As armas dos sindicatos e como combatê-las

Sindicatos, não!

EDITORIAL

As armas que os sindicatos, representados por Vagner Freitas, prometeram levar para as ruas estão aparecendo. Na forma de invasão de escolas por meio de alunos hipnotizados pelo canto da sereia dos sindicalistas. O canto da sereia é de um mundo melhor.

Os alunos secundaristas invasores não possuem palavras para descrever o mundo piorado da PEC 241. Falam o básico: as escolas vão piorar, a saúde vai se defenestrar. Como se já não fosse ruim o suficiente a atual situação.

O escárnio com a absoluta mediocridade dos sindicalistas mostram que eles já formam uma espécie de soviet, os tais conselhos populares que Dilma quis fazer a população a aceitar na marra São 15007 sindicatos no Brasil. Essa distorção ilógica faz do Brasil uma distopia socialista. Daí aquela eterna sensação de que vivemos num país bizarro.

Sindicatos de professores: os grandes responsáveis por uma juventude militante comunista

No Paraná, a APP é a grande responsável pelas invasões. A estratégia é a mesma da APEOESP em São Paulo e no RJ com o Movimento do Passe Livre seguido dos Black Blocs. A intenção, em SP, era uma só: gerar problemas com a segurança pública do estado de Alckmin a ponto de fazê-lo perder votos nas eleições contra Alexandre Padilha.

No Paraná, a ideia é provocar um caos na candidatura do tucano Beto Richa. É uma forma do PT se alinhar como oposição com o PSDB, criando uma polarização que, sabemos, na raiz, nem existe. Mas é óbvio que o problema é mais complexo ainda.

Pois temos uma geração de crianças alienadas. Por sindicatos de professores e por militantes próximos. Eles ensinam essas crianças a repetirem discursos inflamados. Projetam nelas as suas próprias fantasias de partido único e do fim da alternância de poder.

O que quer a esquerda senão evitar a todo custo a existência de outros partidos? Para a esquerda, o ideal é um mundo onde só existam esquerdas. Perdidas na contra-argumentação de si mesmas, as esquerdas só poderiam realizar aquilo que fazem de melhor: mais do mesmo. O controle estatal por meio do capitalismo de compadrio é uma das principais características do comunismo moderno.

As armas dos sindicatos: as marionetes do comunofascismo

Trata-se do neocomunofascismo que, nos Estados Unidos, é chamado de “liberalismo”. Tratam-se de liberalóides, de fato, os que são usados como marionetes de mestres da manipulação. É como disse Jeffrey Nyquist em seu artigo sobre o assunto:

A Rússia está no negócio de marionetes, transformando carne e osso em madeira e fio. Os homens de negócio que lidam com a Rússia se tornam uma marionete. Um diplomata que assina tratados com Moscow se torna uma marionete.Os advogados do aquecimento global são marionetes. Feministas radicais são marionetes. Conservadores pró-Putin são marionetes. Nazistas são marionetes. Terroristas islâmicos são marionetes. E há tantas marionetes em tantos lugares que é difícil dizer onde o show de marionetes russas termina e onde a realidade começa.

As armas do comunismo do século 21

Se queremos entender o comunismo no século 21, precisamos entender o esquema de marionetes. Moscou as controla desde sempre. Pedem para que implantem agendas absurdas e imorais no ocidente. Para que, de lá, os russos possam dar risada e se dizer superiores por não ter aquelas imoralidades. É claro que as imoralidades acabam se espalhando pelo mundo. Porém a Rússia as repele dentro de casa, enquanto as divulga fora.

São marionetes os petistas. Assim como também foram os nazistas. Interessava a Stalin a guerra de Hitler. Destruir parte do leste da Europa ajudaria nos planos de Stalin de tomar para si toda a região. Hitler, quem diria, o poderoso führer, seria uma mera marionete de Stalin? Sim. Assim como Lula pode ser só uma marionete de FHC. E você se ilude achando que as marionetes se mexem e têm vida própria.

