Chega de intervenção do estado na economia e na vida das pessoas.
Economia

Chega de intervenção do estado na vida das pessoas

EDITORIAL

Chega de intervenção do estado na vida das pessoas. Os políticos de Brasília acreditam tanto no inconsciente projeto comunista inculcado pela arquitetura de Oscar Niemeyer e o projeto de Juscelino Kubitschek e João Goulart, que acreditam que podem passar leis do dia para a noite.

É projeto de abuso de autoridade, projeto de voto em lista fechada, alteração de lei que pode acabar com o Uber, 99 e Cabify além de outros desmandos do governo. Fora o fato de termos um Banco Central interventor, um ministro da Fazenda interventor e um presidente que se cala diante de um congresso interventor na economia e na vida das pessoas. De um congresso que legisla em nome da impunidade e da perpetuação no poder.

Está mais do que na hora do levante nacional. É preciso seguir os princípios de Gene Sharp e partir para o tomataço: o verdadeiro desprezo nacional diante da hipocrisia, da fantasia e da ideologia que domina Brasília. A ideologia de que políticos podem fazer o que quiser com o povo. É o povo que pode fazer o que quiser com os políticos.

A intervenção do estado pode ser diminuída pela intervenção do povo

O povo tem condições de impor a sua agenda ao governo, por mais corrupto e tirano que seja. Isso ocorreu na Sérvia, na Polônia, na Romênia, no Egito e até mesmo na China. Apesar dos chineses terem sido massacrados por tanques na Praça Celestial, a história foi implacável com os interventores. Desde então o Partido Comunista Chinês resolveu intervir menos na vida das pessoas. Mas não oferece sequer segurança aos seus cidadãos.

Não vemos a esquerda, reclamando da terceirização em nossa página, fazendo passeatas contra o comunismo chinês que não possui nenhum tipo de lei trabalhista. A ignorância nacional segue deslocada da realidade sobre o assunto, já que esse projeto de terceirização do Temer era ideia da Dilma. Absoluta incapacidade de destravar a economia brasileira? Não: incapacidade de desregulamentá-la.

Trump se elegeu com uma promessa de eliminar duas antigas regulações a cada nova regulação aprovada. Regulações são métodos estatais de intervenção na economia que não servem a nada, nem a ninguém. A melhor intervenção que o estado e esses políticos podem fazer é remover regulações, leis inúteis, agências cabides de emprego e profissionais indicados por políticos.

O quanto antes isso acontecer, melhor.

A intervenção do estado na vida dos seus filhos: ideologia de gênero e ideologia marxista. #ConMisHijosNoTeMetas

Já tivemos uma procuradora afirmando em entrevista que os filhos não são dos pais, mas sim do país, do estado e da sociedade. Portanto, socializando o seu filho para estudar em escola pública, você está aceitando uma agenda globalista que defende ideologia de gênero e ideologia marxista, criando um verdadeiro rebelde de cabelo colorido na sua casa.

No Peru, este ano, no dia 4 de março, mais de dois milhões de pessoas foram às ruas contra a ideologia de gênero. No Brasil? Apenas Bolsonaro mostra os materiais escolares feitos para convencer crianças à hipersexualização, ao hedonismo e à ideologia de gênero. Poucos políticos, e até mesmo o próprio povo, ainda não entendeu o que isso significa.

Na prática é simples: o estado precisa de escravos. Trata-se de um processo de escravização. Criando pessoas confusas, criam-se zumbis dependentes de empregos públicos e de uma vida medíocre. Admoestado a seguir cegamente essas ideias, seus filhos poderão se tornar pessoas que só buscam os prazeres sensuais e lisérgicos da vida, eventualmente buscando uma bolsa qualquer coisa para sustentar esse sistema e ficar dependente de partidos políticos de esquerda.

É preciso acordar para a realidade. O Brasil não é um país desse jeito. É um país cristão, conservador e com espírito empreendedor. Não se pode deixar levar pela onda estatista, por um governo globalista da ONU ou qualquer subterfúgio do gênero.

O Brasil é maior do que isso. E precisa de você, como os dois milhões de peruanos que foram às ruas dizer: “Con mis hijos no te metas!”, utilizando a hashtag (#ConMisHijosNoTeMetas) para deixar bem clara a mensagem. E fizeram até uma música para o movimento.

Veja como foi a passeata no Peru:

A intervenção do estado no livre mercado

O mercado deveria ser livre, mas, no Brasil, há uma tendência dos socialistas de quererem regular absolutamente tudo. Essa sanha reguladora leva o Brasil a travar. É um problema para todos os envolvidos.

O fato de termos um Banco Central super interventor não é pouco. Políticos querem intervir inclusive em inovações tecnológicas. Não basta querer taxar Netflix e Spotify, aplicativos de filme e música respectivamente. Agora querem tornar serviços privados e inteligentes, como Uber, 99 e Cabify, em serviços públicos.

O estado, quando intervém no livre mercado, destrói as oportunidades de geração de valor, derruba empregos, acaba com a economia que cresce com as inovações e destrói os sonhos das pessoas. O estado é um estraga prazer.

É preciso destruir essa intervenção do estado na economia, pois intervenção na economia é intervenção na vida particular das pessoas. O estado tem que aceitar a renda que lhe cabe da atividade econômica, sem querer destruir as estratégias dos empreendedores com legislações inúteis que não ajudam em nada o nosso povo.

