Lula, autor do problema, jamais será a solução

Lula, o autor do problema, jamais será a solução

EDITORIAL

Luís Inácio Lula da Silva é o autor do problema das crises política e econômica mais recentes da história do Brasil. Não pode ele agora se apresentar como o dono das soluções mágicas para o país.

Não há soluções na ideologia comunista propagada por Lula e sua elite vermelha. A única solução que essa gente acredita é a ideologia radical que já matou mais de 100 milhões de pessoas nos países onde perseverou. O que estamos vendo na Venezuela, país onde avança a ideologia comunista, é o massacre total da população pela fome, pelo crime, pelas milícias de Maduro e pelo total desespero.

Não é isso o que planejam os comunistas no Brasil. O Brasil era para ser a principal fonte de recursos para a chamada “Pátria Grande”. Há quem pense que o problema do Brasil é a corrupção. Não somente. A corrupção, para os comunistas, é apenas uma arma para implantar um regime totalitário. Esse projeto estava em curso no Brasil e foi brevemente interrompido. Porém, ainda não acabou. E eles podem voltar com mais força caso consigam o poder.

Daí a necessidade de lutar pelas eleições diretas agora. A Constituição de 1988 não dá a eles essa garantia. Eles sabem que não têm chances com eleições indiretas. E as eleições em 2018 seriam tarde demais para lançar Lula candidato. Por isso que o Avança Brasil irá defender as eleições indiretas com um membro da sociedade civil no comando temporário do país até 2018.

O autor do problema apelará para o terrorismo para ter sua voz ouvida

Lula e seus agentes secretos treinados em países comunistas seguirão com a estratégia criada por George Soros para desestabilizar o país. O que vimos em Brasília na semana passada foi um ensaio para o que virá pela frente.

Na tentativa de permanecer no poder, os comunistas da extrema esquerda mais radical brasileira, liderados pelo PT, seguirão provocando o caos. O único objetivo deles é tentar garantir a candidatura de Lula. Ainda que isso se torne cada vez mais impossível, já que Lula já tem uma rejeição de 71%.

O que resta a esses comunistas senão o terrorismo? Muito pouco. Com os antigos empresários aliados delatando os esquemas, com novas fontes de renda secando e as antigas, como o imposto sindical, sendo colocadas em cheque, resta ao PT o seu último suspiro. E não há como esperar outra coisas senão a completa radicalização do discurso e das ações.

Nesse cenário, não podemos descartar uma intervenção constitucional do exército caso o terrorismo continue sendo usado pelos radicais da extrema esquerda. Porém, acreditamos que as eleições indiretas podem ser uma solução mais viável para a estabilização do país e a manutenção da ordem até 2018.

Modesto Carvalhosa lança a sua candidatura para presidente: O Brasil agradece o bom combate ao autor do problema

Alguém de fora do establishment centro-esquerdista do Brasil no poder seria tudo o que o Brasil precisa nesse momento. Não é hora para aventuras radicais na extrema esquerda, tampouco é hora para Temer dizer que não sairá do poder.

O poder de Temer já foi devidamente reduzido com a delação da JBS e deve acabar de vez com a potencial cassação no TSE que deve ser votada na próxima semana. Apesar de Temer querer adiar essa votação para ganhar tempo e aprovar reformas, isso agora é pouco provável. Mais provável é que o TSE cumpra o seu poder e casse a chapa Dilma-Temer, já afundada em denúncias de corrupção das mais diversas.

Com isso, a possibilidade de termos um presidente de fora desse jogo sujo de corrupção e ideologia é altíssima. Carvalhosa foi um dos autores do pedido de impeachment de Dilma. Excelente jurista, com grande experiência nas leis do país, seria o nome ideal para tentar garantir que a Lava Jato prossiga na direção certa: a limpeza total e completa dos políticos que, por corrupção ou ideologia, destruíram o Brasil

A jogada de Temer no Ministério da Justiça é para frear a Lava Jato. O autor do problema agradece.

Ao tirar Osmar Serraglio, um nome supostamente fraco, do Ministério da Justiça, Temer surpreende ao colocar em seu lugar um grande inimigo da Lava Jato: Torquato Jardim. A ideia de Temer é garantir que FHC, Lula, PT, PSDB, PMDB e PP não sejam dragados para a vala do ostracismo brasileiro.

No entanto, na consciência dos brasileiros, já não há mais espaço para os antigos nomes que até então mandavam em nossa política. O espaço acabou e o tempo também. Ninguém mais quer saber desses nomes. Novos nomes já surgem. O espaço que essas antigas marcas tinham na consciência dos brasileiros evaporou. É preciso que surjam novos nomes para ocupar esses espaços.

Se, por um lado, novos nomes não são garantia do fim da corrupção, certamente podem por fim à ideologia comunista. Ultrapassada, essas ideias já não têm mais espaço entre os brasileiros. O comunismo ainda tem os seus 30% de apoio entre os brasileiros que desconhecem os perigos dessa ideologia assassina. Porém, mais e mais eleitores já estão sabendo dos riscos que essas ideias representam.

A Lava Jato tem se tornado uma força no combate à corrupção. O combate à ideologia, porém, está surgindo nos corações e mentes dos brasileiros, que já procuram se desvencilhar de ideias que pareciam boas, mas que, na verdade, se revelaram como trágicas e ineficazes na melhoria das condições da nação. Basta observar a Venezuela e os países onde essa ideologia foi implantada.

Comunistas jamais se importaram com os pobres. A única coisa que importa para eles é o voto dos mais miseráveis e ignorantes. Por isso apelam, não com conteúdo, não com cultura, mas com a propaganda política mais rasa. Utilizam o capitalismo de compadrio para se manter no poder, enquanto destroem a livre competição, o livre mercado e a imprensa livre.

O politicamente correto que censurou, por décadas, muitos brasileiros conservadores já não mais funciona. Para desespero dos ideólogos radicais, apenas o terrorismo pode ter alguma serventia. E é nessas horas que o brasileiro comum será convidado a combater o terror físico e psicológico que essa esquerda radical tenta criar. Acabarão destruindo a si mesmos. Que assim seja.

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