O fim da república e da mídia globalista

O fim da república e da manipulação da mídia

EDITORIAL

O fim da república se aproxima. Ele está à espreita quando o TSE pensa em cassar o mandato de Michel Temer. Ele se avizinha no momento em que a delação da Odebrecht é homologada. Ele se aproxima à medida em que o caos político converge para uma confissão geral dos pecados.

Ele também se mostra quando Celso de Mello permite a candidatura de Rodrigo Maia. Ele se faz presente quando não conseguimos nem definir quem será o novo relator da Lava Jato.

Esperamos vazamentos das delações recentemente homologadas por Cármen Lúcia. Não por ser justo, afinal o povo merece saber de todos os esquemas, de todos os envolvidos. Mas sim porque o vazamento é uma forma de cancelar essa delação. Muitos políticos estão pensando nisso nesse exato momento.

Porém muitos desconhecem o teor completo da delação. Existe um risco de que ela cubra muito mais do que eles estão imaginando. Ao fazer isso, temem perder completamente o poder em 2018. Os políticos de Brasília não pensam em outra coisa.

Já estamos em 2017. Os esquema de poder com Eunício no Senado e Maia na Câmara estão em jogo. Há enormes riscos de termos outros dois presidentes envolvidos em denúncias de corrupção. Ninguém sabe de nada, por enquanto e, para estes, a ignorância é bênção. Por isso acreditamos que jogar luz sobre essa delação pode nos afastar das trevas pelas eleições, ainda que atrapalhe o jogo jurídico.

Queremos punições, mas o STF hoje não tem condição de punir tanta gente tão rápido. O fim do foro privilegiado poderia resolver isso, à medida em que os casos poderiam ser analisados por um maior número de juízes. Sobretudo, juízes concursados, e não indicados por políticos que eles precisam julgar.

O jogo de mentiras da mídia precisa ser ignorado e chegar ao fim

A mídia globalista, aqui e no mundo, segue mentindo. Sobretudo quando o tema é Trump, Bolsonaro, movimentos nas ruas do Brasil ou uma direita conservadora ressurgindo. Tudo isso é visto como piada ou exagero. Em alguns casos, jornais associam a ascensão do conservadorismo ao nazismo. Tamanha bobagem sem sentido algum.

À medida em que a mídia fica censurando a direita no mundo todo, descobre-se que a agenda de pautas, ou ainda, o agenda setting, ensinado de forma renitente nos cursos de jornalismo, está extremamente consolidada à favor da esquerda nos grandes meios. Apenas em canais independentes podemos ver gente buscando a verdade de fato.

O fim da república e da manipulação da mídia
O fim da república e da manipulação da mídia

Ao leitor resta a árdua tarefa de tentar ler ou assistir o noticiário com lentes da verdade. É preciso censurar as notícias falsas que estamos vendo em vários jornais, televisões, rádios e revistas. É preciso prestar atenção ao ler notícias sobre Trump ou Temer negativas de forma a notar um padrão, um viés insistente. A partir daí, recomendamos desconfiar desses construtores de narrativas mentirosas.

Não estamos dizendo que tudo o que eles publicam é mentira. Mas no jogo político nacional e internacional há uma carga exagerada de invenções e meras reproduções de mentiras já publicadas em outros lugares. Está faltando acontecer o jornalismo de verdade nesses meios. Todas as redações têm partido. E precisamos de redações sem partido, pois apenas assim deixariam de faltar com a verdade diante de todo o momento trágico que estamos vivendo.

Desprezá-los, cancelar assinaturas e deixar de lê-los é o caminho para que morram ou mudem.

A nova república brasileira precisa de mais transparência

Se essa república atual está chegando ao fim, a próxima precisará de mais transparência. A ausência de transparência nesses projetos que jamais terminam só poderia resultar na total desfaçatez insensata do Estado sobre a vida das pessoas.

Para que tenhamos a possibilidade de pressionar o estado, é preciso que a sociedade civil se reúna. O Estado brasileiro hoje tem poder demais. É preciso equilibrar isso com o povo limitando o governo. Isso é o que deveria ser a democracia.

Porém, na interpretação de nossos autocratas, democracia significa que os cidadãos devem apenas votar e pagar impostos, sem perguntar nada, sem exigir nada e sem falar nada. Ou vai para a cadeia.

Porém, se o povo se unir, poderia até mesmo desobedecer algo, como o pagamento de tributos. Afinal, como se diz no Reino Unido, “Não há taxação sem representação”. E não há nenhuma representação de nossa classe política que faça sentido. Não nos sentimos representados de forma alguma. É por isso que queremos um Brasil mais limpo em 2019. Trabalhamos para que as eleições de 2019 sejam limpas, transparentes e que elejam mais conservadores, menos esquerdistas e mais políticos administradores.

Chega de economistas em nossa história.

Ostracismo para os desastrosos, eleição para os virtuosos

Que sejam, portanto, eleitos os virtuosos e que os desastrosos caiam no ostracismo. No Avança Brasil, criamos uma página, em nosso menu de política, para lembrar os partidos e políticos que não merecem o seu voto. Ou ao menos merecem a sua atenção.

Se você é conservador e de direita, precisa entender que, hoje, há conservadores em partidos de esquerda. Se o partido tem a letra S, D ou a letra T na sigla, suspeite de que se tratam de oportunistas, ideólogos de plantão que são todos seguidores de Fernando Henrique Cardoso e Lula. São filhotes de Fidel que se ocultam em promessas inócuas. Jamais chegam a realizar alguma coisa.

São eternas justificativas que ninguém mais aguenta.

À medida em que nos tornamos mais conscientes disso, buscar o diferente não é difícil. Há alguns deles no PMDB, no PSDB ou no PR. Mas não haverá ninguém deles no PT, no PP ou no PCdoB. Porque esses são os criadores da mentalidade revolucionária do Brasil e da América Latina. São revolucionários de plantão, sempre pontos à roubar o brasileiro, com ou sem armas.

Por isso acreditamos no ostracismo. Na rejeição final diretamente na urna. Não é mais possível perdermos tempo. A justiça certamente realizará o seu trabalho a seu tempo. E os que fizeram as sacanagens haverão de pagar por isso. Com ou sem foro privilegiado.

Que assim seja.

 

 

 

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