Justiçamento e queima de arquivo

Justiçamento e queima de arquivo

EDITORIAL

Comunistas usam tribunais revolucionários para promover o que eles chamam de “justiçamento”, que é a pena de assassinato promovida por um “tribunal vermelho”. Essa era a punição escolhida para quem quer que atrapalhasse o plano deles. Não importava quem, nem se era aliado ou inimigo.

Os casos mais recentes de justiçamento envolveram Celso Daniel e diversas potenciais testemunhas do caso. Muitas pessoas já morreram para queimar arquivo. Todas as possíveis testemunhas que poderiam depor sobre o esquema de financiamento de campanhas que levou Lula à presidência em 2002.

Petista alertou que delação da Odebrecht iria gerar assassinatos, pois envolvia políticos de outros países.
Petista alertou que delação da Odebrecht iria gerar assassinatos, pois envolvia políticos de outros países. Como a Odebrecht fazia negócio com países comunistas, é natural esperar “justiçamentos”.

Nesse editorial vamos discutir os casos recentes em que há graves suspeitas de queima de arquivo. Estão longe de ser um só. São vários casos. Durante o regime militar, comunistas inclusive promoveram justiçamento entre membros do movimento revolucionário brasileiro. Vamos levantar a verdade sobre esses e outros casos de nossa História.

Prepare-se: essas histórias são todas aquelas que os professores comunistas do MEC não querem em livros didáticos. É a verdade que não quer calar. Veja o vídeo abaixo e entenda melhor o caso do Celso Daniel.

Os justiçamentos da Intentona Comunista

Os comunistas tentam chegar ao poder no Brasil desde os anos 20. Em 1935 houve um planejamento para uma revolução armada visando a queda do regime fascista de Getúlio Vargas e sua substituição por um regime comunista liderado por Luís Carlos Prestes, um brasileiro que recebia ordens de Moscou.

Naquela época, o “Tribunal Revolucionário” julgou como culpados diversos membros do partido no qual não mais confiavam. A primeira vítima conhecida foi Bernardino Pinto de Almeida, vulgo “Dino Padeiro”. Dino, no entanto, sobreviveu a uma coronhada e quatro tiros dados por seus próprios companheiros comunistas. Anos mais tarde, um de seus carrascos sentiria na pela na própria família o peso do justiçamento.

Em 2 de dezembro de 1935, após a entrada na clandestinidade dos militantes do PCB, o tribunal revolucionário condenou à morte Afonso José dos Santos. Quem o matou foi José Emídio dos Santos, membro do Comitê Estadual do PCB no Rio de Janeiro. O crime só foi resolvido em 1941, seis anos depois.

O caso mais macabro foi o da morte da militante comunista Maria Silveira, conhecida como “Neli”. Ela foi denunciada pelo próprio companheiro que antes era apaixonado por ela. O tribunal vermelho optou por matá-la. Para tanto, planejaram um crime terrível. Ricarte Sarrun, Antonio Vitor da Cruz e Antonio Azevedo Costa levaram Neli até a Ponte do Diabo, na Estrada do Redentor, na Floresta da Tijuca. Usaram um táxi dirigido por Domingos Antunes Azevedo, depois também assassinado pelo tribunal revolucionário.

Eles atiraram Neli da ponte. Como havia a possibilidade que ela não morresse na queda, Daniel da Silva Valença aguardava no fundo do abismo o corpo da mulher. Neli chegou morta. Para que seu corpo não fosse encontrado, Valença esquartejou Neli para torná-la irreconhecível e dificultar a identificação do corpo. Algo que apenas psicopatas seriam capazes de executar.

Veja mais histórias de justiçamento no vídeo abaixo.

O justiçamento do Capitão Charles Rodney Chandler

A CIA jamais teve forte atuação no Brasil como teve a KGB. O serviço secreto russo não só era atuante, como muito próximo dos comunistas brasileiros. Olga, a espiã que namorava Luiz Carlos Prestes, era uma agente da KGB treinada para matar e subverter brasileiros. Não era só ela. A quantidade de agentes russos, tchecos e poloneses no Brasil sempre foi muito grande.

