Politicamente correto mata, destrói a verdade e a liberdade

O politicamente correto nos cala, nos mata, destrói a verdade e a liberdade

EDITORIAL

O politicamente correto silencia e torna as pessoas inaptas a detectar o que é ou não a verdade. Sem senso de verdade, não há liberdade. O ensinamento cristão estava certo: conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Porém para o esquema globalista de dominação do poder não interessava que você pensasse. Pensar é, aliás, proibido na mentalidade dos que acreditam num governo forte, ditatorial e “revolucionário”.

O politicamento correto nos cala, nos mata, destrói a verdade e a liberdade
O politicamente correto nos cala, nos mata, destrói a verdade e a liberdade

O politicamente correto vem emasculando a sociedade, tirando elementos positivos da masculinidade da vida das pessoas. A paternidade vem sendo desprezada e a maternidade vem aparecendo como opcional, até mesmo com a oferta de aborto como se matar um bebê fosse um contraceptivo.

Ele também tem evitado que políticos que dizem a verdade possam expor suas opiniões. Por meio do controle financeiro, muitos deles se sujeitaram a discursos fabricados em salas de agência de propaganda para divulgar um discurso hegemônico de que todo mundo é de esquerda. Isso tem funcionado. Não só aqui, como também na Alemanha, onde Angela Merkel, uma conservadora, tem visões progressistas demais sobre multiculturalismo e nutre desprezo pelo nacionalismo alemão.

Aqui temos a esquerda aliada do PT e a falsa direita aliada do PSDB. Como bolcheviques e mencheviques, disputam como se fossem duas tesouras que cortam o dinheiro dos brasileiros, entregando tudo a larápios de uma elite vermelha. Como eles usam o politicamente correto para atingir os seus objetivos é o tema deste editorial politicamente incorreto.

Politicamente correto é um lixo

Façamos um teste: como o leitor se sente com o subtítulo acima? Reflita e siga com a leitura.

Como técnica de calar a boca dos adversários, não houve estratégia mais genial do que promover o politicamente correto como normal.
Inevitavelmente essa realidade teve duas consequências: o discurso de esquerda passou a ser o único por praticamente duas décadas em universidades, escolas, política, partidos e até mesmo na maçonaria.

Na nossa ordem políticos foram iniciados nas lojas, sendo que o contrário é que deveria ocorrer: maçons é que deveriam ser iniciados na política. Como já bem disse o irmão Zé Rodrix, hoje no oriente eterno, se a política hoje é um balde de água suja, então precisamos ir jogando água limpa nesse balde até tirar de lá a sujeira.

Para isso é preciso romper com os falsos discursos. É preciso pensarmos em alternativas mais viáveis para o nosso país, em governos administradores, em romper com políticos economistas, marxistas ou arrivistas.

Agora reflita novamente sobre o subtítulo. Ele incomoda? Se sim, é esse o objetivo. Já vimos o que a narrativa de esquerda causa com suas mentiras. É preciso de uma narrativa mais verdadeira. Esse subtítulo representa isso. E talvez você também precise desse sopro de liberdade. Está na hora de dizermos o que precisa ser dito. Verdade é o que nos liberta.

O politicamente correto já foi a contracultura, hoje é a norma. Conservadorismo é a nova contracultura

Num período em que o conservadorismo era a norma, ser politicamente correto passou a ser a contracultura. Uma geração de flocos de neve, que não tolerava ouvir a verdade, foi criada por professores, propaganda e partidos de esquerda.

Aqui no Brasil, promovida principalmente por FHC, e nos EUA principalmente pelos Clinton e Obama do Partido Democrata, esse discurso se tornou a cultura a ser seguida por jovens que votariam nos partidos de esquerda criados para montar a maior farsa de oposição da história.

Quando se analisa o que FHC fez ajudando Lula esta semana, estamos vendo o politicamente correto em ação. Trata-se de um discurso embotado, embolado e rebolado para defender o indefensável. Não há ali nem um pouco de verdade.

