O narcotráfico e o comunismo no Brasil, EUA e Europa

A Cocaína Vermelha: Drogando a América e o Ocidente. Livro de Joseph D. Douglass fala sobre a união entre narcotráfico e comunismo.

EDITORIAL

Pouco se fala sobre o assunto, mas a verdade é que quando Pablo Escobar era o maior representante do narcotráfico do mundo, os seus aviões, que voavam baixo para fugir dos radares, faziam um pouso em Cuba antes de ir para os Estados Unidos.

A Cocaína Vermelha: Drogando a América e o Ocidente. Livro de Joseph D. Douglass fala sobre a união entre narcotráfico e comunismo.
A Cocaína Vermelha: Drogando a América e o Ocidente. Livro de Joseph D. Douglass fala sobre a união entre narcotráfico e comunismo.

A escala em Cuba não era mera conveniência no caminho entre a Colômbia e a Flórida. Era um entreposto relevante no envio de remessas de contrabando de produtos para os Estados Unidos. Tratava-se de uma estratégia deliberada do pessoal da Komintern, a Internacional Comunista. As mesmas pessoas responsáveis pelas tentativas de golpe comunista no Brasil, diga-se.

A realidade da União Soviética na época era simples: combater os Estados Unidos numa guerra nuclear seria inútil, pois destruiria o planeta. Então era preciso combater o inimigo em outras frentes.

As armas psicológicas incluíam agitação, propaganda e drogas. As drogas, naturalmente, deveriam ser espalhadas pela Europa e pelos Estados Unidos, tornando os ocidentais cada vez mais escravos de ideologias socialistas que diminuem o poder e a liberdade dos indivíduos.

O narcotráfico no Brasil nasce com a mesma ideia

Em um determinado momento, os comunistas da Komintern perceberam que todos os seus planos de dominação por meio de golpes fracassariam. O Brasil era um país cristão de grande território.

Implantar o socialismo exigira uma estratégia diferente: a teoria crítica e as ideias de Gramsci ganharam terreno por aqui, nos Estados Unidos e na Europa. Países de matriz cristã em que o comunismo jamais se desenvolveu.

Portanto era necessário espalhar drogas pelo Brasil. E as drogas mais fáceis seriam a maconha e a cocaína. A maconha poderia ser plantada no Brasil. A cocaína era mais difícil, mas poderia ser plantada na Bolívia e no Peru e produzida em laboratórios clandestinos no Brasil.

O processo de refinamento da cocaína requer pessoas altamente qualificadas em engenharia química. Técnicos de alto nível passaram a se envolver nesse tipo de trabalho. E de onde vinha todo o dinheiro para sustentar tudo isso? Só de empreendedores do narcotráfico? É de se duvidar que, no início desses trabalhos, apenas empreendedores estavam atuando. Era necessário um largo investimento. E os investidores sempre foram os comunistas. Especialmente os comunistas das FARC, do Foro de São Paulo e do movimento comunista internacional.

O presídio em Ilha Grande iniciou a ligação entre comunismo e bandidos, levando ao narcotráfico

Quando começaram a mandar presos políticos, incluindo líderes comunistas, para ficarem juntos com presos de alta periculosidade no meio de uma ilha, isso teria tudo para dar errado. E deu. Dali nasceu o Comando Vermelho. Que era vermelho porque era comunista. Anos mais tarde, quando surgiu o PCC em São Paulo, ele já nasce com ideias esquerdistas.

O PCC, que as pessoas conhecem como “Primeiro Comando da Capital”, internamente é chamado de “Partido Comunista da Cadeia”. E é bem por aí.

Tanto é verdade que os membros do PCC não chamam ele de “Comando” e sim de “Partido”. A ideia de chamar uma organização criminosa de partido nem chega a ser um exagero. Afinal já temos partidos que hoje chamamos de organização criminosa.

A tragédia em Manaus é fruto da união entre narcotráfico, terrorismo e comunismo

São conhecidas as estratégias terroristas do PCC para se livrar dos inimigos. O terrorismo psicológico é enorme. Presos são decapitados e suas cabeças são usadas para jogar futebol. Corações são arrancados e assados em churrascos macabros. A quantidade de maldade que existe passa até mesmo pelo canibalismo. São vilões da pior estirpe.

Esse nível de maldade só foi visto mesmo em países comunistas. Reflita sobre isso vendo o vídeo abaixo.

Em Manaus, quando bandidos de grupos criminosos resolvem se matar, não dá para dizer que isso é excelente. Esse tipo de guerra entre facções não costuma terminar bem para a população e para as forças de segurança.

Essa tragédia começou a partir da guerra entre PCC e CV. Entenda a origem dessa guerra no vídeo abaixo.

O narcotráfico com comunismo na América Latina do PCC está virando Narcosul

Essa multinacional do tráfico de drogas está trabalhando para destruir a mentalidade dos jovens e facilitar a implantação do socialismo por aqui.

Tem gente que acha que esses grupos todos são apenas de criminosos. Mas isso é porque a nossa mídia não é confiável. Eles não conseguem falar a verdade sobre o terrorismo, sobre o narcotráfico das FARC, sobre as organizações criminosas que estão no poder e controlam tudo.

É preciso, em primeiro lugar, que a mídia comece a falar algumas verdades que não querem calar. Não podemos mais ficar censurando e deixando de falar as coisas com exatidão. É o que ocorre com jornais que, em vez de dizer “PCC”, dizem “as facções que controlam as cadeias no Brasil”. Isso é um absurdo.

É preciso acabar com isso tudo. É preciso dizer a verdade sobre o plano da esquerda de incentivar crimes, hedonismo e drogas.

É preciso parar de incentivar o prazer químico e começar a enaltecer o prazer de viver

A melhor propaganda para acabar com o narcocomunismo é começar a enaltecer o prazer de viver. A vida não pode ser a busca de uma eterna anestesia dos sentidos. É preciso retomar o significado da vida como a busca da verdade.

O prazer químico é transitório e viciante. Torna as pessoas dependentes dos outros, eleva a criminalidade, aumenta a possibilidade de termos pessoas absolutamente dependentes do estado e de um partido comunista no poder.

Estratégias que atomizam a sociedade, isso é, que isola pessoas de famílias e de grupos, visam a destruir a força que une as pessoas para demandar mudanças. Daí a enorme importância de você ter ido para as ruas ano passado no Brasil. Isso mudou o jogo. E muito.

Teremos de voltar às ruas em breve para pedir o fim do narcocomunismo no Brasil. Ainda não há uma “lava jato” do narcotráfico. Mas se houvesse, certamente teríamos a chance de descobrir o “narcolão”.

O narcolão já existe faz tempo. Mas ainda falta uma Lava Jato que vá atrás desse aspecto terrível do crime organizado que ainda está por aí. Está na hora de demovermos essas pessoas do poder.

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