Temer, Aécio, Cunha, Dilma, Lula, PT, PMDB e PSDB no ostracismo

Temer, Lula, Aécio, Cunha e Dilma no Ostracismo do Brasil

EDITORIAL

Temer acaba de entrar no Ostracismo do Brasil. Junto com outras presenças ilustres, Michel Temer agora faz parte do seleto grupo de políticos a serem esquecidos. Junto com Cunha, Lula, Dilma, Aécio e os outros todos da lista da Odebrecht. Outras listas devem surgir, e, junto com elas, novas denúncias de corrupção com provas contundentes. O resultado disso será bom para o Brasil.

Bom porque a verdade nos liberta. Cada vez que uma nova verdade é descoberta, sentimo-nos indignados e ainda mais livres do que antes. Ela tem esse poder, pois possibilita novos caminhos. Caminhos estes que podem ser árduos. Mas só serão virtuosos com a nobre presença da veracidade dos fatos.

A verdade, antes, era disfarçada pela propaganda. Também podia estar escondida sob um discurso politicamente correto. O povo fica absolutamente sem entender porque está desempregado, em crise de família ou com outros problemas sem essa verdade. Mas quando ela enobrece a nossa alma, o povo sabe o que fazer.

E o que o povo não deve fazer jamais é votar em qualquer político de nossa lista do Ostracismo. Espalhe essa lista agora e vamos, juntos, esquecer todos esses políticos e partidos nas próximas eleições. Vamos dar um fim a todos eles.

2018 será o ano do ostracismo eleitoral

Partidos como PSDB, PT e PMDB não receberão voto algum nas eleições. Seus candidatos, de antes e recentes, estão todos denunciados. Não resta um para poder votar. Está na hora de esquecê-los e abrir espaço para políticos diferentes.

Os que não se envolveram em denúncia de corrupção, como Bolsonaro, ou os novos, como Dória, estão em grande vantagem. A única desvantagem de Dória é estar no PSDB. Mas é algo que pode mudar. À medida em que Bolsonaro cresce nas pesquisas, o ataque da mídia fake news a ele só aumenta. Mas o impacto dos fatos tem sido maior do que a propaganda falsa de alguns meios de comunicação. E isso é bom para o povo.

Quanto mais verdade é exposta, mais transformação ocorre. O povo na rua, em 2016, só foi possível pelas descobertas incessantes do TCU e da Lava Jato. A verdade vem mostrando que Lula tem rejeição altíssima e não poderá estar no pleito em 2018. As delações de João Santana e Mônica Moura, junto às delações de Odebrecht e Joesley, estão permitindo o conhecimento de novas provas com muita rapidez.

A notícia se espalhou rapidamente uma vez mais. Em Brasília, nesse momento, os políticos estão tramando novas estratégias. Estratégias que não podem se concretizar. Michel Temer tem poucas saídas. A renúncia seria a mais nobre delas. Mas o Brasil irá sofrer com mais um escândalo político envolvendo seu presidente.

Michel Temer no ostracismo; Urnas com voto impresso mais necessárias do que nunca

Michel Temer deveria não apenas renunciar, como também renunciar a qualquer tipo de aposentadoria do governo. Está mais do que na hora dessa antiga classe política desaparecer do país para dar lugar a novos nomes e novas ideias. Afinal, estamos cansados de novos nomes com a mesma ideologia de esquerda de sempre.

Geraldo Alckmin hoje, por exemplo, resolveu aceitar ideologia de gênero em banheiros de escolas estaduais. A quem serve essa pauta? À ONU e aos seus globalistas que querem destruir a família. Irresponsáveis na tentativa de frear a humanidade e criar um governo tirano global, esses defensores de ditaduras ainda acreditam que possuem credibilidade. Porém, Geraldo Alckmin é de um partido de esquerda. E essa realidade se impõe uma vez mais.

Precisamos de um político conservador em 2018. É necessário mudar a direção do país. Sair da esquerda e ir para a direita. Sair do socialismo e ir para o capitalismo, o empreendedorismo e para um estado menor, menos interventor. É preciso acabar com o desarmamento que transformou o Brasil numa terra de muitos homicídios. É também preciso aprovar urnas eletrônicas com voto impresso, para podermos validar as eleições de forma justa.

Aécio Neves e Geraldo Alckmin no Ostracismo. Resta o Dória

O PSDB teve muitas baixas. Serra, Alckmin e Aécio Neves jamais poderão ser candidatos a presidente de novo. Nem senadores. Agora a única força que o PSDB tem para 2018 é João Dória Jr.

O Brasil não pode ir para frente com Marina Silva, Ciro Gomes ou outras alternativas de esquerda. FHC também não deve ser a aposta do PSDB para presidente em 2018. Restará à elite tucana o Dória mesmo. E Lula certamente teme perder para Dória ou Bolsonaro as eleições de 2018.

Porém Dória é de um grupo político nada desalinhado ideologicamente com o Lula. Acreditam nos mesmos fins por outros meios. Resta ao brasileiro, portanto, pensar se Dória pode não ser uma armadilha para continuarmos na esquerda. E novos candidatos de direita precisam parar de ter medo de se assumirem como tal. É necessário que apresentem alternativas. O Brasil está precisando, mais do que nunca, de novas possibilidades.

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