Amor universal: como o ágape pode salvar o Brasil

EDITORIAL

Ágape, o amor universal, para os gregos, era um sentimento de empatia com tudo e com todos. Era chamada como a causa da alegria de viver. Junto dele, os outros tipos de sentimentos positivos seriam o storge, amor familiar, philia, a amizade e eros, a paixão alquímica.

O brasileiro não possui ágape. O motivo é simples: não há empatia com os demais brasileiros. Atomizados, em seus espaços seguros, o povo muitas vezes se acomodou diante de desmandos. Que brasileiro não viu o dinheiro ser levado por uma entidade pública para o nada? Para nada de útil retornar para o povo? O mais estranho é que os que mais pedem “direitos” do estado são os que menos cobram a ineficiência na prestação de serviços.

É claro que hoje não há motivos claros para o povo ir à rua como havia no impeachment. Foram dias em que mais de 2 milhões de pessoas foram à Av. Paulista. Foram momentos importantes que não devem ser esquecidos. Porém não é só daquela vez que o Brasil precisará disso. Infelizmente, será necessário muito mais do que dois milhões de pessoas nas ruas. Será preciso que 150 milhões de pessoas votem corretamente em 2018, abandonando as promessas populistas e os planos de dominação comunistas.

Do contrário o Brasil acabará mesmo se tornando uma Venezuela.

O amor universal e a vontade de agir pelo país

É preciso ter compaixão com as pessoas para poder ser um conservador no Brasil de hoje. Porque, afinal, o discurso, a narrativa, é de que é bom ser um esquerdista neoliberal. Ao vermos como está quem defende esse discurso, entendemos que faz mais sentido proibir essas ideias absurdas.

Não podemos ter brasileiros inertes e incapazes de fazer algo pelo país. Nem que seja mandar um e-mail, escrever uma mensagem de WhatsApp ou ir para as ruas.

É preciso que mais gente tenha essa noção política. Pois o Brasil não pode ter agentes do estado achando que mandam no povo. Não pode ter autoridade desautorizando o povo que lhe dá o voto. E não pode também achar que democracia é só votar e pagar imposto.

É preciso ter a hombridade de sair às ruas. E está na hora de sairmos das cavernas para colocarmos a cara, a voz e as ideias para elevar à nossa pátria ao estado da arte. E não faremos isso com um estado gigante, desengonçado e gente irresponsável que não trabalha e fica sem fazer nada.

A esquerda vende amor universal e entrega o ódio global

Essa constante manipulação do ódio das pessoas é o que mais aflige as almas deste século. É ódio ao machista, ao homem branco, ao homofóbico, a quem pensa diferente. Não se procura mais entender como o outro pensa. Do contrário: admite-se que quem pensa diferente é alguém a ser combatido. Tudo em nome de um amor universal utópico, uma ideologia sem sentido que vende o amor no futuro após o ódio no presente.

O ódio de classes, base dos comunistas brasileiros, está presente em todos os discursos dos partidos vermelhos. E mesmo em alguns políticos em partidos ditos “de direita”, está arraigada a ideia de que se deve tomar de uns para dar ao estado. Como se o estado fosse o cimentador das imperfeições individuais.

O estado deve ser mínimo e controlado pelo povo. Jamais dominado por caciques partidários defensores de lista fechada. Aliás, quem quer que ouse defender tal ideia já merece ser eliminado da política. É por isso que iremos trabalhar para que o ostracismo recupere o amor universal da empatia que deve ser a base da política. Políticos devem ser pessoas que se importam com outras, jamais sicofantas sem a menor capacidade de trabalhar por alguém que não seja para si mesmo.

Se não começarmos a encontrar e votar em políticos assim, o Brasil jamais será uma democracia de verdade.

Amor universal é ensinado na religião cristã, base da moral brasileira

Porém vem sendo subvertido por padres, igrejas e pastores que aceitaram a infiltração da esquerda também nessas esferas. É preciso que se diga a verdade: a ideologia marxista é oposta ao cristianismo. Não há qualquer semelhança entre o que disse Jesus e o que disse Karl Marx. Tendo sido Jesus morto pelo estado romano, os cristãos, ao contrário do que pensam os comunistas, devem, jamais, dar autoridade, atenção ou poderes ilimitados a um governo.

Os cristãos são ensinados, desde sempre, a desconfiar de Pilatos e de suas artimanhas. Sabedores que são da realidade da vida de Cristo, perseguido por aqueles que o julgavam um líder político, e não religioso, os cristãos jamais devem aceitar um governo forte, ilimitado, como defende a ideologia marxista que se infiltrou na igreja.

Sendo o comunismo praticamente uma religião ateia, essa infiltração não se deu com facilidade. Feita por gente dissimulada, que finge ser cristã enquanto defende ideias abomináveis ao cristianismo, se deixou infiltrar na principal religião brasileira. Bem como na ordem maçônica, que abriga muitos comunistas ateus infiltrados em seus trabalhos, já que não é possível ser maçom e ateu.

A moral brasileira é a do homem cristão. E a moral marxista é incompatível.

O amor universal e o ataque de Trump à base da Síria

Falando como um estadista, Trump defendeu os bebês mortos em ataque com gás sarin na Síria ao justificar o seu ataque tático a uma base militar síria.

Fez isso arriscando-se e muito com o seu aliado no conflito, a Rússia, que vinha auxiliando o ditador sírio Assad contra o Estado Islâmico jihadista e terrorista. Tudo em nome de uma compaixão que é característica dos grandes generais e líderes.

Trump vem demonstrando ser um líder diferenciado em todos os aspectos. Aos poucos vai conquistando o respeito do mundo e lembrando que temos de nos compadecer com os que estão sendo destruídos, mortos e assassinados por regimes totalitários em todo o mundo.

O risco do Brasil ter um regime totalitário de esquerda, similar ao de Assad, ainda existe. E é preciso que eliminemos essa ideia de que é bom ter um ditador no comando. Também é preciso eliminar esse conceito de partido único que vinha sendo implementado pela esquerda em todas as instituições nacionais.

É inspirado nesse conceito de Trump, de amor universal, que queremos convidar você a refletir sobre o Brasil. O Brasil precisa da nossa dedicação constante. Não será mais possível agirmos apenas em momentos mais drásticos. É preciso que continuemos agindo para tornar o Brasil um país mais avançado. Chega de atraso, de ideologia ultrapassada e de totalitarismo socialista ou comunista no Brasil. É preciso dar uma chance à democracia republicana de estado mínimo. É preciso de menos Brasília e de mais Brasil.

One Reply to “Amor universal: como o ágape pode salvar o Brasil”

  1. Luiz Gonzaga Mota de Souza says: Responder

    Parabéns pelo artigo! Estamos juntos.

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