Lava Jato e Wikileaks: Liberdade

Lava Jato e Wikileaks: A liberdade

EDITORIAL

A Lava Jato e Wikileaks têm muito em comum. Nos Estados Unidos, quem diria, a inteligência americana teve de usar o Wikileaks para conseguir virar uma eleição que parecia garantida para a Hillary Clinton. Não mais.

O vídeo abaixo mostra a realidade do que está acontecendo nas eleições americanas. Temos falado aqui da importância desse pleito para a história do mundo. E, curiosamente, essa história tem apresentado elementos que geram alerta aos maçons, em especial. E isso não é por acaso. Daremos algumas pistas sobre o assunto nesse editorial.

São os mistérios que não querem calar.

Hillary também mantém um casamento de fachada com Bill Clinton, já que diversas celebridades já disseram que Hillary é lésbica. Até mesmo Yoko Ono, a ex de John Lennon, declarou que teve um caso com Hillary nos anos 70. Não temos nada contra os Estados Unidos terem a primeira presidente lésbica da história, mas não acreditamos muito numa política que mente e cria um casamento de fachada para iludir a classe média conservadora americana.

São tantas mentiras, corrupção, escândalos e problemas, que não sabemos se Hillary irá sobreviver. As pesquisas mais recentes estão mostrando Donald Trump com 6 pontos percentuais à frente de Hillary, como você pode ver no gráfico abaixo.

chart-2
Gráficos da pesquisa do LA Times mostram Trump ultrapassando e ganhando de Hillary por mais de 6 pontos percentuais (48% a 42%)

Sorte a dos americanos se conseguirem evitar que Hillary seja eleita. Eles conseguirão evitar a Dilma deles antes que ela quebrasse o país. E não é só por causa da corrupção. É também pela incompetência. Veja o vídeo abaixo.

A importância do que disse o Steve Pieczenik e o Wikileaks

No dia primeiro de novembro de 2016, Hillary e sua trupe de assistentes deram um golpe civil. Diferente do conceito usual de um golpe em que os militares estejam envolvidos e assumem a Casa Branca e os centros de comunicação, assim como você veria num filme.

Esse golpe foi feito foi feito silenciosamente e com muita eficácia por dois métodos: corrupção e aliciamento. Os Clinton têm estado envolvidos em aliciar a nossa Casa Branca, nosso Judiciário, nossa CIA, nosso FBI, nossa procuradora-geral Loreta Lynch, e nosso diretor do FBI, James Comey, há algum tempo.

O que eles têm feito é garantir que fossem parte e parcela do grupo de pessoas que estavam interrelacionadas por compadrio político.

O cenário é o mesmo criado pelo Partido dos Trabalhadores no Brasil. Os Clinton têm uma fundação, assim como o Lula tem o Instituto Lula, que está no centro das investigações. Nesse momento, nas eleições americanas, estamos vendo uma situação nada diferente da do Brasil.

O fato de Hillary pertencer ao partido Democratas, a esquerda americana que, no passado, era a favor da escravidão, mostra que, no futuro, teríamos um Estados Unidos socialista sob Hillary Clinton. Ainda bem que esses escândalos estão acontecendo agora, pois permitirão aos americanos um melhor conhecimento de para quem votar.

Para nós, fica cada vez mais claro que Hillary é, sim, igual à Dilma Rousseff. E, apenas por isso já seria um enorme risco para o Brasil que está ainda lutando para sair da zona de influência cubana do Foro de São Paulo. Hillary atrapalharia esse processo e colocaria tudo a perder na América Latina. Com Trump, esse jogo deve mudar, e o Brasil pode ganhar mais relevância no comércio exterior com os Estados Unidos. Que assim seja: mais liberdade econômica, mais comércio e menos corrupção.

Os outros escândalos: Huma Abedin e Anonymous

O grupo hacker Anonymous divulgou um vídeo fazendo uma associação direta entre Huma Abedin, uma saudita que é a maior assistente de Clinton, e o terrorismo islâmico. Hillary e Obama, de fato, fizeram uma política externa desastrosa durante o primeiro e o segundo mandato.