Não por acaso há uma enorme profusão de sobrenomes do leste europeu filiados aos partidos comunistas brasileiros. Ignorar a nossa história e essas provas factuais seria um grave equívoco. Felizmente há hoje um projeto que está levantando os dados da KGB no Brasil lá da Europa, esclarecendo a maior influência da KGB no Brasil do que a da CIA.

Porém os comunistas não entendiam assim. Num tribunal revolucionário, resolveram assassinar o Capitão Charles Rodney Chandler. Charles era aluno da Escola de Sociologia e Política da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Morava em São Paulo com a esposa, Joan, e seus três filhos: Jeffrey, 4, Todd, 3 e Luanne de 3 meses.

No começo do mês de outubro de 1968, o tribunal revolucionário da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) formado por Onofre Pinto, presidente, João Carlos Kfouri Quartim de Morais, conhecido como “Manoel” e Ladislas Dowbor, conhecido como “Jamil” condenou O capitão Chandler à morte.

Veja quem é João Carlos Kfouri Quartim de Morais no vídeo abaixo:

Uma espiã comunista chamada Dulce de Souza Maia, conhecida por “Judit”, fez todo o levantamento da rotina do capitão, que residia no bairro do Sumaré, em São Paulo. Um grupo de execução foi escolhido. Foi integrado por Pedro Lobo de Oliveira (“Getúlio”), Diógenes José Carvalho de Oliveira (“Luiz”, “Leandro” e mais tarde conhecido como o “Diógenes do PT”) e Marco Antonio Braz de Carvalho.

Toda a ação foi descrita por Pedro Lobo de Oliveira, um dos criminosos. Isso foi publicado no livro “A Esquerda Armada no Brasil” de Antônio Caso. Esse livro é raríssimo. Um exemplar pode ser encontrado no Mercado Livre por R$ 500,00 apenas. Se alguém tem alguma dúvida do quanto a nossa história real é censurada, o fato desse livro não ser conhecido e ser tão raro hoje é prova disso.

Os comunistas se orgulham de mentir.

Depoimento de Pedro Lobo Oliveira explica como foi esse macabro justiçamento

Veja abaixo o depoimento detalhado que explica o justiçamento do capitão Chandler.

“Como já relatei, o grupo executor ficou integrado por três companheiros: um deles levaria uma pistola-metralhadora INA, com três carregadores de trinta balas cada um; o outro, um revólver; e eu, que seria o motorista, uma granada e outro revólver. Além disso, no carro estaria também uma carabina M-2, a ser utilizada se fôssemos perseguidos pela força repressiva do regime. Consideramos desnecessária cobertura armada para aquela ação. Tratava-se de uma ação simples. Três combatentes revolucionários decididos são suficientes para realizar uma ação de justiçamento nessas condições. Considerando o nível em que se encontrava a repressão, naquela altura, entendemos que não era necessária a cobertura armada.”

A data escolhida para o crime foi a de 08 de outubro, que assinalava o primeiro aniversário da morte de Guevara. Entretanto, nesse dia, Chandler não saiu de casa e os três terroristas decidiram “suspender a ação”.

Quatro dias depois, em 12 de outubro de 1968, chegaram ao local às 7 horas. Às 0815h, Chandler dirigiu-se para a garagem e retirou o seu carro, um Impala placa 481284, em marcha a ré. Enquanto seu filho de 4 anos abria o portão, sua esposa aguardava na porta da casa, para dar-lhe o adeus. Não sabia que seria o último.

Os terroristas avançaram com o Volks, roubado dias antes, e bloquearam o caminho do carro de Chandler. No relato de Pedro Lobo, “nesse instante, um dos meus companheiros saltou do Volks, revólver na mão, e disparou contra Chandler”. Era Diógenes José Carvalho de Oliveira, que descarregava, à queima roupa, os seis tiros de seu Taurus de calibre .38.

