Estrago na carne e na alma do brasileiro

O estrago na carne e na alma do brasileiro

EDITORIAL

A carne sendo a matéria, a alma, o espírito, o estrago é constante no Brasil. Quem o produziu foi um conjunto de ideólogos, por vezes armados, que introduziram em nosso inconsciente coletivo a certeza de que o brasileiro é de esquerda.

Criaram no Brasil a falsa noção de que mencheviques e bolcheviques eram de oposição. Inundaram de membros da esquerda em todos os partidos e em todas as camadas da sociedade. Criaram a sensação de uma falsa oposição PT contra PSDB que não existe. E o principal partido de “centro”, PMDB, na verdade é um partido burocrata e estatista, sendo o abrigo de socialistas revolucionários que ainda atuam dentro do partido. Como os antigos membros do MR-8 que publicam o jornal “Hora do Povo”.

Jornal Hora do Povo, editado por membros da esquerda revolucionária de dentro do PMDB
Jornal Hora do Povo, editado por membros da esquerda revolucionária de dentro do PMDB

O estrago na carne do brasileiro é, por fim, uma quantidade absurda de impostos. Um brasileiro com salário bruto de 20 mil reais ganha, no fim, apenas 3 mil reais. 17 mil vão para o estado com fluidez por vezes invisível. Impostos embutidos em preços, transações financeiras e onde permitir a criatividade dos políticos nacionais são inventados da noite para o dia.

Esse verdadeiro descaso com o bolso do cidadão nacional por parte de nossa classe burocrática nunca foi tão claro. À medida em que se afastou o PT do poder, a carne podre dos demais partidos começou a cheirar mal. Quando isso ficou evidente, à medida que alguns ministros do novo governo Temer foram sendo demitidos, rapidamente se aplicava a limpeza com ácido ascórbico. Como se a vitamina C garantisse algum benefício antigripal no meio dos coliformes fecais que consumíamos.

A verdade sobre o estrago nunca foi tão clara

A verdade é essa: o brasileiro é consumido por um estamento burocrático, por uma casta autocrática, que já demonstrou inúmeras vezes a habilidade de legislar em causa própria, seja por decretos do executivo ou leis aprovadas com urgência no legislativo.

O estrago da mortadela já era evidente e nunca ficou tão claro como agora.
O estrago da mortadela já era evidente e nunca ficou tão claro como agora.

Mais recentemente passou-se a considerar a jurisprudência de decisões do Supremo Tribunal Federal como legislação. É assim que a classe socialista do Brasil tenta aprovar o aborto, o casamento gay e o que mais for de difícil aprovação no congresso para conquistar os corações e mentes dos brasileiros incautos.

Como se fossem autorizados, por nós, a votar apenas o que lhes interessam, e não para o que foram eleitos.

O brasileiro é conservador. No entanto, um processo de lavagem cerebral, iniciado por FHC associado a Antonio Carlos Magalhães, até chegar a Lula aliado de José Alencar, foi o que fez o Brasil pensar que é absolutamente conservador votar na esquerda.

Conquistando, portanto, corações e mentes baseados numa farsa, os esquerdistas prontamente destruíram a nossa noção de realidade. O brasileiro conservador hoje é menchevique achando que há alguma oposição contra os bolcheviques. Enquanto isso, o partido único, a hidra que manipula os dois lados com seus tentáculos, é o partido comunista.

FHC e Lula são nossos Lenin e Stalin, respectivamente, causando estrago em nossa democracia

E servem a um único partido invisível, que está além do que se vê em propagandas na TV. Esse partido é o movimento comunista, que reúne ainda figuras como Aécio Neves, Marina Silva, Dilma Rousseff, José Serra, Geraldo Alckmin e até mesmo João Dória, que já disse, mais de uma vez, que apoia Geraldo Alckmin.

Todos membros de uma seita que acredita, sinceramente, que mais estado é a solução para tudo. Não necessariamente adotam o pensamento comunista tradicional. Alguns deles, sim, como é o caso de Dilma e Lula. Porém, todos os outros são “reformistas” daquele antigo pensamento revolucionário, tendo ideias diferentes para chegar aos mesmos fins.

Que fim? Uma sociedade anarcocomunista, para os mais revolucionários de esquerda, onde comunas se organizariam de forma a conviver em subsistência. Para outros, socialistas, isso levaria a um governo burocrático, de partido único ou hegemônico, de forma a criar uma sensação de democracia com uma ditadura invisível. Os cidadãos apenas são levados a acreditar que estão escolhendo os seus políticos, enquanto são manipulados a votarem apenas nos candidatos que a classe burocrática deseja.

O estrago de FHC e Lula no Brasil levou ao nosso capitalismo chinês

E o que fizeram com isso? Basicamente criaram no Brasil toda a atmosfera necessária para imitar o atual “capitalismo chinês”. Tanto aqui quanto lá empresas têm de ser praticamente sócias do governo. Pagando mais de 50% de impostos para o partido comunista, os capitalistas que quiserem entrar lá precisam aceitar as regras impostas por um governo de partido único.

