A guerra pela liberdade

A guerra pela liberdade passa, inclusive, pelo direito ao porte de arma para toda a população.

EDITORIAL

Direita: acredita primeiro na liberdade. Em seguida na igualdade de oportunidades, sem que se force nada. E na fraternidade que permite a convivência.

Esquerda: acredite primeiro na igualdade. A liberdade é reduzida e é aceita por um povo domesticado. Quem não concorda vai preso, ou vai para campos de concentração, ou “desaparece”. Não há fraternidade, as pessoas espionam umas às outras e culpam quem querem para se manter no poder. Ao entrar no poder, a esquerda vai ficar o máximo possível. Por isso não pode ser levada à sério.

Centro: admite menos liberdade e mais igualdade em algum teor próximo da esquerda. Os de “centro” na verdade sempre tenderão a crer no aumento do estado como solução. O “centrismo” é, na verdade, uma posição esquerdista, ou ainda, socialista fabiana, e é composta por “democratas” que pouco ou nada sabem sobre liberdade.

Onde há mais liberdade no mundo, há maior desenvolvimento econômico e cultural. As liberdades mais importantes são a econômica, a de expressão, a religiosa e a liberdade de possuir a sua propriedade sem interferência ou possibilidade de tomada da posse por parte do estado.

Isso é tão sério que hoje já se questiona a interpretação dúbia da Constituição de 1988. Essa constituição possui ideias que, se aplicadas, levariam rapidamente o Brasil ao socialismo. Uma delas é a “função social da propriedade” que possibilita que o estado cobre impostos de propriedade, como o IPTU, a ponto de confiscar o seu imóvel no caso de não pagamento de impostos.

Um país em que nada é seu, tudo é do estado e tudo pode ser confiscado, inclusive saldo em conta de banco privado, não pode continuar sendo assim. É preciso repensar o país para que ele possa ter de novo liberdade. Isso só será possível com direito à propriedade privada, liberdade de expressão, liberdade econômica, liberdade religiosa, voto distrital, lista aberta e fim de voto na legenda e do quociente eleitoral.

A guerra pela liberdade do direito à propriedade privada

Esse tema hoje é um dos que não sai na imprensa brasileira de jeito nenhum. Assume-se, nas redações, que o brasileiro já absorveu o conceito de “função social da propriedade”. Não é bem assim. O Brasil ainda não teve políticos com coragem de usar as nossas leis para implantar o socialismo. Mas temos motivos para temer eleger qualquer socialista de esquerda no Brasil sem mudar a constituição de 88.

Ela não permite que você tenha o que você tem. Pense em Fernando Collor, por exemplo. Ele confiscou dinheiro de contas bancárias. De bancos privados e públicos. Ele simplesmente arrancou dinheiro de todo mundo da noite para o dia. Onde estava o direito à propriedade privada? Não havia. E não há.

A “função social” da propriedade permite que um político radical possa considerar a sua casa como pertencente ao estado. E pode, até mesmo, alocar famílias para morar na sua casa se julgar que tem quartos livres para abrigar outras pessoas. Se isso for uma “função social”, a constituição automaticamente aceitaria. E o que quer que seja que isso signifique pode mudar de acordo com o radicalismo de esquerda do político em questão.

Garantir a propriedade privada é essencial. Em 2017 iremos falar bastante sobre esse tema. É tema relevante para tornar o Brasil mais próximo de um país de primeiro mundo. A garantia da propriedade privada dá segurança e critério para o Brasil e o tornaria de vez um país que caminha para o futuro. A descentralização da propriedade facilita e dá garantias para que os negócios ocorram sem tanta interferência do governo. O Brasil precisa disso cada vez mais.

E para garantir nossa segurança, não precisamos de mais policiais apenas. Precisamos de cidadãos conscientes tendo a capacidade de se armar para defender suas propriedades, sobretudo a sua propriedade principal: a vida. O direito à vida é inalienável, portanto o direito a posse de armas também deve ser. É preciso que tenhamos o direito de proteger as nossas casas e as nossas famílias. O estatuto do desarmamento é um crime que precisa ser corrigido.

Chega de armadilhas comunistas em nossas leis. Porque é disso que se trata.

A guerra pela liberdade de expressão

Está difícil ter liberdade de expressão no Brasil no século 21 se não for pela internet. Jornais possuem redações infiltradas em cargos de chefia. Só têm espaço para escrever nesses lugares quem está de acordo com o movimento da esquerda. Os poucos de direita, colunistas aqui e ali convidados pelos donos dos jornais, tentam segurar o que anda patinando.

É o caso do Reinaldo Azevedo, que está em 4 empregos diferentes fazendo alguma voz de oposição. Sabemos que ele não é o principal opositor, que ainda tem algum viés esquerdista dentro de si, mas mesmo ele é muito contido. Falta gente que diga a verdade no Brasil.

