A subversão comunista no Brasil

A subversão comunista: FHC passa a faixa a Lula, mas é o grande mentor do plano da esquerda no Brasil.

EDITORIAL

A subversão comunista foi implantada em larga escala no Brasil. Novo livro de Graça Salgueiro sobre o Foro de São Paulo, a ser lançado pela editora Observatório Latino, irá jogar luz sobre essas e outras histórias, realinhando a nossa história com a verdade.

O terreno para a eleição de Lula foi cuidadosamente preparado para o PT em 2002. Os principais atores dessa trama foram Lula e FHC.

A lógica interna e a atuação política dos comunistas não seguem os métodos tradicionais de análise política. Pois um partido comunista, tenha o nome que tiver, não age como um partido político comum. É o caso do Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ou da linha auxiliar também conhecida pela alcunha de “companheiros de viagem” como PSDB, PSB, PPS, PSTU, PSOL, PCO, PCB, PDT e outros.

Os partidos democráticos atuam segundo políticas elaboradas com vistas a aplicação num tempo limitado, pois os mandatos são curtos. Estes partidos admitem e aceitam implicitamente a alternância no poder com outros partidos democráticos adversários.

Já os partidos comunistas não, eles encaram a política como uma guerra de extermínio. Para isso utilizam de métodos estranhos aos demais partidos, como guerrilha, terrorismo, subversão das forças armadas com doutrinação de recrutas e oficiais de alta patente e, o que é pior, doutrinação da juventude nas escolas.

A subversão comunista quer uma ditadura de partido único

Consideram os demais partidos como “burgueses”, não como adversários dos quais podem ganhar ou perder, ou com os quais se alterarem no poder, mas inimigos a serem aniquilados.

Dessa forma, atuam com base em estratégias de longo prazo. No cerne da própria estratégia está a abolição, em algum momento no futuro, dos mecanismos “burgueses” de escolha dos dirigentes pelos eleitores.

Muito embora deem essa impressão, sua luta não é política: é contra a existência da política. A esquerda quer eliminar a política da vida da nação. Por essa razão é que eles propagam a máxima de que “política e religião” não se discutem desde os anos 1930.

Para entender a crise atual enfrentada pelo governo Temer é necessário entender a inserção globalista levada a cabo a partir do governo PSDB. É preciso, em primeiro lugar, compreender que eventuais divisões entre partidos comunistas e inimigos auxiliares não existem.

A subversão comunista e a falsa oposição: a estratégia das tesouras

Basta lembrar que Fernando Henrique Cardoso declarou há pouco tempo que não há diferença ideológica entre PT e PSDB. Há apenas divergências quanto a estratégia pois o primeiro é marxista e o segundo é socialista fabiano.

Não é muito difícil enxergar por trás da cortina de desinformação, basta um olhar atento. Como no caso da operação “abafa” promovida pelo PSDB nas CPIs, ou procurar correlações temporais entre a eclosão de polêmicas e as grandes iniciativas comunistas.

Coisas que passariam batidas por um olhar menos atento, como o aprofundamento da crise no Brasil e o aumento da repressão na Venezuela. Nesses casos, a polêmica sempre faz parte da operação de desinformação que visa confundir e desarticular a oposição.

PSDB e PT simulam oposição um ao outro enquanto aparelham o Estado e acabam com a economia de mercado. Aliás, o cenário pluripartidário brasileiro é uma ilusão como aponta o Prof. Olavo de Carvalho no vídeo abaixo:

A falsa alternância do poder na subversão comunista

Com exceção do recém criado Partido Novo, cujas políticas liberais fazem um contraponto parcial no aspecto econômico sem tocar na subversão moral e cultural, os membros do Foro de São Paulo elegem quem eles querem, enquanto simulam candidaturas divergentes.

Basta recordar da fatídica “disputa” eleitoral de 2014 entre Aécio Neves e Dilma Rousseff. Decidida na bacia das almas em segundo turno, pela “tradicional apuração secreta de votos” no sistema “ultra-confiável”.

Tal sistema foi desenvolvido pela empresa venezuelana Smartmatic financiada por George Soros. Tal urna foi implementada no Brasil justamente por Fernando Henrique Cardoso, uma mente maligna que, até hoje, não se mostrou contrário à corrupção do PT, à Dilma ou a Lula.

Ambos, PSDB e PT são facções políticas nascidas de grupos terroristas revolucionários da esquerda marxista. Basta constatar os vínculos do Foro de São Paulo com as FARC ou o MIR chileno. O PT nasceu na esquerda sindical, enquanto o PSDB nasceu na esquerda marxista cultural da USP. E estão de mãos dadas desde então.

Quem é o líder da subversão comunista no Brasil?

Aqui a história começa a ficar interessante. Muitos atribuem, de forma ingênua, a chefia da organização criminosa em território nacional à figura patética e iletrada de Lula que, ao que tudo indica, deve ser preso em breve.

Mas a mentoria intelectual de um plano supranacional dessa envergadura requer uma capacidade cognitiva que fica muito distante das habilidades de Lula.

