Liberdade, ainda que tardia

Liberdade, ainda que tardia

EDITORIAL

Liberdade, ainda que tardia

Liberdade dos sindicatos e dos partidos com ideologia comunista é o que precisamos. Eles representam os antigos soviets dos comunistas russos e estão querendo tomar o Brasil de forma anti-democrática. Querem uma ditadura de partido único e do proletariado. Buscam, por meio da divisão em vários partidos, confundir para conquistar e escravizar o povo brasileiro.

Para tanto, utilizam pequenos grupos que dizem representar grandes grupos.. Usam pequenos grupos de professores que dizem representar todos os professores. Usam pequenos grupos de sindicalistas que dizem representar todos os trabalhadores. Eis a tirania disfarçada nos “conselhos populares” que Dilma queria implantar a qualquer custo. Como já existe hoje na Venezuela.

É só ler e interpretar a PEC 241 para ver que ela é benéfica para o país. Triste é constatar que, fôssemos um país bem educado, sem a infestação de ideologias socialistas e comunistas, jamais precisaríamos dessa PEC. Mas, como somos o que somos, ela é mais do que necessária para nos dar alguma liberdade, ainda que tardia.

A saga para destruir a sua liberdade

O oposto da liberdade é a escravidão. O brasileiro não percebeu ainda o esquema internacional de dominação que tem como objetivo escravizar populações inteiras sob um governante-marionete.

É isso o que ocorre em Cuba, na Venezuela, no Chile, na Bolívia, no Equador e ocorria no Brasil sob Dilma.

Se Dilma usava espiões venezuelanos e cubanos para tomar decisões de Estado, conforme disse Mujica, isso é sinal claro de tentativa de escravização do povo. Em Cuba, os agentes do governo espionam o próprio povo, para dizimar qualquer chance de nascimento de uma oposição ao regime.

Para os cubanos, portanto, a única oposição ao regime válida é fugir da escravidão dos irmãos Castro. Os Estados Unidos, por muitos anos, aceitou que esses cubanos que chegassem ao país ganhassem a permissão para morar por lá. Isso é uma questão humanitária. Algo que o Brasil deverá fazer para os venezuelanos que querem fugir da escravidão de Maduro.

Liberdade sob Dilma apenas com a ajuda de espiões cubanos e venezuelanos e com dinheiro da China

O dinheiro da China também é uma forma de dominação. A Petrobrás, que foi privatizada para os chineses sob Dilma, foi entregue em vários níveis. Não só ela. A Vale também foi reestatizada para que o negócio siderúrgico nacional deixasse de ser entre empresas, mas sim entre partidos comunistas.

O aparelhamento da burocracia também é uma forma de escravidão. O povo, que precisa de serviços públicos decentes, não conseguem. Porque os burocratas do outro lado do balcão insistem em tornar a vida do povo um inferno, com formulários, regulações, leis, impostos, taxas, contribuições em não sei quantas vias, tomando o nosso tempo e o nosso dinheiro com coisas inúteis.

Lutar pela liberdade no século 21 é ir para as ruas

“La toma de Venezuela”, recentemente, é mais um exemplo de como o povo pode continuar lutando contra a tirania. No último dia 26 de outubro, milhões de pessoas foram às ruas para lutar contra mais uma marionete que quer escravizar o próprio povo. Tudo em nome de um projeto de poder que passa pelo domínio energético do planeta. Síria, Iraque, Rússia, Venezuela têm em comum o petróleo. Essa é uma fonte de poder e cobiça dos grandes tiranos do planeta.

Ainda haverá esperança para o povo venezuelano enquanto as pessoas forem para as ruas dar a sua voz. Porém, o ditador poderá escalar a violência, matando opositores e prendendo o próprio povo se o povo não fosse maciçamente para as ruas. Apenas quando milhões de pessoas se dispõem a sair de casa é que elas podem ficar mais seguras de que não serão atacadas e de que a ação contra a tirania será efetiva.

A liberdade da dominação internacional dos comunistas

A Venezuela é só mais um exemplo recente e próximo. Porém, há poucos anos, na Ucrânia, a situação era muito parecida. No poder havia outro presidente-marionete. E a tirania começava a se tornar não apenas preocupante, como também ridícula. O povo queria que a Ucrânia se unisse à União Europeia, mas a marionete pensava mesmo é se unir aos eurasianos de Moscou. O resultado foi, de novo, o povo na rua. Violência contra o povo foi utilizada, mas isso mais ajudou o povo do que qualquer outra coisa. Foram anos e anos de ocupação da praça Maidan até que o ditador da Ucrânia abandonasse o poder e Kiev voltasse ao controle dos ucranianos.