Os discursos dos políticos brasileiros parecem coisa de psicopata. De gente desconectada da realidade. Quando um Magno Malta, um Caiado, um Álvaro Diaz ou um Bolsonaro pegam no microfone, podemos então ouvir algo autêntico. Eles não escondem a verdade. Dizem tudo com simplicidade e passam o recado. A esquerda, porém, na figura de Fernando Henrique Cardoso, tem um discurso ora embotado, recheado do beletrismo elitista da esquerda blasé, ora tem um discurso populista, similar ao de Lula et caterva.

Esses discursos anuviados e recheados de blablablá é o que chamamos de politicamente correto. Isso veio de outros planos da Escola de Frankfurt. A teoria crítica dava conta do que se deveria fazer para implantar o socialismo na mente das pessoas. E uma das formas era criando o ódio de classes por meio de um discurso politicamente correto.

Esses discurso hoje é uma das piores formas de censura. Não é a censura das redes sociais que é o principal problema. O que existe é uma grande quantidade de conteúdo politicamente correto (pense no site Catraca Livre, por exemplo) que cria pessoas alienadas e separadas da realidade. Nessa dimensão alternativa, elas pensam em planos mirabolantes para nos tornarmos mais e mais socialistas.

A essa forma de censura, que é tão difícil de combater, só existe um caminho: falar a verdade. Esse caminho não tem volta e supera qualquer discurso embotado de um esquerdista que usa a falta de sentido para defender seus planos mórbidos e sangüinários.

É preciso combater a mentira com a verdade e as ilusões com a realidade. Dessa forma conseguimos recuperar alguma retidão moral nas atitudes que resgatam todas as outras.

A guerra pela liberdade econômica

O estado brasileiro é dono e controla muitas empresas. Dado que não é da qualidade dos políticos saber escolher talentos administrativos, é de se esperar que todas essas empresas tenham enormes problemas de gestão.

O Brasil se daria melhor se facilitasse a criação de mais empreendedores. Essa história de “estado empreendedor” é só uma forma de escravizar a população e destruir a economia de um governo. Para que? Para dominá-lo. Vender tudo barato para os comunistas internacionais faz parte do plano deles.

Para haver mais liberdade econômica é preciso facilitar o empreendedorismo. E isso é capitalismo, diga-se. Esquerdistas adoram dizer que capitalismo é o capital financeiro. Está longe disso. O capital financeiro pode ser consumido por maus investimentos. O que importa, no fim das contas, é a sua habilidade de gerar valor para a sociedade. É isso o que determina o seu sucesso. E facilitar o empreendedorismo é o caminho mais rápido para termos mais liberdade econômica.

A guerra pela liberdade religiosa

O esquerdismo tornou, curiosamente, o cristão em perseguido. O objetivo é claro: deixar de competir com os cristãos a atenção das pessoas. Eles querem tornar os ideais religiosos da cristandade um verdadeiro pecado. O objetivo disso é destruir a liberdade religiosa das pessoas, forçando-as a acreditar no “deus-estado”.

Essa guerra está no ar tem algum tempo. Para usufruir da narrativa do opressor versus oprimidos, a esquerda brasileira já se associou à Palestina. Assim como a esquerda americana, diga-se.

O objetivo disso é definir a cultura ocidental como opressora, chamando os cristãos de dominadores. Como se fosse aceitável termos Palestinos atirando foguetes em Israel com a ajuda de parentes, usando-os de escudo humano para cometer crimes.

Não é errado falar a verdade. É preciso que ela seja dita. E a esquerda precisa respeitar os cristãos. O que foi feito no Brasil, infiltrar a Igreja Católica com Teologia da Libertação foi um grande absurdo. Absurdo este que, esperamos, acabará se corrigindo com o tempo.

É preciso respeitar que as pessoas possam ter as suas religiões. O estado não deve intervir nisso. E também não se deve pensar o Brasil sem lembrar que aqui 90% das pessoas são cristãs. Querer remover isso de nossa cultura é um pecado e uma forma de censura. As pessoas não deixarão de ser cristã mesmo que o governo seja anticristo.

A guerra pela liberdade de eleições representativas

Precisamos de democracia representativa de verdade. Não iremos ter nada disso enquanto nem sabermos porque nossos representantes são eleitos direito. Está na hora de revermos nosso sistema eleitoral.

O voto distrital permite eleições mais representativas. Eleger os políticos do seu distrito facilitaria muito na hora de votar, pois você saberia que o eleito é alguém da sua área.

Além disso, voto em lista só se for lista aberta. Não pode ter voto em lista fechada de forma alguma. Isso é um plano para caciques de partido ganharem posições eternas na tribuna.

Não deixaremos nada disso acontecer. O Brasil precisa avançar.

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