Não têm. Por isso o ataque à juventude. É mais fácil, por meio de discursos utópicos e tons de voz hipnóticos transmitir uma ideologia absolutamente distorcida. Que utiliza uma demonstração de indignação moral para justificar a morte de milhões de pessoas e a escravização de outros tantos milhões.

As armas dos sindicatos são nada perto das armas do povo

Pense: mais de 6 milhões de pessoas foram às ruas contra Dilma Rousseff em 2015 e 2016. Existem 15.007 sindicatos apenas. Podem esses 15 mil “líderes” serem mais fortes do que 6 milhões de pessoas que representam outras tantas? Não. Mas é isso o que o governo quer que aconteça.

Observe nos vídeos do Arthur do Val do Mamãefalei que há uma farsa ocorrendo. Muitas vezes os alunos mencionam que votaram em assembleias pela ocupação. Arthur então questiona se o que vale é o que a assembleia deles decide ou se é o que está na lei. A resposta não existe. Porque não há resposta.

Porém é o que a Dilma queria com o decreto 8243: permitir que assembleias decidam fazer o que quiserem na hora que quiserem. Se o MST invadisse a sua propriedade e fizessem uma assembleia dizendo que não iriam sair, você teria que aceitar. Os russos diziam “Todo poder aos soviets!” Era isso o que eles queriam dizer.

As armas do povo: o PLS 385/2016

O projeto de lei do Senado 385 de 2016 é o que pretende acabar com as contribuições sindicais. Elas alimentam a doutrinação nas escolas e a utilização de armas psicológicas contra os nossos jovens. Elas destróem famílias, geram desunião entre os povos, fabricam uma sociedade sem fraternidade, atomizada, sem família e sem geração de riqueza.

Os sindicatos acreditam lutar por direitos. Na verdade lutam por um estado gigantesco que tira das pessoas o seu dinheiro e os seus direitos. Dizem que os ricos precisam pagar as contas. Porém, se uma pessoa pobre começa a enriquecer com o seu próprio trabalho, é punida com impostos cada vez maiores. Essa lógica distorcida de que ter mais recurso por meio de direitos é bom é o que não permite que esse dinheiro seja revertido às famílias.

Um empresário paga um salário para o profissional e outro para o governo. Isso não faz sentido e não é sustentável. É preciso que criemos um Brasil que não seja dependente de impostos. É preciso que pensemos num estado liberal para o Brasil.

O PLS 385 é um projeto que pode começar a diminuir o dinheiro na mão de minorias da elite vermelha, deixando o dinheiro na mão do povo para o crescimento da economia.

Vote agora na enquete do senado pelo SIM para o projeto.

As eleições 2016 e as vitórias inesperadas

Crivella e Trump serão os políticos que disputam com a esquerda globalista dos próximos fins de semana. Crivella tem grandes chances de ganhar a eleição contra Freixo no próximo domingo, de acordo com as últimas pesquisas. A vitória de Trump ainda não está clara. Porém uma novidade ocorreu ainda hoje que o Avança Brasil não pode deixar de comentar.

A campanha de Hillary Clinton teve uma péssima notícia hoje: o FBI voltará a investigá-la. O motivo foi um e-mail de um marido de uma assessora da campanha de Clinton pego enviando fotos nuas para adolescentes. Investigado por esse outro caso, o escândalo dos servidores privados da Hillary parece não ter fim.

A notícia é tão grave que até o New York Times pareceu mudar de lado e querer a vitória de Trump. Infelizmente a vitória de Hillary passou a ser um problema para eles. E o FBI agora pareceu determinado em exercer o seu papel. Deveriam se inspirar na Lava Jato e fazer a sua própria Operação Car Wash, isso sim.

Que americanos, cariocas e brasileiros votem bem no segundo turno, afastando de vez toda a possibilidade da esquerda dominar o Brasil e o mundo. É preciso que comecemos a andar na direção da ordem e do progresso, e não rumo à escravidão

Como bem disse Gilmar Mendes:

Sindicatos, não!
Sindicatos, não!

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