As conexões entre essas pessoas e ideias é, afinal, assustadora. Como cabe aos maçons inspirarem-se para lutar contra a tirania, precisamos conhecer porque essa associação curiosa pode estar ocorrendo. E ela tem a ver, inclusive, com as lendas da maçonaria.

Assistente de Clinton diz que fará sacrifício para Moloch

Cheryl D Mills, conselheira de Hillary Clinton, mandou um e-mail que foi parar no Wikileaks. Nesse e-mail, após discorrer sobre assuntos diplomáticos importantes, ela finaliza a mensagem com a seguinte frase em 2009:

With fingers crossed, the old rabbit’s foot out of the box in the attic, I will be sacrificing a chicken in the backyard to Moloch . . .

Mas quem é Moloch? Ora, Moloch teria sido a divindade dos fenícios, povo vizinho à Israel que teria ajudado Salomão a construir o seu templo. Muito antes de existir Maomé, era o deus predileto para o qual se faziam sacrifícios.

Os judeus, que inicialmente eram um povo formado de doze tribos, mantiveram por anos o sacrifício a Moloch como uma tradição, até que, com o tempo, foram proibidos os sacrifícios.

No ocidente, no século 21, uma certa elite financeira, porém, criou um culto à Moloch bastante bizarro. Fazem sacrifícios de animais e, dizem, até de humanos. Isso pode ser uma lenda ou conspiração. Mas que é bizarro isso aparecer nos e-mails para uma futura candidata a presidente dos Estados Unidos.

Estranha religião conectaria a elite vermelha dos Estados Unidos?

lake172
Imagem do deus Moloch que, de acordo com a bíblia, a ele eram oferecidos sacrifícios humanos (2 Reis 23:10)

Alguns elementos da religião de Moloch, dos antigos fenícios, foram parar na ideologia da religião islâmica de Maomé. É natural, já que Maomé propôs uma nova religião que partiria de um sincretismo entre judaísmo, cristianismo e o antigo culto à Moloch, um dos mais conhecidos do Oriente Médio antes do islamismo. O sacrifício humano não é uma delas, mas elementos morais da religião de Moloch ainda persistem no islamismo.

Muitos gostam de associar à maçonaria à Baphomet, um ídolo que, na verdade, seria inspirada em Moloch. No entanto maçons não formam uma religião. E a missão do maçom não tem nada a ver com isso. Nossas lendas, porém, mandam um recado à prudência: os grandes traidores seriam fenícios. No mais, se pode imaginar o que estamos falando. Caso não entenda, recomendamos a leitura do livro do irmão maçom Z. Rodrix, Diário de um Construtor do Templo. Vale a leitura para entender as diversas mitologias e religiões do Oriente Médio da época que utilizavam o sacrifício. E o quanto a religião judaica contribuiu para a civilização ao abolir essas práticas absolutamente sectárias, malignas e sem sentido.

Atualmente, a elite vermelha americana, formada pelos capitalista de compadrio associados aos lobistas e políticos associados, podem ter formado um novo culto à Moloch. Por mais bizarro que isso possa parecer. Queremos crer que não, já que maçons sabemos riscos inerentes à idolatria, conforme revelado nas Antigas Escrituras.

Os escândalos sexuais envolvendo Hillary e Bill Clinton

Além dos escândalos já conhecidos sobre Bill Clinton, Hillary parece estar envolvida também em alguns escândalos bastante graves.

Bill Clinton, aliás, quase sofreu um impeachment por seus casos sexuais. No Congresso o impeachment foi aprovado, porém no Senado foi rejeitado. E Clinton escapou de ser removido do governo.

A mídia brasileira ainda não está mais divulgando as verdades que estão surgindo na internet, mas o Avança Brasil se sente na obrigação de manter você absolutamente informado.

A Lava Jato pode servir de inspiração americana

A Lava Jato vem fazendo um trabalho reconhecido no exterior cada vez mais. É o que parte da inteligência americana quis fazer, mas com o Wikileaks, para conseguir reduzir a corrupção que foi plantada em Washington.

