Revolução Brasileira: Liberdade, Justiça e Prosperidade

Liberdade, Justiça e Prosperidade: o novo lema dos maçons brasileiros.

EDITORIAL

Ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade serviram à Revolução Francesa, mas acabaram produzindo novos tiranos. É consenso no Avança Brasil: precisamos de uma nova tríade para uma verdadeira revolução brasileira. Essa tríade agora será Liberdade, Justiça e Prosperidade.

Liberdade está em primeiro pois ela é tão importante quanto o ar que respiramos. Sem liberdade, não podemos nem ao menos seguir a trilha que leva à luz no fim do túnel. Por ainda termos alguma liberdade, mais de 40 famílias têm abandonado o Brasil todos os meses para morar no exterior. Número que nunca foi tão alto quanto agora.

Por justiça, entendemos não somente a aplicação das leis, mas também leis, impostos e posturas mais justas de governantes. Queremos que as mesmas leis, tribunais e julgamentos possam ser realizados contra os políticos. Queremos ter o poder de calar os representantes que nós escolhemos e para os quais pagamos os salários. E queremos menos leis, menos regulações, menos taxas, impostos e contribuições que só travam o país.

Prosperidade é essencial para uma nação. Para nós ela significa o que é descrito na Declaração da Independência americana sobre o que eles chamam de “pursuit of happiness”, qual seja, a direito que todo americano deve ter de buscar a felicidade. E isso só é possível com uma vida próspera, com saneamento, saúde, educação e segurança para todos. Isso só é possível com um mercado livre, desregulado, competitivo e sem a presença de empresários ligados a políticos criando monopólios ou oligopólios.

Liberdade, Justiça e Prosperidade, portanto, é a nova tríade escolhida pelo Avança Brasil para a Revolução Brasileira. Uma revolução em que o povo tomará o poder a partir da pressão política, contra a tirania socialista e a favor de um país livre. Aqui, em Cuba e na Venezuela. Como bem disse Trump em seu discurso do vídeo abaixo.

Ideais socialistas e de extrema esquerda limitam liberdade, justiça e prosperidade

O Brasil não prosperou após tantos anos de Lula porque as soluções paliativas do assistencialismo petista só servem para manter os pobres numa condição um pouco melhor. Não há, nessa política, a busca da prosperidade por meio da facilidade do empreendedorismo, da facilitação do trabalho e da possibilidade de investimentos.

Além disso, está claro que socialistas detestam a liberdade. O PT já disse, em sua última convenção, que vai apoiar com toda certeza o controle da mídia. É o que eles mais querem. Não só isso, querem controlar a economia de todas as formas. Intervindo onde não devem, causam sérios problemas como os que levaram aos mais de 15 milhões de desempregados que temos hoje. A esquerda no Brasil tem como base o PT, o PSDB, o PSB, PCdoB, Rede e PSOL, além de uma miríade de partidos-satélite.

A justiça, por sua vez, é destruída pelos esquerdistas por meio do aparelhamento e da indicação de juízes de suprema corte totalmente alinhados a ideais ditatoriais, ainda que disfarçados sob a égide de “democratas”.

É contra a falsa prosperidade promovida pela propaganda esquerdista que o Avança Brasil se insurge. Queremos verdadeira prosperidade com liberdade econômica e de expressão, assim como queremos uma justiça que cumpra as leis de forma correta. Apenas assim teremos confiança nos contratos, nas instituições e nas pessoas.

Um exemplo de como a justiça é totalmente destruída pelos socialistas pode ser conhecido nesse caso da Venezuela.

Ideais fisiológicos como dos políticos corruptos não-ideológicos também destroem liberdade, justiça e prosperidade

No Brasil não há um só inimigo totalitário. Há outro que, há tempos, vem dominando a classe política muito antes dos esquerdistas ganharem espaço. Trata-se da antiga classe de coronéis. Políticos fisiológicos que ficam no poder a partir do voto de cabresto, da ignorância do povo de seus estados e que mudam de ideia conforme o vento.

É gente acostumada com o poder. Nessa categoria podemos colocar até mesmo Michel Temer, Cunha, Renan, Maluf e vários políticos do PMDB, PP, PSDB e DEM. São os que acreditam que política se faz com voto comprado para se eleger e voto vendido para se manter no poder e ocupar os principais cargos.

Com isso os brasileiros não possuem a liberdade de criticá-los, pois esses têm o costume de processar quem quer que se atreva a ofender as excelências. Também não há justiça que os afete, pois se utilizam de relações escusas com o judiciário para que seus processos sejam julgados o mais lentamente possível. Até a prescrição.

Muitos desses políticos já devem ser eliminados nas eleições de 2018. Urge que tenhamos a sabedoria de escolher políticos melhores. E que escolhamos não a partir da propaganda, mas a partir do currículo. Já passou do tempo de selecionarmos melhor os nossos profissionais.

Nossas escolas e universidades públicas detestam liberdade, justiça e prosperidade

Os Estados Unidos são, de longe, a nação mais próspera que a humanidade já conheceu. No entanto, nossas universidades e escolas possuem professores que ensinam que os americanos são os nossos maiores inimigos. Chamam eles de “imperialistas”.

Em comum, temos com eles a história de termos sido colônia de nossas metrópoles europeias. Também tivemos escravidão dos negros em comum, que foi eliminada, por lá, após a Revolução Americana. E aqui, pela Lei Áurea, totalmente esquecida pelos ideólogos da esquerda. Em parte por ter sido promovida por maçons.

Enquanto nossas escolas e universidades continuarem usando a falta de lógica como syllabus de seus currículos, teremos alunos cada vez mais ignorantes defendendo o indefensável. Não podemos ter professores que digam que a prosperidade e o capitalismo é ruim para as pessoas. Não podemos ter aulas em que alunos sejam convidados a trocar de gênero ou a defender regimes ditatoriais como se fossem o ápice moral da humanidade.

Não podemos ter educadores doutrinando politicamente alunos, ensinando a fazer greve e a fazer baderna. O Brasil está atrasado demais por causa dessa política de esquerda na educação. Poderíamos estar muito a frente caso mais pessoas tivessem acesso à educação privada ou às escolas de engenharia, onde o socialismo ainda não foi implantado por aqui. Ainda.

Enquanto não tivermos mais gente pensando num país melhor, nossos pensamentos ficarão limitados a soluções simples, como o assistencialismo, para problemas complexos. Precisamos de mais administradores, engenheiros e contadores no lugar de economistas, sociólogos e artistas na política nacional. Sem isso, estaremos fadado à ignorância delirante, que se acredita o supra sumo da sabedoria nacional sem enxergar mais do que um palmo na frente do nariz.

 

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