Libertar o Brasil é espalhar a verdade

Libertar o Brasil é espalhar a verdade

EDITORIAL

Numa semana que começou com o preparo para o interrogatório do réu Lula e terminou com o maior ciberataque da história da humanidade, o brasileiro acaba nem lembrando de uma data importante da história de nosso país: o dia 13 de maio. O dia da libertação dos escravos. Um ótimo dia para se libertar.

Ao mesmo tempo que a verdade vem libertando os brasileiros do século 21, no final do século 19 estávamos também buscando novos caminhos para um Brasil mais livre. Numa cultura que utilizava escravos para as mais diversas funções, pareceu difícil aos perpetradores daquela libertação.

A libertação atual é a da verdade. O brasileiro vinha sendo escravizado por corruptos, sociopatas e agentes de uma ideologia. Eram impostos, juros, inflação, pedaladas, propinas e outros vícios. Poucas virtudes foram erigidas nos últimos anos. E vínhamos todos presos ao sofá, vendo televisão e assistindo novela.

Nos últimos anos, com a popularização da internet, a informação circulou muito mais rápido. Um técnico do TCU descobriu as pedaladas. Dois juristas importantes fizeram disso um processo importante. Junto com movimentos de rua e seus líderes, agentes da libertação nacional.

O Avança Brasil ajudou a libertar os brasileiros do século 21

Mas não sozinhos. Tivemos o auxílio do povo, de maçons em diversas cidades, de outros movimentos. De alguns jornalistas importantes. De portais de notícias novos, como O Antagonista. Ou mesmo de canais de YouTube e de Facebook, como Tradutores de Direita, Terça Livre, Senso Incomum e outros. Os agentes da transformação do século 21 utilizaram a internet para transmitir novas verdades.

O depoimento do Lula mostra a verdade para o país. Semi-analfabeto, iletrado e incapaz de dizer a verdade, recorre a um discurso emocional vazio diante de um mero interrogatório. E essa verdade cada vez mais nos liberta.

Fazer despertar uma população atomizada, individualizada e dividida por governos socialistas, como o de FHC e o de Lula, não é fácil. Nos últimos anos muitas famílias foram destruídas. Novos conceitos foram construídos por meio de uma propaganda negativa sobre a família e valores conservadores. No entanto um deles, a lógica, é inevitável.

E a lógica ditaria que o Brasil se libertaria quando Lula falasse diante de um juiz. Porque ali a verdade transparece. Ainda que ele coloque a culpa em sua falecida esposa, ainda que ele não diga absolutamente nada de relevante, a verdade que está clara é justamente essa: Lula é uma ilusão. Votar nele é acreditar numa utopia ideológica. E já não podemos mais perder tempo com isso. Pobre Venezuela, que sofre com esses tiranos.

Libertar o Brasil: no século 19 a realidade era outra

Naquele momento, libertar o Brasil era acabar com a escravidão. Alguns importantes maçons negros contribuíram para a libertação daqueles escravos. Naquele momento, segmentados pela cor de pele, homens negros, inspirados pelos ideais maçônicos, agiram para fazer mudar a ideia e a lei que permitia a escravidão.

ilustres-abolicionistas-do-brasilHavia de ser entre maçons. Os ideais inspiradores de liberdade, igualdade e fraternidade tornam, na maioria das vezes, o homem mais corajoso para transformar o mundo ao seu redor. Por isso não foram maçons brancos que trabalharam pelo abolicionismo. Mas maçons negros, libertos e dotados de imensa sabedoria e força.

A história de homens como Luiz Gama, José do Patrocínio e André Rebouças não poderia ter esse caminho não fosse a maçonaria. Inspirados pela liberdade, esses homens, que foram maçons, são por vezes esquecidos. Mas esta semana, com o depoimento de Lula, tivemos o privilégio de ver uma figura política envolvida em denúncias de corrupção. As provas são claras e as respostas do réu foram evasivas.

Lula jamais será um líder popular de verdade como fora Luiz Gama. Para se ter uma ideia, em seu velório foram mais de 3 mil pessoas, em uma cidade de apenas 46 mil habitantes. Um verdadeiro líder defensor da liberdade, contra a tirania da escravidão.

A tirania moderna, no entanto, é perniciosa. Ela insiste em querer dizer para você que você não pode alguma coisa. É a tirania da corrupção, que utiliza o politicamente correto como arma para dominar os cidadãos. André Rebouças é exemplo disso. Conheça a história dele e entenda quem são os brasileiros de verdade. E eles não têm nada a ver com o Lula.

Lula tergiversou, mas ainda assim espalhou a verdade e ajudou a libertar

Lula só tergiversou. E foi duramente reprimido por Sérgio Moro no seu desvio de pensamento. Incapaz até mesmo de ler um papel que lhe foi dado sem colocá-lo de ponta-cabeça, Lula foi depor com uma gravata nas cores verde, amarelo, azul e branco.

Luiz Gama acreditava que o judiciário era, no fim, o pacificador nacional. Entendemos da mesma maneira. Num momento turbulento, mostrar uma justiça que funciona pode ser importante para o país. Pois mostra a real independência entre os poderes em ação. E tudo isso é um teatro que a constituição de 88 criou, à medida em que criou a última instância do STF, uma corte de indicados da política.

Essa armadilha de 88 jamais seria aprovada por Luiz Gama, um dos mais importantes abolicionistas da história do Brasil.

A verdade que Lula deixou foi a de ser um verdadeiro fracassado. Não compreendemos como pode Lula reclamar para Sérgio Moro do fato de que não foi convidado por Dilma para as Olimpíadas ou para a Copa. Que tipo de líder falaria isso? Certamente um que está acabado e quer ir logo para a cadeia. Será?

Ao final do interrogatório, Sérgio Moro resolveu deixar Lula fazer suas considerações finais. Ao fazer-se de vítima, aproveita e faz algumas ameaças. Essas ameaças não ficarão sem resposta. Lula sabe disso. Mas sabe que perdeu. E está irritado com isso.

Ainda bem. Pois é essa irritação de Lula ao final do depoimento que mostra a verdade. E a verdade é que ele tem medo de ser preso diante de todas as negociatas que foram feitas. Não há mais como esconder o temor. E o brasileiro já sabe que só deve quem teme. E não é uma boa ideia ameaçar o juiz.

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