E as eleições chinesas? São sempre entre adversários do mesmo partido. Uma ilusão de democracia burocrática que permitiu à classe tirana ficar no poder sem que o povo se revoltasse. Não que na China o povo não se revoltasse. Vale lembrar a imagem do cidadão que, sozinho, enfrentou um tanque de guerra. Tudo porque ainda há muitos chineses que querem a liberdade.

A entrada da China na Organização Mundial do Comércio foi uma farsa. Um país que jamais respeitou absolutamente nenhuma regra comercial, que não possui nenhum tipo de lei trabalhista que proteja o trabalhador, com um governo que manipula o câmbio conforme lhe interessa… como poderia tal país fazer parte de uma organização mundial que defende regras de livre mercado?

No Brasil tampouco há grandes chances de sucesso para empreendedores que não se associam ao governo. Prova disso é o que estamos vendo no escândalo da carne podre. A mão podre do BNDES, com seus empréstimos de juros baixos e investimentos mágicos em empresários amigos, está por toda a parte nesses escândalos.

O estrago da carne começou no estrago que o BNDES fez à economia brasileira

O mercado pecuário brasileiro sempre teve muita competição. Porém, de uns tempos para cá, essa competição foi sendo destruída com empresas dominando o mercado de carnes bovinas e de frango quase que totalmente.

Controlando 90% do que o brasileiro come em termos de proteína animal, apenas dois grupos “competem” num mercado que só é assim devido a empréstimos do BNDES que concentraram o mercado em nome de alguns empresários.

O estrago na carne e na alma do brasileiro
O estrago na carne e na alma do brasileiro vai ficar ainda mais evidente quando investigarem o BNDES

Por que? Porque esses empresários iriam favorecer eternamente o projeto do comunismo no poder. Representado por Lula, que nada mais é do que um tentáculo da hidra vermelha, esse projeto visava a “estatizar” o mercado da carne e da pecuária brasileira.

A ironia desse projeto é que não vemos mesmo o MST invadindo fazendas da Friboi ou da BRF. Vemos, no entanto, o MST invadindo laboratórios de pesquisa e propriedades produtivas de fazendeiros individuais, que não pertencem a nenhum grupo gigante, como esses citados acima.

O estrago na carne advém da falta de competição. Sem ter com quem competir, já que esses grandes grupos são detentores de muitas marcas que nem sabemos, acabamos consumindo carne podre de todos os lados. Sem jamais saber se não estamos destruindo nossa saúde no processo.

Excesso de governo mata o povo e causa estrago na alma

Esse é só um exemplo de como um governo burocrático ilimitado destrói a sua população. Junte-se a carne podre ao desarmamento da população, à constante educação de não reagir ao crime, às filas nos hospitais públicos, à baixíssima qualidade na educação, à falta de saneamento básico e você terá, no fim, uma população doente, fraca, e dependente do estado.

Outras propostas, como a doutrinação política na sala de aula e a ideologia de gênero têm como objetivo a destruição da família, a única fronteira que pode combater e limitar o estado.

Com pessoas atomizadas, sem família, vivendo relacionamentos vazios e hedonistas, mais preocupadas com o seu próprio prazer do que com a perpetuação de nossa espécie, estamos vendo uma sociedade que caminha para o seu próprio colapso. Essa triste realidade é o grande estrago na alma do brasileiro. Que vem sendo consumida por um grupo de burocratas com mania de controle da população.

Enquanto a população não acordar da manipulação, continuará votando na esquerda achando que ela é de direita. É preciso despertar. Opções de direita conservadoras já existem. É preciso apenas eliminar preconceitos sem sentido. O brasileiro é conservador e precisa deixar de ser manipulado achando que é conservador votar na esquerda fabiana, na falsa direita socialista.

A solução para o estrago é o povo pressionando os políticos

Não há melhor pressão do que panelaços, povo na rua, e destruição da imagem dos que se acham intocáveis por meio da verdade sendo dita nas redes sociais.

A mídia no Brasil, infelizmente politicamente correta demais para dizer a verdade, não deixa claro quem são os políticos que devem cair no ostracismo. Não explicam quem são os autocratas que tomaram o poder e acreditam que podem tudo.

A Lava Jato é uma das forças que lutam contra o estrago deixado pela classe política. Porém não pode ser a única. É preciso que o povo vá para as ruas no dia 26/3, um domingo, para levantar novamente a bandeira da nação e defender o Brasil como a federação a que está predestinada a ser.

Vamos tornar o Brasil uma república federativa de verdade, com mais autonomia para os estados e menos possibilidade de burocracia em Brasília. Vamos repensar o nosso país como se fosse um Brasil de outra dimensão, um Brasil paralelo ao qual queremos chegar. Um país rico, justo e perfeito, de que possamos nos orgulhar.

Vamos eliminar o estamento burocrático denunciando-o e preparando o país para um futuro melhor, mais honesto e com mais riqueza para a população e menos para o governo.

Eis uma solução razoável para um estrago que parece irrecuperável, mas não é. É preciso que você aja. Pois não agir pode dar voz aos políticos desonestos, aos párias da nação. E nem voz mais eles merecem.

 

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