Alíquota única: o combate à tirania e ao marxismo

Alíquota única significa mais dinheiro no seu bolso.

EDITORIAL

Alíquota única é um assunto que a esquerda jamais vai querer sequer ouvir falar. Até porque se há uma bandeira que os comunistas conseguiram implantar em vários países do mundo foi a dos imorais impostos progressivos.

A lógica da religião já ensinava sobre a contribuição do dízimo, ou seja, de um décimo do que se ganha para todo mundo. Por meio dessa lógica, o rico paga muito mais imposto do que o pobre. Porém, a esquerda distorceu isso com a ideia de impostos progressivos, como se o rico tivesse que pagar proporcionalmente mais imposto só por ser rico.

Essa técnica que a esquerda adotou na cobrança de impostos é absurda e imoral. Porém, os países todos já encaram isso com certa normalidade. É importante, porém, revermos sempre de onde vem as ideias. A ideia da igreja cristã, baseada no dízimo, é muito mais justa do que a ideia do imposto progressivo, baseada em um dos 10 mandamentos do Manifesto Comunista de Karl Marx.

Alíquota única: o combate a uma ideologia se dá por medidas práticas

Não adianta ficarmos aqui combatendo ideologias políticas tiranas, como o comunismo, e combatendo os políticos do PT sem fazer o contraponto de ideias.

Daqui a 30 anos, Lula, Zé Dirceu, Genoíno e tantos outros estarão mortos. Porém, muitos jovens ensinados a acreditar que o Manifesto Comunista deve ser seguido como os dez mandamentos da lei divina, continuarão a exercer o imposto progressivo e a criar cada vez mais novos impostos e inflação para atingir as suas metas.

Essa eterna guerra fria, travada entre os tiranos comunistas a serviço de uma tirania global, e os homens e mulheres livres e suas famílias, já deve completar um século no ano que vem, quando a revolução russa completará 100 anos.

No Brasil, a indignação com a quantidade de impostos que pagamos deveria ser maior. Como era no tempo dos inconfidentes, que lutavam, veja só, contra o quinto, impostos de 20% sobre a renda que a coroa portuguesa queria cobrar.

Hoje pagamos muito mais do que 20% de impostos no Brasil e não estamos reclamando. Mas todos nós sabemos que deveríamos.

Chega!

Alíquota única, fim do imposto sindical, fim do CIDE, fim dos impostos sobre importações e exportações

Precisamos destravar o Brasil. O estado quer interferir e taxar tudo. Isso é um erro. Para governos terem receitas, é preciso que a economia se aqueça. Há várias experiências de redução de impostos no mundo todo que mostram que isso aumenta a receita no longo prazo.

É preciso, portanto, ter rigor no serviço público, eliminando gastos num primeiro momento para poder baixar impostos. Na sequência, com o aumento da receita subsequente oriundo do crescimento da atividade econômica, o governo pode reinvestir esse dinheiro de forma transparente para obter mais eficiência.

Sustentar os serviços essenciais é o que o governo precisa fazer. Nisso, com a economia mais rica, com mais dinheiro no bolso das pessoas, a vida é muito melhor. Dinheiro no bolso é liberdade e, essa liberdade, permite mais empreendedorismo, maior geração de valor e inovação profunda.

Esse conceito aparece no Curva de Laffer. Entenda no vídeo abaixo.

Ou, como explica a economista Renata Barreto, não adianta querer cobrar mais CPMF e mais impostos para resolver os problemas do governo.

Alíquota única: menos oportunidades para os desvios todos

Esta semana a Lava Jato fez uma cerimônia de devolução de 204 milhões de reais para a Petrobrás.

Se tivermos alíquota única e impostos mais justos, os políticos todos serão obrigados a agir como gestores do dinheiro de forma correta.

Ao cobrar impostos muito altos, o tesouro nacional acaba acumulando um volume tão grande dinheiro que muitos políticos se sentem tentados a desviar uma parcela.

O fato da Lava Jato não parar, não significa que outras frentes não possam ser pensadas. O combate à tirania ideológica precisa prosseguir em todos os campos possíveis e imagináveis.