A falta de verdade nas redações, nos jornais, nas colunas de revistas está tão clara que as pessoas se voltam para a internet e para portais como o do Avança Brasil para encontrar textos mais sinceros. O discurso politicamente correto de muitos colunistas cansa e já torna as notícias deles um tanto duvidosas para os leitores. Mais e mais pessoas estão recorrendo a novos editores. E a sensação é de que não se está sendo enganado pelas novas narrativas. Como a do jornalista britânico Paul Joseph Watson.

O politicamente correto defende o desarmamento

Defender a revogação completa do estatuto do desarmamento é algo que o Avança Brasil vem falando desde 2015. Acreditamos que cidadãos armados têm duas funções: a primeira, proteger a si mesmo, a sua família e a sua propriedade contra bandidos. A segunda, proteger a si mesmo, a sua família e a sua propriedade contra a tirania do estado.

Tal foi a visão dos pais fundadores dos Estados Unidos. Uma visão que é idêntica à da agenda do Avança Brasil. Que já foi lida inclusive dentro do Congresso Nacional. Repare, aliás, que o deputado maçom Izalci é interrompido justamente ao ler o nosso manifesto no Congresso Nacional, justamente por ser politicamente incorreto.

Benê Barbosa é exemplo de alguém que consegue pegar uma pauta da esquerda com sabedoria e, concentrando-se nela, consegue fazer uma crítica à toda a ideologia de superestrutura estatal na qual eles acreditam.

Não é fácil argumentar com educação e fineza. Mas é necessário aprender como fazer da melhor forma. Benê Barbosa conseguiu fazer isso com sabedoria. No Brasil, na política atual, poucos personagens possuem o poder de expressar com clareza a mensagem necessária para combater o autoritarismo. E é preciso combatê-lo no campo das ideias.

A existência do politicamente correto leva muita gente à morte

Para que o aborto fosse defendido a ponto de torná-lo politicamente correto, criticar o aborto parecia ser um exagero. Como se criticar o assassinato de bebês inocentes fosse mesmo algo execrável. À medida em que muitos bebês já morreram pelo assassinato dentro do útero cometido por profissionais seus cúmplices sob mando de suas mães e pais é pecado mortal.

Muita gente irá sofrer as consequência divinas. Mas não cabe a nós entender porque, mas é uma das leis divinas não assassinar sob qualquer pretexto. Quanto mais o contraceptivo.

A defesa direta de criminosos pelo pessoal dos “Direitos Humanos” e de ONGs comandadas por grupos de globalistas internacionais, como George Soros, tem feito surgir bandidos revolucionários, com vidas luxuosas e postura de afronta à nação e às pessoas que trabalham em atividades louváveis.

O mesmo vem ocorrido no mundo. Diversos ataques terroristas ocorrendo e a resposta tem sido frágil. Porém, em alguns lugares já vemos mudanças ocorrendo. Ainda bem que é assim. É preciso que uma postura diferente, que novos tipos de políticos e que os antigos globalistas percam poder financeiro e poder político. Sem isso, pautas como ideologia de gênero, desarmamento e outras irão simplesmente sumir de nossas vidas.

Melhor ser eticamente do que politicamente correto

É muito mais interessante falar e buscar a verdade do que deixar de dizer a verdade. A verdade possibilita transformações que a mentira politicamente correta paralisa. A mudança é uma etapa necessária para a construção de um novo Brasil. E não iremos construir um novo país sem falar a verdade.

A verdade é que precisamos de armas para a população. Precisamos de impostos baixos e de apoio ao empreendedorismo. Precisamos privatizar, reduzir o estado, reduzir a burocracia e aumentar o rendimento das pessoas. O melhor programa para o fim da miséria é permitir que o pobre enriqueça. E pobre não enriquece com programas de governo populistas e corruptos.

Para sermos eticamente corretos, essas verdades não podem mais ficarem escondidas nas mesas de jantar. É preciso falar claramente qual é a verdade e como podemos melhorar nossas vidas a partir dessas verdades. Não dá mais para ficarmos alimentando mentiras para “proteger amigos” ou evitar que familiares briguem. É preciso dar um fim ao politicamente correto para que a auto-censura não seja a base das relações humanas. Viva o politicamente incorreto, a verdade e o eticamente correto!

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