Esquerda tirana e o fim da democracia

A esquerda tirana está perdendo poder e espaço. E precisa perder ainda mais.

EDITORIAL

A esquerda tirana quer o fim da democracia. Ela está presente no Brasil, no Paraguai, na Venezuela, na Bolívia, no Equador e no Chile. Foi vencida no Paraguai e na Argentina, países que já estão começando a se recuperar com governos gestores no comando. No entanto ainda atrapalha, e muito, no Brasil, na Venezuela, no Paraguai e em Cuba, onde ainda domina.

A verdade é que o ideal, para a esquerda latino-americana, é que Cuba seja o centro político de toda a região. Eles pensam em formar o que chamam internamente de “Pátria Grande”, mas que já foi apelidada de URSAL: União das Repúblicas Socialistas da América Latina. Seus grandes líderes hoje são Maduro, Raul Castro, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Evo Morales, Rafael Correa, Cristina Kirchner e Michelle Bachelet. Cada um com o seu território estratégico procurando destruir a democracia dia após dia.

A estratégia delineada por Fidel Castro consistia em algo parecido com o que foi feito no leste europeu: eleições maquiadas para dar a falsa sensação ao povo de que, ao votar e pagar imposto, estão vivendo numa democracia. Enquanto isso os tiranos procuram aprovar projetos de leis absurdos que são verdadeiros experimentos sociais desastrosos. Tungam o dinheiro da classe média, fazem acordo com alguns ricos escolhidos e destroem o livre mercado do país onde ocupam o poder.

A esquerda tirana tem um só objetivo: chegar ao poder e dele nunca mais sair. A melhor vacina é a verdade.

O objetivo? Tornar o estado a entidade mais rica do país e, simultaneamente, garantir que a estrutura esquerdista montada desde a guerra fria fique no poder e não saia nunca mais. Esses sujeitos estão no poder há mais de meio século em Cuba, passaram mais de 20 anos no poder no Brasil e agora querem tomar o poder a todo custo.

A única forma de evitar é o povo na rua, na internet e em todos os lados fazendo a devida pressão. Sem pressão do povo não há democracia. É por isso que Oscar Niemeyer e Juscelino Kubitschek colocaram Brasília tão longe do resto do Brasil e lhe deram o nome de uma ilha. Para isolar os burocratas. Felizmente a internet e as telecomunicações permitem que a pressão seja realizada na devida forma. Que assim seja.

Pautas globalistas da ONU são parte da estratégia da esquerda tirana para tomar o poder.
Pautas globalistas da ONU são parte da estratégia da esquerda tirana para tomar o poder.

A esquerda hoje está presente na União Europeia, na ONU, no partido Democratas nos Estados Unidos, e em vários partidos brasileiros e latino-americanos. A esquerda está por toda parte e suas pautas continuam circulando pelo mundo todo. O objetivo é um só: tornar o cidadão cada vez mais dependente de governos, de entidades globais e internacionais, deixando para os outros as decisões de suas próprias vidas. É da ONU que surgem pautas como a ideologia de gênero e outros absurdos que não fazem sentido.

Para que essa pressão ocorra, ela precisa ser baseada em fatos. É necessário que mostremos, por exemplo, as pesquisas recentes. Ao realizar um aborto, uma mulher possui chances aumentadas de câncer de útero e de mama. É preciso dizer a verdade que, após fazer a cirurgia de mudança de sexo, pessoas transgêneras cometem suicídio numa taxa muito maior do que a população normal. A verdade nos liberta e é preciso dizê-la. Não podemos deixar a esquerda continuar mentindo, pois tais mentiras matam.

A esquerda tirana na Venezuela quer abolir a democracia usando o Supremo

A Venezuela hoje é o país onde os comunistas mais fazem experimentos sociais. Além de levar as pessoas à morte em filas de compras cada vez maiores, o povo de Caracas hoje não pode sair à rua. Não sem medo de ser assassinado por bandidos ou até mesmo pela polícia.

As manifestações foram duramente reprimidas, com mortes e até mesmo prisões sem acusação. O povo está absolutamente sem opções depois de ter votado num congresso oposicionista que se viu diminuído por uma suprema corte tirana.

A princípio, o que se nota é que o plano dos petistas aqui no Brasil era um tanto quanto parecido: construir uma suprema corte alinhada ideologicamente para, no momento certo, usá-la para legislar na causa radical de extrema esquerda sempre que essas pautas não fossem aprovadas pelo congresso brasileiro.

O que maduro e os ministros bolivarianos da primeira corte fizeram é ainda pior: decretaram que o congresso era inútil e que toda a sua função iria passar para a suprema corte. Uma suprema corte escolhida a dedo pelos bolivarianos, jamais pelo povo venezuelano. Um plano terrível que Maduro, com medo dos resultados políticos, resolveu abortar para não ser devidamente encarado como ditador.

Como ditador ele poderia até mesmo sofrer a invasão de países estrangeiros para dar cabo ao regime. Como suposto democrata, ele ainda teria poder de barganha e tempo para destruir o povo venezuelano e ficar apenas com quem lhes interessa.

