Cultura além do carnaval

É preciso de uma melhor cultura de carnaval para evitar esse tipo de político.

EDITORIAL

Carnaval é cultura? Sim, cultura católica que nos foi trazida ao Brasil pelos portugueses. Quarenta dias antes da Páscoa, o Carnaval segue o calendário lunar para ficar sempre a 40 dias da Pessach, passagem em hebraico.

Entre o carnaval e a páscoa era comum um período de descanso, meditação e repouso, a Quaresma. Cultura essa que vem se perdendo com o tempo e o brasileiro vem vivendo esse período como um eterno carnaval.

A data do carnaval é a terça-feira, também conhecida como “Terça Gorda”, ou “Mardi Gras” em francês. Tradicionalmente, esse era um dia de festa, de encontro das pessoas, de dança e de alegria. Carnaval em Veneza e New Orleans, nos Estados Unidos, são prova de que essa cultura existe em várias partes do mundo. Ela não é exclusiva do Brasil.

Muito antes de ser influenciada pelo cristianismo, a festa do Carnaval era uma tradição dionisíaca. Daí o fato de até hoje ela ser uma festa associada ao prazer, à vaidade, à fantasia.

Voltando para o Brasil do século 21, Carnaval significa, necessariamente, sexo, álcool, música alta, drogas. A avenida é mostrada na TV com desfiles financiados por criminosos do jogo, das armas e das drogas. Tudo isso é exposto na TV como se a feiúra por trás de todo o carnaval pudesse se transformar em beleza apenas com o sorriso das passistas seminuas.

O Brasil segue transmitindo uma imagem de potência sexual para o mundo devido à baixa cultura que exalamos no período com o suor do brasileiro. É preciso urgentemente uma cultura que se sobressaia a essa urgência da busca pelos prazeres sensuais.

O Brasil não pode ser um eterno carnaval

A expectativa de muito brasileiro, o ano todo, é o carnaval do ano seguinte. Muitos programam viagens a locais onde a festa é ininterrupta. Jovens adoram a festa, pois permite o encontro e até mesmo o engate de um romance. Nesse aspecto, a principal utilidade para o carnaval sempre foi a união de pessoas que levava ao casamento.

O casamento, no entanto, vem sendo banalizado e até mesmo desvirtuado por alguns grupos esquerdistas. O objetivo, naturalmente, é tornar o Estado mais poderoso e as famílias menos importantes. Não por acaso, o que vimos na última semana é prova disso.

Quando a Deborah Duprat, uma procuradora com ideologia esquerdista defendeu que as crianças não pertencem a seus pais. Um absurdo. Mas o plano deles é justamente esse: criar seres autômatos que obedeçam o estado como se fosse um deus. Usam, para isso, a doutrinação nas escolas estatais. Além disso, dependem de propaganda para promover agitação, como as últimas manifestações de esquerda.

Mas esse plano está sendo interrompido por quem está falando a verdade. Como Miguel Nagib, que desmascarou essa procuradora.

Sem melhor cultura, não haverá melhor política

A corrupção no Brasil não é culpa dos políticos de Brasília. Ela é culpa da cultura brasileira, que ainda não evoluiu a um estado superior. Em parte devido ao que vem sido feito pela esquerda no Brasil.

Em vez de educar nossas crianças, os professores estão focados em criar seres plastificados. E estamos vendo isso claramente nas Universidades Federais, nos cursos de humanas: a devida transformação de alunos em seres multicoloridos, tatuados e com piercings. São seres que não conseguem mais ter um pensamento moral sem relativizar. São homens e mulheres que, no futuro, terminarão sempre votando em políticos e partidos de esquerda.

A corrupção gigantesca da Odebrecht e das empreiteiras é fruto dessa cultura da impunidade. Do “jeitinho brasileiro”, que tem sido, ultimamente, execrado pela população. Talvez por estarmos em um novo estágio de consciência, não há mais, entre os bem informados, quem defenda esse jeitinho. Afinal ele sempre foi indefensável.

O Brasil pode estar na rota de se tornar um país civilizado. Isso porque a realidade está se tornando mais clara. O brasileiro começa a contar com novos portais de notícia e novos conteúdos que antes não existiam. Esses editoriais jamais seriam escritos se não houvesse a necessidade premente de dizer verdades. Verdades que precisam ser ditas.

É a ficção, literatura, a arte e a alta cultura que formam mentes brilhantes

Os grandes escritores são responsáveis pelas mentes criativas mais importantes da história do mundo. Está comprovado que ler histórias para as crianças, especialmente ficção, estimula a imaginação e permite que ela possa viver outros mundos.

Essa passagem para outras dimensões aumenta a capacidade intelectual dessas crianças. A capacidade imaginativa é o que estimula mentes brilhantes. O estímulo contínuo é o que leva a ideias novas e soluções inteligentes.

A esquerda tem tentando implantar em nossa cultura a ideologia de gênero. Mas quais são os resultados dessa ideologia? Desastrosos: gente deprimida, suicídios e diversos problemas psicossociais. Não há vantagem alguma em estimular um homem a tomar hormônios femininos ou mulheres a tomar hormônios femininos. Esse tipo de experimento forma seres divididos, quebrados, incapazes de grandes conquistas.

É preciso ler para o seu filho ou filha. Se você o fizer, você estará contribuindo para um Brasil do futuro menos corrupto, mais inovador e menos socialista.

Uma melhor cultura reduziria crimes e aumentaria a riqueza do país

A cultura é estimulante do crime. O trabalho das forças de segurança é extremamente dificultado. Não apenas porque bandidos estão fortemente armados. Mas porque estão combatendo grupos que criam uma cultura de terror que não possui solução senão a cadeia e a prisão perpétua.

É preciso de uma melhor cultura para evitar esse tipo de político.
É preciso de uma melhor cultura para evitar esse tipo de político.

O PCC, por exemplo, criou uma ideologia e rituais malignos para destruir seus inimigos. Essa é uma forma de torturar inimigos sem utilizar uma única arma. Causando sofrimento e dor que leve o inimigo a capitular. O que faz o Brasil diante de tão surreal afirmação? Nada.

É preciso mudar o jogo dando novamente a possibilidade das famílias se protegerem. É preciso destruir, denunciar e destroçar a cultura do crime, o funk e a romantização do bandido. Isso precisa acabar para que o Brasil avance.

 

One Reply to “Cultura além do carnaval”

  1. Evandro Gualberto Costa says: Responder

    Simples.
    Está semana postei no Facebook, um comentário sobre arte e cultura. Donde já séculos e séculos passados, já tinham a ARTE e a CULTURA, como criações loucas. E de forma categórica eram vigiadas e censuradas.

    Lembrem-se do Conde Sade.

    E o carnaval e outros causam a destruição, em prol de meia dúzia, que ficam com grande quantidade de dinheiro.

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