2016: o poder transformador da verdade

2016: o poder da verdade nos libertará

EDITORIAL

O ano de 2016 foi o ano em que muitas verdades vieram à tona. Muitos brasileiros ainda não conseguiram processar tudo o que houve. Vamos tentar resumir.

Uma presidente foi impedida sem perder direitos políticos. Um presidente da Câmara foi deposto pelo Supremo Tribunal Federal, cassado e, depois, preso. Um presidente do Senado foi quase deposto e só ficou no poder por motivos econômicos. Temer resiste no poder, mas balança com as acusações das gráficas da campanha no TSE.

Ou seja: as principais cabeças brasileiras de fato ficaram ocupadas com a justiça, com punições, com reveses. O povo pressionou por todos os lados e os parafusos de Brasília espanaram. E estão espanando. Parece que a hora dos ineptos está chegando. 2018 está apenas começando.

2016: o ano em que aprendemos sobre comunismo e terrorismo

Num ano que teve ainda Trump presidente eleito e mais escândalos associados aos Clinton descobertos, tivemos a atuação de comunistas e terroristas por todos os lados.

Entre os comunistas, Maduro vem orquestrando para tornar a Venezuela cada vez mais uma ditadura militar comunista. Com a bênção de Lula e Dilma, Maduro arriscou e ficou no poder a custo de uma estratégia terrível: falir a Venezuela e isolá-la do mundo.

Além deles, tivemos forte atuação da China. Dilma privatizou o pré-sal vendendo grandes nacos à empresas chinesas. Muitas coisas que ficaram baratas no Brasil foram vendidas à China. Negócio da China? Sabe-se lá se é coisa boa, não é mesmo?

Mas a China segue tentando influenciar os rumos do mundo por meio de seu câmbio, ostensivamente desvalorizado, bem como pela dependência de fabricantes que buscam o país sem lei trabalhista para diminuir custos. Tudo isso com uma estratégia monetária artificial.

No campo do terrorismo, entendemos o que é o jihadismo. Com mais de um ataque terrorista por dia, 2016 irá ser um dos anos em que a ideologia da guerra santa mais matou na história da humanidade.

Com a invasão do ocidente dos refugiados, esse terrorismo passou a fazer parte das manchetes diárias de vários jornais. Ora na Franca, ora na Alemanha, ora na Bélgica. Nos Estados Unidos também houve ataques. É o jihadismo se manifestando de forma radical e destruidora.

O mundo ocidental, no entanto, está mostrando, com a Rússia, com o Brexit e com a eleição de Trump, que haverá um novo combate antijihadista.

2016: O ano do estado-nação

As tentativas de engolir o estado-nação e a autodeterminação dos povos na cabeça dos globalistas é uma forma de enfraquecer o mundo ocidental. Reduzindo os países a pó e criando blocos, como a União Europeia, eles imaginaram que enfraqueceriam os países e os exércitos a ponto de facilitar a invasão desses territórios por um país que tivesse exército.

O fato é que, hoje, se a Rússia quisesse marchar sobre a Europa, poderia fazê-lo com tranquilidade. E não só: a Rússia hoje tem potencial para matar a Europa de frio durante o inverno secando os gasodutos que cortam a Europa. Porém não é do interesse do Putin ser um vilão. Apesar de gostar do poder, ele quer, ao menos, parecer honesto e um herói. Não o culpamos. A Rússia é maior do que Putin, mas ele representa um símbolo de nobreza que o mundo não via em Obama. Não só ele. Países como a Noruega têm mostrado ao mundo a força do Estado-nação.

A Suíça segue muito bem estando longe da União Europeia. E o Reino Unido acaba de se livrar de uma armadilha terrível. Os Estados Unidos, que vinham assinando um tratado com a China e vários países, também devem abandonar essas ideias globalistas sob a presidência de Trump. O Brasil também ganhou identidade quando mais de 2 milhões de pessoas foram às ruas em 13 de março de 2016. Uma identidade que não tem nada a ver com o vermelho globalista que insistem em tingir a América Latina.

O estado-nação ainda é a melhor forma de se produzir um país democrático com liberdade. Sem ele, resta apenas o caminho aberto para uma tirania despersonalizada e globalista.

2016: chega de esquerdismo, de terrorismo, de jihadismo, de comunismo, de socialismo e de outros ismos

2016 foi um ano em que o brasileiro passou a pensar que não faz sentido essa quantidade enorme de ismos. Esses ismos todos estão gerando ódio e o brasileiro é fraterno. As brasileiras também estão cansando de verem a divisão entre homens e mulheres do Brasil só aumentar. Os negros também estão percebendo que não faz sentido nenhum responder racismo com racismo. E os gays também perceberam que não dá para combater homofobia com heterofobia.

Por isso mais de 2 milhões de brancos, negros, mulheres, gays e heterossexuais foram às ruas no dia 13 de março de 2016. Porque cansamos dos ismos, das divisões, das plantações de sementes de ódio que alguns insistem em querer germinar aqui em nosso jardim.

Deitados nesse berço esplêndido, o brasileiro resolveu despertar para a realidade. É preciso que tomemos o que é nosso antes que outros tomem tudo o que nos foi prometido. A nossa terra precisa ser mais bem respeitada pela classe política. 2016 será lembrado, pelos políticos, como o ano em que os autocratas tiveram de se render ao povo. Ainda bem que foi assim. E continuará sendo assim.

2016: mais um ano espetacular da Lava Jato e as ameaças aos movimentos democráticos

Já nem se trata mais de elogiar, e sim de constatar: Lava jato está sendo fundamental na distribuição da verdade no Brasil. Pautando a mídia, foi a única forma, aliás, de muitos jornalistas esquerdistas resolverem publicar informações que prejudicavam direta ou indiretamente o partido deles mesmos.

A infiltração das redações e os blogs pagos com dinheiro público não tiveram a capacidade de destruir a Lava Jato. Tentaram, é claro. A ponto de Sérgio Moro ter de andar por aí com vários seguranças no aeroporto. As precauções tomadas fazem sentido, pois 2016 foi um ano triste para nós.

O terrorismo comunista atingiu Joice Hasselmann e Carla Zambelli, do NasRuas. É triste que essas duas guerreiras tenham que sofrer ameaças desse tipo. Terroristas no Brasil precisam entender que não iremos aceitar terrorismo nunca mais no Brasil. Se vocês querem aterrorizar a população, vão para a Venezuela ou para Cuba. É lá que uma classe política oprime o povo. Aqui no Brasil é o povo que vai oprimir a classe política.

E não adianta espernear. Vejam com Claudio Tognolli, um jornalista que sempre buscou a verdade, o balanço oficial da Lava Jato 2016.

 

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