Democracia, ostracismo e propostas para o Brasil

O ostracismo grego usava peças de porcelana quebrada para votar. O ostracismo do Brasil usará a internet

EDITORIAL

Democracia e ostracismo são dois conceitos gregos que precisam ser revisitados. Até mesmo a Grécia já esqueceu deles e adotou o socialismo nacionalista como forma de governo. Por ser hoje um país socialista, a Grécia, outrora uma potência e ainda tendo alguma importância na Europa, foi responsável por uma das maiores crises econômicas da história recente da União Européia.

Certamente a crise da Grécia, de Portugal, da Espanha, da Itália e da França colocaram pressão nos países da zona do Euro. Construída para dar um fim à cortina de ferro, curiosamente acabou sendo o plano que Hitler queria executar em toda a Europa, tornando-a uma federação sob uma moeda única tendo a liderança da Alemanha à frente de todo mundo. Conseguiram de forma pacífica o que Hitler quis fazer de forma sangrenta. Será que esse plano era mesmo ideal?

Que o digam o grande bloco atrás da Cortina de Ferro na Europa. A Sérvia sofreu para se livrar do comunismo. Muita gente morreu, mas o povo na rua resolveu esse problema.

Infelizmente é sabido que os dias da liderança alemães estão sob sério risco. Países do leste europeu, no entanto, que resolveram abandonar o socialismo de verdade, estão indo bem melhor. É o caso da Polônia, da Ucrânia e da Sérvia, que estão sabendo o que é ser europeu. E isso não é ser fascista, ou nazista. Isso é querer evitar a destruição da sua cultura e de sua história.

Democracia significava todo poder ao distrito

Distrito, para os gregos, eram as cidades-estado. Cada uma delas tinha um poder independente. Essa grande federação não significava que a Grécia era um país unido, como é hoje. Essa unificação, pelo que se conhece, provoca melhorias em alguns cenários, e piora em outros.

Quando a centralização é parecida com o que tem ocorrido em Brasília e Washington, a quantidade de leis, de regulação do mercado e o capitalismo de compadrio crescem e se tornam o que Trump chama de “special interest”.

Porém, a democracia corrigia isso. Como o voto era por distrito, ou seja, distrital, o impacto de um político movido por grandes corporações é menor diante de representantes distritais de igual peso, voto e importância. O voto distrital dá maior representatividade às eleições, tira a possibilidade de não entendimento do jogo de quem será eleito como é hoje, e permitiria que cada distrito tivesse o seu representante em Brasília.

Washington é assim e é muito melhor que Brasília. A prova disso é que a corrupção descaradas resultou na eleição de Trump, que promete ser um dos melhores presidentes da história americana. As últimas eleições mostram que esse sistema federalista funciona. E não há mais espaço para comunismo no Brasil. As eleições de 2016 já mostraram a realidade para o povo. A rejeição ao projeto socialista eurasiano na América Latina está no fim. Há clareza na mente das pessoas e elas não querem ser escravizadas.

O maior capital que alguém pode ter no mundo é a liberdade.

Ostracismo é o abandono de partidos, de políticos e de políticas

Outro conceito grego era o do ostracismo. Políticos que deveriam ser esquecidos e jamais votados tinham os seus nomes escritos numa casca de ostra e depositados na urna do ostracismo.

Democracia e ostracismo: conceitos a serem recuperados.
Democracia e ostracismo: conceitos a serem recuperados.

Se 6.000 pessoas colocassem o nome de um único político, esse político seria banido das eleições atenienses. Era um número pequeno, mas uma forma muito simples de facilitar para que políticos muito rejeitados não tenham vez na democracia.

Na lista do ostracismo do Avança Brasil hoje estão os partidos abaixo:

  1. PT
  2. PP,
  3. PMDB (com raras exceções)
  4. PSDB (com exceção da ala à direita)
  5. PSB
  6. PSOL
  7. PSTU
  8. PCO
  9. PCdoB
  10. PCB
  11. PMN
  12. PTN
  13. PTdoB

Na lista de políticos que devem cair no ostracismo não é tão complicada de lembrar. Esses políticos abaixo certamente teriam muito mais do que 6.000 ostras nas urnas atenienses da rejeição.

  1. Lula
  2. Renan Calheiros
  3. Dilma
  4. Maluf e todos do PP
  5. Fernando Pimentel
  6. Pezão
  7. Os Picciani
  8. Roberto Requião

E outros. A nossa lista do ostracismo está sendo preparada. Quem você gostaria de ver nela? Comente em nosso editorial com os nomes e os nomes mais votados além dos que estão nessa lista aparecerão em nossa página do ostracismo.

Propostas para o Brasil: empreendedorismo, voto distrital, democracia representativa de verdade, menos governo central, mais dinheiro nas mãos das pessoas

Assista ao vídeo do Brasil Paralelo e entenda como essas propostas podem mudar e avançar o Brasil. Entenda o que podemos fazer para reverter esse quadro.

E entenda que o Brasil tem jeito. Veja o post abaixo e entenda.

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