A guerra contra os políticos

A guerra contra os políticos feita pelo povo na rua.

EDITORIAL

Estamos vivendo um momento de guerra contra os políticos aqui e nos Estados Unidos. É o povo se opondo a classe dos autocratas, dos que governam representando somente a si mesmos.

Aqui no Brasil, nossa classe política, ainda entrincheirada por um Supremo Tribunal Federal da justiça desigual, está nos seus últimos dias. Agoniza e, como tal, percebe que seus dias estão contados. Até mesmo Temer, conforme já publicamos, corre real risco de cassação devido a tantas irregularidades.

Partidos inteiros devem derreter em 2018 e as pessoas devem votar de acordo com as suas consciências mais do que de acordo com a propaganda. A tendência é que candidatos que façam uma comunicação direta com o seu público pela internet e nas ruas vençam. E quem já está fazendo isso hoje deve sair na frente.

Lula acredita que tem pelo menos 30% dos votos de largada. Com rejeição altíssima, não acreditamos que tenha chances reais de eleição para presidente. Porém a candidata que mais aparece para vencer é Marina Silva, uma comunista verde que nada irá mudar no esquema bolivariano brasileiro. Do outro lado temos o PSDB, com Aécio, que também representa o comunista o FHC.

Entre os que correm por fora, um dos que mais tem surpreendido o Avança Brasil é Álvaro Dias. Com um discurso cada vez mais à direita, ele vem revolucionando a sua retórica e pode se apresentar como um candidato viável em 2018. Bolsonaro é outro no qual há grande esperança no Brasil e um grande número de eleitores a fim de vê-lo vencer. Essas duas possibilidades já mostram que o Brasil não quer mais políticos tradicionais. Querem políticos que digam a verdade.

A guerra contra os políticos começou em 2013

Quando o povo foi para as ruas em 2013, a guerra contra os políticos começou. As primeiras batalhas eram confusas. Esquerdistas radicais estavam contra Alckmin e Haddad nas tarifas de ônibus. O objetivo era pedir mais estado, mais impostos e menos tarifas de ônibus em São Paulo. No entanto, a tarifa de ônibus era apenas uma metáfora para a alta inflação que já ocorria no país na época. Fruto de uma política econômica populista, a nova matriz econômica de Dilma.

Por isso a direita também foi para as ruas. E foi sem partido. Isso porque nem faria sentido falar em partido então, já que o povo, de direita, nem tinha mais partido de direita para escolher. A escolha foi tolhida, com candidatos a presidente em debates do primeiro turno, em 2014, todos de esquerda, com só uma ou duas exceções.

A guerra foi avançando e, em 2015, atingiu o seu primeiro ápice, quando milhões foram às ruas em todo o Brasil. Em março de 2016, ainda mais gente voltou para as ruas. As batalhas contra a classe política se deram de forma pacífica, sem violência, demonstrando com clareza que o recado das ruas se refletiria nas urnas. O resultado foi o que vimos em 2016: uma eleição que consagrou o fim do PT no Brasil.

Mas o fim do socialismo brasileiro está longe de acabar. Inspirado na hegemonia proposta por Gramsci, eles ainda dominam escolas, universidades, o judiciário, muitos dos promotores e investigadores.

Continuar batalhando com essa classe burocrática será uma necessidade. Para isso o povo poderá voltar às ruas, como já voltou no ano passado depois de março várias vezes, para poder continuar pressionando a classe política a agir de forma correta, enquanto não podemos trocá-los todos.

A guerra contra os políticos é a guerra contra a mentira

A guerra contra os políticos consiste numa guerra contra a mentira. A classe política brasileira está acostumada a mentir para o povo e a omitir. Conspiram contra os seus adversários e contra o próprio povo todos os dias. Não nos representam, inclusive pela forma como os votos são contados para o legislativo. Tudo isso precisa mudar.

O fim do foro privilegiado é uma forma de deixar de perpetuar as mentiras do país. Há mentiras demais. Muita gente continua no poder, mesmo tendo participado de todos os esquemas ainda a serem elucidados pelas operações da Polícia Federal.

A guerra contra a mentira passa por uma guerra contra o politicamente correto. É preciso que mais gente apareça nessas manifestações esquerdistas, como fez bem aqui o brasileiro Arthur do Val, e como fez esse homem nos Estados Unidos, em Los Angeles. Assista.

Uma guerra que teremos que continuar combatendo é a das mentiras da imprensa. No vídeo abaixo, vemos um exemplo de notícias falsas sendo repercutidas na internet como verdadeiras. Tudo em nome de uma agenda para prejudicar os adversários que não lhe interessam.

Chegou a ponto de até mesmo o presidente da Rússia, Vladimir Putin, precisar fazer uma duríssima crítica aos jornalistas que inventaram notícias falsas sobre a visita de Trump a Moscou.

Esses exemplos envolvendo o Estados Unidos mostram que o Brasil está longe de não ter esse tipo de problema. Aqui as redações são controladas pela esquerda. Não há, nas redações, um corte representativo das opiniões da sociedade. O que existe é um conjunto de progressistas revolucionários que não acham que é errado divulgar notícias falsas em nome de uma causa: a deles mesmos.

A guerra contra os políticos é uma guerra contra os péssimos administradores

Stephen Kanitz acredita que um dos males da política no Brasil é deixar que ela seja feita por economistas, e não por administradores. E ele tem toda a razão.

A má gestão gasta muito mais do que a corrupção. E o exemplo de Dória, que em menos de um mês já conseguiu fazer várias ações em várias frentes, é muito importante. É um recado para os políticos: os péssimos administradores não serão premiados com cargos públicos em 2019.

E o que dizer de um administrador falso como Eike Batista. Agora sabemos que ele, que foi o empresário mais rico do Brasil, jamais construiu nada de valor. Poucos sabiam a verdade. Diogo Mainardi, nesse caso, foi muito feliz, pois trouxe a verdade à tona muito antes de todo mundo. Veja o vídeo abaixo.

O que Dória vem fazendo no Brasil não é nada diferente do que o Trump vem fazendo nos Estados Unidos: falando a verdade, indo contra a corrente da mídia e atacando tudo o que ele considera importante, está mostrando que o político administrador precisa ganhar mais chances no lugar dos economistas.

Veja o post abaixo de Stephen Kanitz e compreenda.

Veja o salutar exemplo de João Dória na administração da maior cidade da América Latina.

A guerra contra os políticos é a guerra pela justiça

Não há justiça decente no Brasil. O caso da morte de Teori é exemplo de uma ocasião em que imaginar uma conspiração faz todo o sentido. Até porque a própria formação atual do STF é fruto de uma conspiração.

Trata-se da conspiração dos comunistas brasileiros contra o povo. Eles fizeram de tudo para indicar e aparelhar todas as instituições do Poder Judiciário ou associadas a esse poder. Tudo para tentar escapar da punição dos crimes que cometeram.

A guerra contra os políticos feita pelo povo na rua.
A guerra contra os políticos começou com o povo na rua.

Nesse momento, em que um novo nome está prestes a ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, torcemos bastante por Ives Gandra Filho, um grande conservador brasileiro, e Júlio Marcelo, um hábil procurador do TCU que surpreendeu positivamente nesse último ano de 2016 durante o impeachment.

Vamos relembrar a atuação de Júlio Marcelo destruindo o então advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, o Carbozo. Encerramos nosso editorial de hoje com essa incrível lembrança. De que não poderemos jamais nos esquecer.

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