Em Brasília a situação é muito parecida: uma casta de burocratas acredita que governa o país todo. A solução para isso, além da Lava Jato lidar com os corruptos, será, necessariamente, maior autonomia para os estados. Por isso acreditamos que o federalismo pode reduzir o poder que Brasília tem sobre o país.

O mesmo precisa ocorrer de novo nos Estados Unidos. O país ainda é muito mais federalista do que o Brasil, mas, nos últimos anos, com o aumento do tamanho do governo desde a gestão Clinton, passando por Bush e Obama, Washington têm funcionado cada vez mais como Brasília: uma ilha distante do resto do país.

A Lava Jato e Wikileaks podem trazer de volta o federalismo para os países

É necessário que tanto Estados Unidos quanto o Brasil retomem o projeto inicial, de nação federativa e com estados mais autônomos. Com isso teremos mais condições de dividir mais o poder, evitando que tiranetes ou marionetes de plantão possam assumir o nosso país a mando de outros.

A Lava Jato, aliás, deve voltar a atuar com toda a força. Sérgio Moro deve receber a denúncia do Ministério Público Federal e deve julgar Antônio Palocci em breve.

A delação premiada de Palocci está sendo ignorada na Lava Jato

Palocci andou dizendo que iria querer fazer uma delação premiada para sair da cadeia. Porém, deve ficar na cadeia mais tempo, já que todo o Ministério Público está trabalhando na delação da Odebrecht.

A delação da Odebrecht é o que terá um efeito similar ao do Wikileaks no Brasil. O site é especializado em divulgar vazamentos de dados reais. No Brasil, a Lava Jato vem descobrindo esses dados. São dados que não estavam no portal da transparência do governo. Mostrando ao Brasil que transparência é algo que ainda não existe.

A Lava Jato e o Wikileaks estão dando esperança para os Estados Unidos, para o Brasil e para a América Latina.

O Brasil, como república, sempre se inspirou nos Estados Unidos. No próximo dia 15 de novembro, comemoraremos um feriado em que os maçons do passado atuaram para encerrar a monarquia e dar início a uma democracia federativa no Brasil.

Desde então, os caminhos dos dois países foram muito diferentes, mas nem tanto. Ambos tendo em comum o grande fluxo imigratório que permitiu que nos tornássemos um caldeirão cultural, em ambos os países a cultura judaico-cristã de tolerância e liberdade religiosa sempre foi o tom.

O que estávamos vendo, aqui e lá, é a religião marxista entrando na vida das pessoas. Pouco a pouco, foram subvertendo a juventude, criando cursos que não servem à formação de profissionais e tornando os americanos um pouco menos inteligentes. O Brasil vem também sendo escravizado pela ignorância. Que se traduz na miséria e na corrupção. No aparelhamento do estado, que também tem sido feito por lá.

Os paralelos entre Estados Unidos e Brasil além da Lava Jato e Wikileaks

Entender esses paralelos é extremamente importante. As eleições americanas, que ocorrerão semana que vem, encerrarão o ano político de 2016. E serão imensamente estratégicas para nós, que estamos lutando contra a esquerda internacional, se o Donald Trump vencer. Estaremos um pouco mais longe da esquerda e mais perto do projeto republicano federalista que baseou os Estados Unidos e inspirou o Brasil.

Os pais fundadores americanos eram quatro. Três eram maçons. Os Estados Unidos e sua revolução americana é a principal influência do Avança Brasil, e não os maçons da Revolução Francesa. Acreditamos, sinceramente, que o Brasil tem tudo para seguir um bom caminho em sua história.

Basta trabalharmos nos pontos da Agenda do Avança Brasil para termos mais representatividade, menos corrupção e menos impunidade. E vamos continuar inspirando os maçons daqui e dos Estados Unidos a buscar conservar o que de bom George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e tantos outros fizeram pelos Estados Unidos.

Good luck!

Deixe uma resposta