caro demais pagar pelas falcatruas e vexames. Muitos brasileiros andam desistindo. Quarenta famílias têm deixado o Brasil para viver fora do país todos os meses. Levando consigo conhecimentos, recursos e ideias que poderiam ajudar a alavancar o país na direção certa.

Ninguém mais quer Lula, nem seu séquito de compradores e comprados. É preciso abandonar a ideia de que Brasília precise ser um circo luxuoso para o divertimento da população. Precisamos de federalismo, autonomia dos estados, menos Brasília e mais poder para os distritos, municípios, cidades e estados. Não existe ilha com terra por todos os lados. É preciso dar um fim à burocracia do centro do país para dar mais poder às bordas. Somente dessa maneira o Brasil pode ser o gigante descrito em seu hino.

 

 

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