Dia 20/11: dia da consciência brasileira

Hoje, dia 20/11/2016, às 15 horas, estaremos, em várias capitais do Brasil, nas ruas novamente para manifestar nossa indignação uma vez mais.

Dentre os itens que iremos levar para a rua estão, é claro, todo apoio à Lava Jato, a aprovação das 10 medidas, bem como os demais itens da Agenda do Avança Brasil.

Está na agenda do Avança Brasil a ideia de termos um estado mínimo necessário, um estado liberal. Para tanto, podemos até mesmo pensar em retomar aquela ideia do quinto: 20% de impostos para todos, sem isenção para ninguém.

Seria o justo, já que os que ganham pouco pagarão muito pouco. Os que ganham muito, pagarão muito. A contribuição e a arrecadação aumentará, o que poderá sanear dívidas. A economia vai aquecer, o que vai facilitar empreendimentos e o crescimento virtuoso.

Motivos não faltam. Afinal Lula pediu a prisão de Sérgio Moro por se sentir ameaçado. Vamos mostrar aos petistas que os brasileiros ainda não desistiram do país e nem de ver Lula punido por seus crimes.

Alíquota única: quanto maior o estado, menor o indivíduo. Quanto menor o indivíduo, menor a liberdade e maior a escravidão

Por que não apostar em ideias simples como essa? Certamente essa ideia seria combatida pelos esquerdistas como algo radical. Já até imaginamos os esquerdistas nos chamando de “populistas” pela promessa de baixar impostos, assim como fizeram com o Trump nos Estados Unidos.

Porém, a realidade é que iremos apenas aprovar políticos que tenham esse tipo de visão: estado liberal, gastos apenas com o necessário, serviços essenciais de alta qualidade, garantia da propriedade privada, fim da corrupção e da imoralidade e a devida criminalização da subversão cultural, das ideologias radicais e que promovem a divisão da sociedade. Como é o caso do comunismo, que é a ideologia que ainda vigora em todo o nosso serviço público.

Queremos políticos que, como o Trump, querem até mesmo rejeitar receber salário. Queremos políticos voluntários, e não profissionais.

Precisamos, sim, de políticos corajosos como o Trump e o Dória no Brasil, que também admitiu que não aceitaria salário. Além disso, precisamos, sobretudo, de um estado pequeno e bem ajustado. Com menos gente querendo mamar nas tetas estatais pelo resto da vida.

Com alíquota única o governo fica menor

Alíquota única significa mais dinheiro no seu bolso. Com mais dinheiro no seu bolso, você pode fazer o que quiser com ele, inclusive dar mais conforto à sua família. Por que não?

Alíquota única significa mais dinheiro no seu bolso.
Alíquota única significa mais dinheiro no seu bolso e mais liberdade para você e sua família

O que há de errado, afinal, para a esquerda não querer que as pessoas tenham mais dinheiro no bolso? E por que os líderes de esquerda, como Lula, fazem de tudo para evitar pagar mais impostos, inclusive esconder patrimônio em nome de laranjas?

E quanto menor o governo, mais liberdade para nós, cidadãos. E todos nós do Avança Brasil nos inspiramos nos ideais de Tiradentes por menos impostos. Ele estava certo. Por isso que nós sempre dizemos o lema dos inconfidentes, que veio da primeira Écloga de Virgílio e que quer dizer “Liberdade, ainda que tardia!”

Vamos todos para as ruas no dia 20/11/2016 para tomar consciência dos problemas de nosso país e das soluções ideais. Dentre elas, não podemos nos esquecer da alíquota única com redução de impostos. Isso será essencial para melhorarmos a nossa economia.

One Reply to “Alíquota única: o combate à tirania e ao marxismo”

  1. […] Remessa do VM da ARLS Universitária dos Livres Pensadores Irm Ney Serrou Publicado em 19/11/2016 às 23:27 Fonte Avança Brasil Maçom http://avancabrasil.site/2016/11/19/aliquota-unica-… […]

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