Os russos, evidentemente, não deixaram barato. Partiram para a rebelião no leste da Ucrânia e tomaram a Crimeia. Acreditam estar em território estratégico para eles e não abrirão mão dessa dominação política forte na região deles. Porém, a influência de Moscou diminui com a distância. O principal influenciador deles nessas bandas aqui são os irmãos Castro. Porém, empobrecidos, pouco podem em termos militares. Mas já fizeram muito em termos de estratégia cultural, educacional e política. Para livrarmo-nos destes nos diversos países em que ainda dominam, o povo de todos esses países também precisará ir para as ruas.

A liberdade de estudar cerceada por sindicatos de professores comunistas

A estudante militante Ana Júlia reconheceu que o aluno que morreu numa ocupação foi morto por outro aluno de ocupação. Porém, ainda assim, quis colocar a culpa “na sociedade”. Apesar da falta de lógica nessa conclusão, muita gente aplaudiu porque sabe que os políticos estão devendo na qualidade dos serviços que prestam — ou que deixam de prestar. Porém está longe de ser verdade.

Se há mãos sujas de sangue, estas seriam dos professores que convenceram os alunos a invadir escolas. Criaram rapidamente assembleias onde só votaram os alunos ideologicamente mais chegados nos professores. E, partindo do princípio de que o decreto dos conselhos populares da Dilma estava certo, muitos alegam que podem invadir escolas porque decidiram em assembleias. Como se a assembleia de algumas minorias de estudantes tivesse mais poder do que a lei e a ordem.

Por isso é importante termos também a exposição dos discursos contrários. Pois é apenas com a oposição de ideias que faremos frente ao marxismo cultural. Nesse sentido, o estudante do vídeo abaixo deu a resposta perfeita para a comunista Ana Julia. A resposta que todos os brasileiros acreditam estar correta. Não podemos mais perder tempo com essas invasões.

A liberdade e as eleições de 2016 e 2018

O recado das urnas do Rio de Janeiro em 2016 já deixa bem mais claro o que vai acontecer em 2018. Com praticamente 60% dos votos, Marcelo Crivella venceu Freixo de lavada. Uma vitória com uma votação bem maior do que prometiam as enviesadas pesquisas.

As eleições de 2018 também sofrem desse problema. Pesquisas que têm saído têm resultados duvidosos. É o caso da pesquisa Vox Populi recente que ainda apontava Lula em primeiro lugar. Nós acreditamos que esse está longe de ser o caso. O resultado do RJ só reforça isso. Pois o PT, mesmo apoiando o PSOL abertamente, não conseguiu eleger o seu candidato.

As chances de Lula conseguir ser candidato são pífias. Mas as chances dele ter algum voto significativo são ainda menores. Uma pequena enquete que postamos em nossa página no Facebook mostra que as chances de Lula sequer ir para o segundo turno são próximas de zero. De forma que, para Lula, nem valeria a pena sequer se candidatar.

Liberdade: inspiração dos inconfidentes e do Avança Brasil

Tiradentes e os inconfidentes são grande inspiração para o Avança Brasil. Eles não apenas fizeram um movimento político contra a tirania e contra altos impostos na época deles, como também representaram a alta cultura. Os inconfidentes foram também ótimos poetas, escritores e artistas. Lutaram contra o quinto, imposto de meros 20% que a coroa portuguesa queria implantar no Brasil. hoje pagamos perto de 40%. E o Avança Brasil quer mudar isso.

Um dos maiores riscos que vivemos à nossa liberdade é o fato de não termos propriedade privada no país.

Como temos impostos sobre a propriedade, na verdade todas as propriedades pertencem ao estado e podem ser tomadas pelo estado. É como se alugássemos nossos imóveis, nossa “casa própria”, do governo. O mesmo vale para os nossos carros.

Impostos sobre a propriedade e conceitos estranhos como a “função social da propriedade”, na verdade, são formas de distorcer a propriedade privada e de tirar a segurança do investimento no Brasil. Com isso, o brasileiro jamais poderá ser livre e jamais poderá defender o que é seu. Por isso o Brasil não é confiável para investimentos como outras partes do mundo.

Para sermos livres, precisamos de mais livros, do direito à propriedade privada, do fim de partidos que defendem ideologias comunistas ou socialistas, e facilitando os negócios diminuindo a burocracia.

Precisamos de políticos mais comprometidos com a segurança nacional, com a educação e com a saúde do brasileiro. Assim prepararemos a ordem para que o Brasil possa seguir adiante em seu progresso. Assim conseguiremos evitar a barbárie, a morte e a guerra que é o que querem os comunistas. E assim também poderemos alçar voos maiores para tornarmo-nos o país de primeiro mundo que sempre estivemos destinados a ser.

Vamos seguir adiante lutando pela liberdade do Brasil, ainda que tardia.

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