E prossegue Pedro Lobo, que dirigia o Volks:             

“Quando o primeiro companheiro deixou de disparar, o outro aproximou-se com a metralhadora INA e desferiu uma rajada. Foram catorze tiros. A décima quinta bala não deflagrou e o mecanismo automático da metralhadora deixou de funcionar. Não havia necessidade de continuar disparando. Chandler já estava morto. Quando recebeu a rajada de metralhadora emitiu uma espécie de ronco, um estertor, e então demo-nos conta de que estava morto”.

Quem portava a metralhadora era Marco Antônio Braz de Carvalho.

A esposa e o filho de Chandler gritaram. Diógenes apontou o revólver para o menino que, apavorado, fugiu correndo para a casa da vizinha.

Os três terroristas fugiram no Volks, em desabalada carreira, deixando, no local do crime, cinco panfletos:

– “Justiça revolucionária executa o criminoso de guerra no Vietname, Chandler, e adverte a todos os seus seguidores que, mais dia menos dia, ajustarão suas contas com o Tribunal Revolucionário.”

 – “O assassinato do Comandante Chê Guevara, na Bolívia, foi cometido por ordem e orientação de criminosos de guerra como este Chandler, agente imperialista notório, e responsável pela prática de inúmeros crimes de guerra contra o povo do Vietname.”

 – “O único caminho para a revolução no Brasil é a luta armada.”

 – “A luta armada é o caminho de todo revolucionário no Brasil.”

 – “Criar um, dois, três, vários Vietnames.”

 Semelhantes a esse cruel assassinato, muitos outros atos ainda viriam a tingir de sangue o movimento comunista no Brasil.

Os justiçamentos jamais pararam, apenas ficaram mais sofisticados

Mais recentes, os casos do tesoureiro de Collor PC Farias, o prefeito Celso Daniel de Santo André, o Sombra, seu algoz, as oito mortes de testemunhas do caso Celso Daniel, do Toninho do PT em Campinas, do Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, de Eduardo Campos em plena campanha para presidente em 2014 e o caso mais recente de Teori Zavascki, morto hoje, dia 19/01/2017 em acidente de avião, são potenciais situações em que a queima de arquivo se torna plausível.

Nas queimas de arquivos de comunistas, é razoável pensar que os tribunais revolucionários jamais deixaram de funcionar. Continuam existindo, pois são tradição no movimento comunista. Desde que Stalin mandou matar Trótsky, jamais teve líder comunista de peso que não pudesse ser morto por outro líder comunista.

O caso recente de Eduardo Campos, por exemplo, já suscita algumas suspeitas. A primeira coisa estranha é que, dias antes da morte de Eduardo Campos, uma lei foi aprovada tornando as investigações de acidentes aéreos totalmente sigilosas. Em seguida, após a queda do avião de Campos, descobriu-se que a caixa preta do avião estava desligada. Além disso, outro empresário, Paulo César Borato, que seria preso pela Operação Turbulência da Polícia Federal, foi encontrado morto num hotel de Olinda.

PC Farias é outro caso de morte por queima de arquivo um pouco menos recente que Eduardo Campos, mas igualmente importante: o homem sabia demais sobre Collor. As suspeitas sobre a sua morte continuam sem esclarecimento. Mas sabemos que um dia a verdade poderá vir à tona.

Outro caso curioso foi o da morte de Roger Agnelli. Somando o caso de Eduardo Campos com o de Teori Zavascki, essa já é a terceira queda de um avião de pequeno porte envolvendo pessoas que sabiam demais sobre o governo brasileiro da era comunista.

Outro caso de queima de arquivo ou justiçamento pode estar relacionado à morte de Paulo Malhães. Coronel reformado do exército, atuou na repressão aos comunistas durante o regime militar. O Coronel chegou a admitir, na Comissão Nacional da Verdade, que teria atuado no desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva, um comunista aliado de João Goulart. Não nos espantaria sua morte logo após o que ele declarou àquela comissão dado a natureza do trabalho dos comunistas.

