Terrorismo do Foro de São Paulo em Brasília

Terrorismo do Foro de São Paulo precisou da PM e do Exército

EDITORIAL

O terrorismo em Brasília hoje ocorreu devido ao fato de que o Foro de São Paulo perdeu muito poder nos últimos anos. Paraguai primeiro, depois Argentina e Brasil, assistiram à derrocada da esquerda em seus governos. Brasil e Argentina sempre foram fonte de recursos para os demais governos de esquerda. Ao perder o poder, a esquerda ficou absolutamente desesperada.

Lula sabe que a Venezuela, avançando no comunismo, não pode sobreviver muito nesse regime sem o apoio do Brasil. Sabe também que perder a maior reserva de petróleo do mundo, sob controle dos comunistas, seria um grande problema para o futuro. Além da perda de poder, o fim do imposto sindical no Brasil assusta a elite vermelha. Essa fonte de recursos oficial e quase que inesgotável pode secar. O desespero só aumenta.

A necessidade de buscar as eleições diretas imediatamente como forma de fugir da justiça é um caminho possível para Lula e para muitos políticos da esquerda brasileira radical. A esquerda “moderada”, também chamada de “centro”, está perdendo poder também, com o PSDB e PMDB altamente envolvido na Lava Jato. A direita, representada por figuras como Bolsonaro, tem crescido. E nem o PT, nem Lula, nem o agente cubano Daniel, Zé Dirceu, querem dar tempo para Bolsonaro consolidar um grande eleitorado.

O que está em jogo não é apenas uma disputa por direitos. O que eles querem é não perder o poder, o dinheiro e a relevância de uma só vez. O que eles querem é evitar perder totalmente o poder no Brasil. Pois sabem que o futuro da esquerda latino americana só existe se o Brasil tiver um governo de esquerda. Mas o povo brasileiro já não quer mais. Talvez seja tarde para essa esquerda radical aprontar das suas. Que assim seja.

O terrorismo da extrema esquerda brasileira não tem limites

No dia que Michel Temer sancionou a lei de migração com mais de 30 vetos, a extrema esquerda brasileira invadiu Brasília. O exército teve de ser chamado para conter os criminosos e terroristas radicais.

Sinal de desespero. Prova disso é o fato de terem queimado justamente o Ministério da Cultura. Por anos, esse ministério foi somente uma invenção esquerdista para influenciar a cultura da nação, tornando-a menos judaico-cristã e mais comunista.

O fato de terem queimado justamente um ministério que servia aos esquerdistas, mostra que os radicais de extrema esquerda não controlam os baderneiros que eles mesmos criaram. Enquanto isso, no Twitter, a hashtag #LulaNaCadeia apareceu no topo dos trending topics. As pessoas estão absolutamente esgotadas das estratégias malucas desses comunistas.

Michel Temer, que convocou o exército para combater os radicais terroristas, sabe o que está em jogo. Ele sabe que vai sair do cargo, já que cometeu inúmeros erros. Busca uma saída pela cassação da chapa e um caminho para a eleição indireta, conforme prevê a constituição. Uma eleição direta nesse momento serviria somente à extrema esquerda. E não faz sentido entregar o Brasil de bandeja para esses radicais. Ainda mais sem urna com voto impresso.

Como combater o terrorismo de esquerda? Pela cultura

Não adianta apenas a iniciativa da política. Apoiar candidatos de direita é importante, mas não é suficiente. O Brasil já vem tendo governos socialistas desde 1930. O nosso regime militar foi também socialista, mas não o marxista, e sim o positivista. Geisel foi um dos responsáveis por termos tantas empresas estatais.

Combater essa cultura de que o estado deve ser o pai e a mãe do brasileiro não é simples. Muitos estão acostumados a viver sob a égide do estamento burocrático. Obedecem a classe política como cordeiros. Vivem dizendo coisas como “respeito às instituições” e “respeito ao estado democrático de direito”. Porém o fazem com a empáfia e a perfídia dos socialistas.

O socialismo, onde quer que tenha permanecido no poder, sobreviveu à base da espionagem, do controle da educação, da cultura, do terrorismo e da repressão militar. Essa combinação acaba por gerar cidadãos acomodados. Porém, até onde sabemos, nós precisamos ser livres para poder exercer toda a nossa capacidade. E ela é infinita. Porém é sempre tolhida nos países onde há socialismo no poder.

Para livrarmo-nos disso, apenas com muita cultura, conhecimento, leitura e entendimento da realidade. Não há outro caminho. É preciso tomar duras decisões no processo. É preciso combater os agentes culturais do comunismo antes mesmo de combatê-los na política. Ou corremos o risco de eleger candidatos ditos de direita que acabarão se conformando ao estamento socialista que já está no poder.

E que não saiu do poder com a queda de Dilma e ocaso de Lula. Mas sairá à medida em que se tornar impossível de suportar a linguagem sem sentido dos que tentam ensinar os outros a pagar imposto e votar, achando que isso é democracia.

O homem em busca de sua própria liberdade não suprime a sua sincera indignação

Santo Agostinho já teria dito:

A esperança tem duas filhas lindas: a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.”

É preciso, portanto, superar a nossa nada salutar anestesia. O povo não pode para sempre ficar amortecido. É preciso responder os esquerdistas com vigor. No Brasil, isso acabou representando hoje as Forças Armadas. Mas amanhã precisará não só de militares, como também de novos professores, novos autores e uma nova cultura.

O Brasil pode ser um país muito melhor do que a nação escrava da esquerda. Para isso é preciso que você comece não apenas a lutar na política, como trabalhar, no seu cotidiano, para espalhar a luz. Uma única vela acesa pode acender muitas apagadas. E está na hora de combater as trevas.

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