A esquerda tirana na Venezuela é igual à brasileira, que ainda se disfarça de moderada, mas que não esconde o seu radicalismo. É preciso dizer a verdade: a esquerda no Brasil é extrema esquerda.

A esquerda tirana do Rio de Janeiro transformou aquele estado numa mini-Venezuela

O Rio de Janeiro também vive uma situação criada pela extrema-esquerda naquele estado. Não se trata do PMDB, partido dito de centro, ainda que no passado tenha se tornado o abrigo dos esquerdistas radicais do país. Mas sim da classe esquerdista no poder e da ideologia que foi naquele estado implantada no governo desde Brizola. É algo muito maior, que transcende a classe política e o poder político.

O resultado disso é que o Rio se tornou uma espécie de mini-Venezuela. E é um péssimo exemplo de como um estado que intervém na economia pode se dar muito mal e dar diversos tiros nos próprios pés.

Numa mistura de corrupção, descaso, má gestão e falta de noção, o que fizeram Cabral, os Picciani e Paes ficará para a história como um péssimo exemplo de fim da democracia, populismo, corrupção e descaso. Coube à Polícia Federal levantar todos os desmandos e prender ex-governadores. Caberá aos juízes do Brasil procurar executar a justiça enquanto há tempo.

A solução para a esquerda tirana é uma direita liberal conservadora

E ela não é encontrada facilmente em alguns partidos, como o PSDB, onde ainda há uma base muito pequena de conservadores e que não possuem forte influência sobre o partido. A liderança dos tucanos é exercida por FHC, Aloysio Nunes, José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves, todos notórios esquerdistas e caciques partidários.

No entanto há esperança, já que Paulo Eduardo Martins, João Dória e outros elementos parecem apresentar algumas propostas diferente para o partido. Ainda que não sejam bem vistos pela ala mais à esquerda, o PSDB sempre teve gente mais à direita. É o caso do falecido Mário Covas, hoje bem representado por seu neto, Bruno Covas, vice-prefeito de São Paulo e outro político que pode se tornar mais bem conhecido com o tempo.

Ainda sem um partido definido, corre por fora Jair Bolsonaro. Esse último, que vinha sido ignorado pela esquerda e pela grande mídia. Passou a frequentar mais os jornais ultimamente, quando pesquisas mostram que ele está em segundo lugar na corrida para a presidência em 2018. Agora atrás apenas de Luís Inácio Lula da Silva e empatado com Aécio Neves e Marina Silva.

A esquerda tirana morre de medo de um candidato conservador e liberal

Jair Bolsonaro apresenta um discurso conservador. Já defendeu diversas vezes um estado mínimo e a iniciativa privada como solução para o país. Por ser um capitão da reserva, muita gente ainda o associa à época do regime militar.

Ressurge a democracia, em 1964, no jornal O Globo. O alívio contra a esquerda tirana.
Ressurge a democracia, em 1964, no jornal O Globo. O alívio contra a esquerda tirana.

Ainda que tal regime não tenha ocorrido por acaso: os militares estavam combatendo os comunistas que estavam no poder no Brasil. Essa imagem do dia 1o de abril de 1964 do jornal O Globo mostra bem como o povo recebeu a revolução de 1964.Com muito medo da comunização do Brasil. Porém, toda a euforia em torno daquele momento era em vão. A esquerda já tinha o seu plano de dominar a cultura, a educação e, com o tempo, voltar ao poder. E eles conseguiram.

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Não por acaso, em reportagem do Estadão, ele aparece como um “fantasma” que “ronda o Planalto”. O medo da esquerda do poder de Bolsonaro só aumenta. Pesquisa realizada no Estado de São Paulo já mostra Bolsonaro em segundo lugar.

Bolsonaro combate o comunismo com um discurso conservador e liberal. É o único hoje que se alinha com a ideologia que é a maioria no Brasil, ainda que silenciosa. E tem grandes chances de se tornar vencedor, sobretudo se souber fazer as alianças corretas.

O Avança Brasil atualmente não apoia nenhum candidato, mas iremos, sim, apoiar as ideias conservadoras e liberais que norteiam o nosso movimento. Na hora certa, iremos dizer claramente quem iremos apoiar assim que tivermos mais bem definida essa corrida. Por ora, continuaremos lutando junto aos que estão do nosso lado pela causa da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Sobretudo da igualdade entre classe política e o povo, que precisam seguir as mesmas leis.

 

One Reply to “Esquerda tirana e o fim da democracia”

  1. […] Lula está acabado após esse depoimento. O estrago à imagem é inevitável. Lula terá os seus 30%, naturalmente, que é o voto ideológico no Brasil. O resto do país irá partir para outra. Seria mais fácil para Lula não ser candidato. Porém sabemos que a esquerda mundial vive com dinheiro internacional. George Soros está dominando todos os aspectos, fornecendo a infraestrutura para toda a operação. Enquanto isso Lula segue sonhando em ser o ditador do proletariado brasileiro. […]

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