Queima de arquivo e justiçamento não é só assassinar

Afinal as pessoas deixam provas, rastros, depoimentos, amigos, parentes e outras pessoas que podem confirmar histórias e encontrar culpados. Queimar arquivos exige um pente-fino típico de um serial killer, que comete assassinatos e depois faz de tudo para não deixar provas.

Exemplos não faltam. A Odebrecht, por exemplo, comprou um banco inteiro no Caribe só para pagar propinas. Quando a Lava Jato passou a investigar a empreiteira, os dirigentes tentaram fechar o banco e eliminar todos os documentos dele.

Além disso, a Petrobrás também andou destruindo gravações que poderiam comprometer Dilma no caso Pasadena. Isso prova que não se faz justiçamento ou queima de arquivo apenas assassinando pessoas. Também é possível fazê-lo com crimes dos mais diversos. Incêndios inesperados e destruição de provas são utilizadas para ludibriar a justiça e evitar que criminosos sejam presos.

Outra forma de queimar arquivo é afastar opositores. Jair Bolsonaro, um dos poucos políticos de direita de verdade no Brasil, é, por isso mesmo, perseguido.

A morte do relator da Lava Jato, no STF, ocorrida nesse dia 19 de janeiro de 2017, também serve a interesses escusos. Por mais que isso não termine em impunidade para os 77 delatados pela Odebrecht, certamente muitos estão ganhando tempo com a morte de Teori Zavascki. Muita coisa da Lava Jato deve atrasar, sobretudo para os políticos e outros protegidos pelo foro privilegiado. É uma pena que seja assim.

O fato é que a Polícia Federal está investigando porque o avião de Teori Zavascki estava sendo acompanhado. A foto do avião foi vista mais de 1.700 vezes no dia 3 de janeiro. Quem estava monitorando o avião de Teori Zavascki? Ainda não sabemos. Mas se a morte dele foi uma conspiração para ao menos atrasar a Lava Jato, logo isso também será descoberto.

No mesmo lugar em que o avião de Teori Zavascki outro avião do mesmo fabricante caiu. Isso é absolutamente estranho. Certamente ainda há muito o que investigar.

Para os comunistas brasileiros, a melhor forma de destruir a direita é promover candidatos de esquerda como sendo de direita. É o caso do PT que coloca na direita FHC, Aécio, Serra, Alckmin et caterva. Bolsonaro, o único de direita de verdade no Brasil, é, sem dúvida, um candidato a ser justiçado pelos comunistas radicais brasileiros. Porque eles ainda estão por aí.

A morte de Teori Zavascki foi um acidente ou uma conspiração? Essa é a pergunta que ficará nos próximos dias.

A morte de Teori um dia antes da posse de Trump

O maior baque para a esquerda globalista mundial vai ser a posse de Donald J. Trump amanhã. A esquerda conspira para que Trump seja assassinado. Chegou ao cúmulo de a CNN divulgar uma matéria absolutamente bizarra, dizendo que, se Trump morresse antes de tomar posse, que um escolhido por Obama seria presidente.

A morte de Teori um dia antes da posse de Trump deve tirar um pouco a atenção dos brasileiros para esse fato. Trump, no entanto, promete ser um inimigo fatal contra os comunistas. E isso é bom para o Brasil, pois os comunistas daqui podem perder a mortadela.

Trump já disse que não deve usar o avião Air Force One do governo americano. Em vez disso, deve usar o seu próprio avião privado. Ainda bem. Dessa forma ele poderá ficar longe da queima de arquivo que a esquerda parece querer reservar para ele.

Perdemos Teori Zavascki que estava, de certa forma, retardando os processos de investigação da Lava Jato. Porém Teori era um dos que mais sabia de tudo sobre a Lava Jato. Sua morte irá, inevitavelmente, atrasar completamente a homologação da delação da Odebrecht, a conhecida delação do fim do mundo.

Que Trump possa tomar o poder nesse dia 20/1/2017 para dar um basta no comunismo, nos justiçamentos, na corrupção e no establishment. E que a morte de Teori inspire a justiça brasileira a buscar a verdade com alta velocidade e de forma exemplar.

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