Lula será preso ou a rua terá dezenas de milhões de brasileiros

Lula será preso

EDITORIAL

Lula não consegue encher comícios sem mortadela. Porém Lula consegue rapidamente encher as ruas de gente vestida de verde e amarelo. É o que veremos acontecer no dia 26/3/2017.

O povo voltará às ruas para pedir, dentre tantas coisas, a principal: a prisão do orquestrador da ORCRIM. O prisão do mestre principal. Do câncer da nação que vingou, prospera e faz metástases.

2018 está aí e Bolsonaro aparece como o principal candidato da direita. Será Bolsonaro o nosso Trump? Há paralelos no politicamente incorreto e na clareza da linguagem que são inevitáveis de se traçar.

Há também paralelos nas viagens dos dois por ambos os países de dimensão continental. Existe a possibilidade de Trump ter ganhado as eleições a partir da análise de dados das redes sociais. E o mesmo pode estar acontecendo com Jair Bolsonaro.

Se há duas coisas que deixam os comunistas brasileiros sem sono é a prisão de Lula e a eleição de Bolsonaro presidente. Certamente não poderemos nos esquecer que o PT chegou a fazer uma convenção e fazer um relatório que colocava como meta a cassação de Jair Bolsonaro.

Todo mundo que o PT não gosta é porque deve ser excelente.

O PT detesta Dória, Bolsonaro, Alckmin e ama FHC, Serra e Aécio

Diga-me com quem andas e te direi quem és. Dória anda bastante com Alckmin e parece estar preparando Bruno Covas para a eventual situação em que ele tenha de concorrer à presidência da República, algo plenamente possível em 2022.

Bolsonaro, por sua vez, já assumiu o papel de revisor do passado brasileiro, falando verdades sobre a batalha anticomunista que sempre existiu no país desde 1935, ou até antes.

Quem o PT detesta deve ter algo de valioso. Afinal, o PT, por detestável que seja, só via valor no que era, para ele, “revolucionário”. Não há valor na ética, na lei, nos contratos. O que importa é a necessidade de fazer algo diferente, tudo em nome de um projeto de poder tirano e autoritário.

O comunismo do PT não entrou em nossas vidas. Ainda bem. E jamais vai entrar, porque o Brasil não nasceu para ser vermelho.

O povo quer ver é a Lava Jato trabalhando

Nosso mês de fevereiro foi triste porque a Lava Jato finalmente foi parada. Com a morte de Teori Zavascki de um lado e com Janot servindo de proteção aos bandidos corruptos de outro, a Lava Jato, cada vez mais, se torna uma esperança de melhoria na vida individual das pessoas.

Porque com um estado menos agressivo na hora de colocar a mão no bolso do contribuinte é necessário para que o país volte a crescer. Não teremos isso com a atual geração de burocratas que se aproveitou da estratégia de serem caciques de partido para ficarem no poder eternamente.

Tiririca, eterno exemplo da política do quanto pior melhor, é prova nada inocente disso. De inocente nada tem o presidente do partido do Tiririca, eleito pela lista partidária fechada e secreta de nossos tempos.

Lava Jato precisa concluir a sua missão, que foi tudo, menos rápida

O nome Lava Jato, para uma operação que já se estende por 3 anos, não serve mais. A promessa de uma operação capaz de limpar muita sujeira rapidamente não se mostrou possível. O jogo político brasileiro travou a operação e tenta minimizar os seus danos na medida do possível.

Se a Lava Jato ensinou algo aos brasileiros é que não se deve jamais confiar na classe política. E que deve haver um esforço contínuo para arrancar privilégios da elite burocrática nacional. Esses resquícios do positivismo que ainda grassa na cabeça do brasileiro é uma armadilha que facilita para os marxistas dominarem os comtistas.

A artimanha dos liberais, libertários e conservadores é, portanto, defender a menor presença do Leviatã na vida dos cidadãos. A mão do estado deve ser continuamente bofetada para que não se atreva a tomar o que é do cidadão de forma injusta e inconsequente. A propriedade privada precisa ser mais bem defendida do Brasil. Hoje não é.

Se amanhã um governo comunista decidir que a sua casa não é mais sua…

Você não terá o que fazer. Pois a constituição de 1988 fala em “função social” da propriedade, de forma a não garantir que você possa ser dono do seu próprio teto.

É claro que nenhum governo brasileiro tentou fazer aqui o que fez Fidel Castro em Cuba ou Stalin na Rússia, que expulsava famílias inteiras para por nas casas quem eles queriam.

Se amanhã um governo comunista chegar ao poder, irá abusar da constituição para lá permanecer. Não há escapatória. A armadilha de 88 ainda está causando com que socialistas cheguem ao poder e de lá não saiam. De jeito algum.

Caberá, portanto, ao povo brasileiro, começar a ir às ruas mesmo e pedir o fim do estatuto do desarmamento e o começo de uma nova constituição, aos moldes da Norte-Americana. Uma constituição que defenda o federalismo, a autonomia dos estados, cidades e distritos, o voto distrital, a propriedade privada, a liberdade de expressão e a liberdade econômica e o direito dos cidadãos do país se armarem para se protegerem de governos tiranos.

Uma cultura honesta resultaria numa política honesta

Porém o que estamos vendo são livros e mais livros para crianças com temática sexual. O que, afinal, está acontecendo no mundo?

A subversão chegou a rumos antes não imaginados. Para tanto, formou-se a cultura do prazer, do sexo pelo sexo, das drogas, da alquimia musical eletrônica. Nossa cultura criou brasileiros que detestam segunda-feira e vivem pensando no que irão aprontar nos fins de semana. Não há o prazer no empreendimento, na virtude, no sucesso honesto. O caminho fácil do banditismo, da ladroagem e do prazer permite a muitos que vivam dos vícios como se fossem virtudes. E não são.

Precisamos de uma cultura melhor. Uma cultura que entenda que não se deve tomar o que é do outro. Uma cultura que saiba o caminho da verdade e que persiga as liberdades individuais. Uma alta cultura, que se interesse pelos melhores clássicos literários. É preciso que tenhamos mais brasileiros lendo ficção e autoras como Ayn Rand. É preciso que uma cultura surja no país. E ela só vai surgir se um presidente tiver coragem de desesquerdizar o MEC.

 

Deixe uma resposta