Primeiro Painel Avança Brasil

Primeiro Painel Avança Brasil 26/11/2016

EDITORIAL

Hoje ocorrerá o 1o Painel Avança Brasil. Joice Hasselmann, Carla Zambelli, Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, Nilton Masi Cáccaos Jr. e muitos outros estarão presentes para discutir a situação do Brasil no Espaço Tulipa, na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul.

Você está convidado para o evento. Para ir, basta levar 1kg de alimento não-perecível. A doação de alimentos será destinada para as obras assistenciais do Frei Jaime Bettega.

Veja ao vivo como está o evento:

A corrupção que corrói o Brasil e a Operação Lava Jato

Eduardo Mauat, delegado afastado da Operação Lava Jato, falará num painel junto com Carla Zambelli sobre a corrupção que corrói o país no Primeiro Painel Avança Brasil.

A Operação já teve seus altos e baixos. O primeiro clímax da operação teria sido a divulgação dos grampos envolvendo Lula e Dilma. O segundo, o indiciamento de Lula.

Eduardo Mauat, que conhece os bastidores da operação, irá falar um pouco mais como ela funciona, porque ela é importante e como a Lava Jato pode transformar o Brasil num país melhor.

O Brasil da Lava Jato e o momento político

Nessa palestra do Painel Avança Brasil, Joice Hasselmann irá falar sobre o que anda ocorrendo nos bastidores da política brasileira.

Sendo a melhor jornalista de política no Brasil na atualidade, Joice tem feito, de forma independente, o tipo de jornalismo que as revistas e jornais tradicionais já desistiram de fazer.

Trata-se do jornalismo da verdade, dos fatos e das opiniões concretas sobre o país. E isso tem feito falta, tanto aqui quanto lá nos Estados Unidos. Nos países onde a esquerda dominou as redações, universidades e cursos de comunicação, os meios de comunicação sofrem de um viés de esquerda muito forte.

O momento político do Brasil, no entanto, exige rigor e controle dos políticos, que andam abusando de nossa paciência e do dinheiro que pagamos de impostos. Trata-se de dinheiro do povo, e não deles.

Educação e doutrinação partidária nas escolas

Miguel Nagib, líder do Escola Sem Partido, irá palestrar no Painel Avança Brasil sobre o que vem ocorrendo nas escolas. Usadas como campo de dominação da esquerda, as escolas e universidades públicas em criados jovens incapazes de produzir que, no futuro, se tornarão dependentes do estado.

Essa ideia de fazer jovens pedirem cada vez mais governo é uma forma dos comunistas garantirem o poder no futuro. Isso é um problema, já que os jovens doutrinados são, muitas vezes, facilmente hipnotizados por uma retórica hedonista. Basicamente os professores estimulam o sexo, as drogas e não ensinam nem português, nem matemática corretamente.

O que temos visto, na nova geração, é prova de que esse modelo é terrível para o futuro do país. O projeto do escola sem partido combate esse problema com simplicidade. Por meio de um cartaz, obrigatoriamente colocado nas salas de aula, os professores e alunos serão lembrados que o professor não pode usar o espaço cativo em sala de aula para fazer proselitismo político-partidário.

O projeto, ao contrário do que a esquerda diz, não censura ninguém. Apenas coloca disposições essenciais, que estão na constituição brasileira, de forma que os professores não fiquem apenas passando conteúdos de extrema esquerda. É necessário que eles ensinem a história sob um amplo espectro de pontos de vista. O ponto de vista único em sala de aula tem produzido gerações incapazes de fazer uma leitura crítica de textos comunistas. Com isso, muitos alunos crescem acreditando que o comunismo é inevitável. E isso precisa acabar.

Pacto federativo e federalismo

Thomas Korontai pretende fazer um resgate da ideia dos proclamadores da República no Painel Avança Brasil. A inspiração dos proclamadores, dentre eles o maçom Deodoro da Fonseca, era o modelo americano, o modelo federalista, em que os estados possuem muito mais autonomia para tomar suas decisões.

Desde a construção de Brasília pelos esquerdistas Juscelino Kubitschek e Oscar Niemeyer, inventou-se, na verdade, uma ilha. Uma ilha onde os políticos acreditavam que podiam se isolar e controlar todos os destinos da nação.

Cidade feita para uma elite, jamais foi pensada em termos de transporte público. O objetivo era limitar o movimento das massas, deixando os políticos na maior tranquilidade. Com calma, eles podem facilmente legislar e executar, de longe, atividades que acabam com a individualidade de brasileiros que estão muito longe de Brasília.

Uma Brasília gigante, uma ilha no meio do Brasil, não é o que queremos para o nosso país. Brasília precisa ter um papel cada vez mais consultivo para os Estados, jamais um papel de poder central. A centralização do poder, inevitavelmente, leva à tirania, à malícia, à ignorância e ao erro. Por ter sido projetada por um comunista do nível de Oscar Niemeyer, Brasília tornou-se um peso para o país.

A solução? Um novo pacto federativo, ou federalismo. Com mais autonomia para os estados, Brasília deixaria de ser essa grande sanguessuga do dinheiro e do poder dos estados.

Propostas para a estabilidade no Painel Avança Brasil

Luiz Phillipe de Orleans e Bragança irá falar sobre direito constitucional. Ele irá comentar alguns pontos de nossa constituição que destroem o país de hoje.

A falta de legislação para garantir a propriedade privada, a inexistência do federalismo no Brasil e outros pontos serão abordados para podermos repensar o Brasil.

Reformar o Brasil passará por reformas constitucionais. Elas podem ser feitas por meio de Propostas de Emenda Constitucionais, ou por meio de uma nova Assembleia Constituinte que redefina o estado brasileiro para o seu plano inicial.

Com autonomia para os estados, um estado liberal preocupado com saúde, educação e segurança, com um governo transparente, que gaste apenas o que arrecada, teremos um país mais eficiente e maduro.

Está na Serra Gaúcha em Caxias do Sul neste fim de semana? Participe do 1o Painel do Avança Brasil e veja essas personalidades discutindo a política nacional.

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