Essa intervenção nos aplicativos de transporte é também uma intervenção em nosso direito e de ir e vir. Um direito constitucional. Não queremos serviços públicos. Queremos privados. Chega de serviços públicos. Os táxis, aliás, só aumentaram a qualidade porque esses aplicativos surgiram. E ainda bem que é assim. Destruir a competição só destruirá a qualidade e o preço.

Chega de intervenção do estado na economia!

A intervenção das supremas cortes nas constituições dos países

A reinvenção do impeachment da Dilma, que possibilitou que ela saísse da presidência sem perder os direitos políticos, é só um exemplo de uma suprema corte interventora e sem sentido que temos em nosso país.

Na Venezuela, a intervenção do supremo na assembleia nacional mostra o descaso da ditadura bolivariana que lá está no poder. A ditadura do Maduro quis escancarar e deixou claro para o mundo que irá recorrer à qualquer medida esdrúxula para manter o seu poder.

Nos Estados Unidos, uma suprema corte absolutamente sem sentido, aprovou o casamento gay como se isso fosse interpretação da constituição americana — que não fala nada sobre o assunto. Como se um tema que a constituição não cobre fosse da alçada da Suprema Corte americana.

A suprema corte brasileira já aprovou uma série de coisas sem sentido nos últimos anos. Temas e problemas que nada tem a ver com o papel constitucional. Por muitas vezes, resolvendo situações criminais de pessoas com foro privilegiado, como se fosse tarefa de supremos ministros ficarem decidindo a vida de alguns poucos políticos como se fossem juízes de primeira ou segunda instância.

Essas intervenções sem sentido precisam acabar. É evidente que Brasília é ineficiente e que Sérgio Moro, o MPF e a PF são muito mais eficientes em levar à justiça os culpados do que qualquer um dos supremos juízes.

A intervenção das supremas cortes precisa acabar.

A intervenção do estado na mídia e na cultura

A intervenção do estado na mídia se dá pelo controle das verbas de propaganda. Quando o estado se torna o maior anunciante das mídias, ele se torna dono das mídias. Trata-se de uma venda fácil, é verdade. Porém, trata-se de uma venda da alma da mídia, que acaba se rendendo aos temas que são afáveis aos políticos. E não ao povo que elegeu os políticos e que tem o poder.

A intervenção do estado na cultura se dá por meio das escolas, dominadas por professores sindicalizados dispostos a espalhar a doutrina marxista. A cultura dessa gente está clara. Basta visitar um campus de uma universidade federal para observar a cultura frágil, as almas inertes e a falta de conhecimento.

Triste é ver que muitos alunos dessas universidades se prepararam para o vestibular. Os melhores passaram nas provas, porém tornam-se praticamente incapazes para o trabalho e para a vida ao estudarem nesses cursos. Muitos terminarão a universidade especialistas em experimentar os mais diversos tipos de drogas e posições sexuais. Nada de útil se ensina nas salas de aula e não há emprego para absorver toda essa gente. Muitos irão se filiar a partidos políticos e viver uma vida mansa trabalhando para o estado.

Uma cultura que não ensina a empreender, mas sim que o bom mesmo é ser servidor público é uma cultura fadada ao fracasso. Afinal qual é o valor para a sociedade que gera um funcionário público, senão o de ao menos devolver ao mercado o dinheiro que foi dele retirado pelo governo? Trata-se de um jogo de perde-perde em que o estado ganha em todos os lances. E nós só aceitamos esse jogo porque estamos calados.

Está na hora de não nos calarmos mais.

A intervenção do estado até mesmo na sua alma

E isso é possível por meio da promoção cada vez maior de valores ateístas e marxistas, como o aborto, o esquerdismo radical, o feminismo sexista e outros elementos que temos visto em nossa sociedade.

A oposição completa à cultura judaico-cristã é evidente, com a intervenção do estado até mesmo no ideário que temos de imaginar um Brasil “laico”, como se fosse possível num país em que 90% dos cidadãos são cristãos. Para tanto, querem até mesmo aprovar lei de imigração, para trazer pessoas de outra cultura para o Brasil que jamais poderão se adaptar à nossa realidade.

Fora a constante tentativa de destruir a igreja católica, ridicularizar os protestantes, desprezar as religiões africanas e até mesmo defender abertamente o antisemitismo, o mesmo antisemitismo dos nazistas.

Os esquerdistas que mais nos acusam de sermos nazistas ou fascistas são os que mais defendem o antisemitismo. São contra Israel e acreditam no “multiculturalismo”. Que, na cabeça de jihadistas radicais, significa, na prática, a destruição de todas as outras culturas que não a deles.

O estado não pode mais intervir em nada. E isso quem diz agora é o povo. E quando o povo diz, está dito.

Temer, vete as intervenções nos aplicativos de motoristas privados

Temer, por favor, corrija os seus pares no congresso e vete o absurdo da regulação de aplicativos de motoristas privados. Não queremos a intervenção do estado em mais um serviço privado que já é de alta qualidade.

Chega de intervenção na economia.

Conheça a nossa página do Ostracismo e veja em que políticos jamais votar.

 

One Reply to “Chega de intervenção do estado na vida das pessoas

  1. Meus caros, peço corrigir este parágrafo:

    Já tivemos uma procuradora afirmando em entrevista que os filhos não são dos pais, mas sim “do país”, do estado e da sociedade.

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