A mente maligna de FHC reuniria todos os terroristas da AP, Ação Popular, grupo extremista do marxismo, e da ALN, a Aliança Libertadora Nacional.

Esses bandidos, dos quais Dilma, conhecida como Stela, fazia parte, aterrorizaram o Brasil nos anos 60 praticando centenas de assaltos a banco, sequestros, assassinatos e terrorismo.

Juntando todo essa nata da esquerda, FHC fundou em 1988 um partido de esquerda fabiana, o PSDB, arregimentando gente da pesada acostumada a usar armas como Aloysio Nunes (ex-motorista de Mariguella), Sérgio Motta e José Serra (vulgo vampiro).

FHC: o mentor intelectual do projeto comunista brasileiro

Sempre declarado como um sociólogo comunista, que escrevia teses marxistas nas universidades e pregava ideias comunistas em livros sobre políticas para a América Latina, FHC funcionava como uma espécie de agente subversivo.

Participava destas reuniões e colaborava com as ações destes grupos e do movimento comunista como ele mesmo assume em vídeo.

FHC seguiu funcionando como uma espécie de agente subversivo na célula. Agia nos bastidores do golpe comunista no Brasil, participando ativamente de reuniões secretas nos aparelhos comunistas do PCB (Partido Comunista do Brasil).

A mente maligna buscou uma posição de liderança intelectual na esquerda, exercendo fascínio entre os aliciados nas universidades e escolas públicas.

Gente de mente fraca mas de bom coração, vindas de camadas mais pobres da sociedade que acabaram usadas como instrumento de uma revolução fracassada. Muitos morreram em julgamentos sumários executados pelo tribunal do comunismo, os “justiçamentos”, ou morriam em combates violentos com a polícia nas ruas

A subversão comunista entre os jovens

Esse “camaradas” eram recrutados por aliciadores covardes.Eram facilmente dominados pela retórica doce marxista. FHC acreditava ser um grande intelectual em relação aos jovens, usados, naquela época, como massa de manobra pelos subversivos comunistas.

A imagem que a mente maligna construía nos bastidores era, na época, a de um opositor de Lula. A estratégia consistia em investir na retórica de que Lula era um homem sem credibilidade, um pobre, apedeuta, revoltado com seu destino de retirante semi-analfabeto, sem educação, sem personalidade e portanto, gente fácil de manipular.

FHC sempre usou Lula como instrumento de seus planos, e de suas investidas políticas. Lula era um sindicalista que virou alcaguete dos militares e posteriormente, garoto de recado do DOPS, prestando serviços de informação sobre movimentos sindicalistas.

Lula era sem dúvida, um homem fácil de se dominar. Dominado facilmente por ambições típicas de um mau caráter. Basta ver seus problemas com seu apartamento no Guarujá e seu sítio em Atibaia .

Apesar de ser um idiota-útil para a mente maligna de FHC, Lula tinha nas mãos o controle dos sindicatos, da grande classe operária, um dos focos de subversão de qualquer socialista inescrupuloso que almeja um golpe comunista.

Foi através de FHC que Lula se envolveu com gente da pesada como Fidel Castro, José Dirceu, José Serra, Sérgio Motta, Franklin Martins, Luiz Gushiken, Genoíno e outros bandidos. Eles saíam do anonimato e do exílio, anistiados pelos militares “malvados e perversos”. Lula somente se tornou o bandido que é, depois de conhecer e andar com o seu mestre e guru.

A subversão comunista, o Pacto de Princeton e a fundação do PT

Lula fundou o PT e por pouco o FHC não fez parte do Partido dos Trabalhadores.

Preferiu se juntar ao pessoal do MR-8, grupo terrorista que fundou o PMDB. Até hoje eles mantêm uma célula revolucionária dentro do partido de Renan Calheiros, José Sarney e demais caciques. Muitos brasileiros não sabem disso.

Em 1993, Lula foi convidado por FHC a viajar para os EUA, mais precisamente para Princeton, para integrar uma organização globalista bancada por bilionários excêntricos como George Soros .

O Diálogo Interamericano é uma organização que pretende fundamentar o socialismo em todo o planeta.

Lula estava comprometido com Fidel Castro e com o seu Foro de SP e não aceitou o convite de FHC, mas ambos aproveitaram o encontro para firmarem um pacto que uniria os ideais de ambas as organizações.

Este episódio ficou conhecido como o “O Pacto de Princenton”.

O pacto compreendia diversas metas de implementação do socialismo na América do Sul, como a desmilitarização, o desarmamento, o sucateamento e a demonização das Forças Armadas, a implementação do racismo e do gaysismo, a disseminação do marxismo cultural no ensino e na cultura, a destruição das religiões, a liberação de drogas, o aborto, a destruição do conservadorismo, da família e principalmente da direita política no Brasil.

FHC e Lula firmaram o compromisso de promoverem a proliferação de partidos de esquerda com a participação de ex-terroristas e comunistas revolucionários dos anos 60, que deveriam ser engajados na política e na administração pública do Estado.

Era gente escolhida à dedo, e que participou da luta armada, de sequestros, assaltos e assassinatos encomendados. Foi neste período que vários ex-terroristas passaram a trabalhar no Estado e para o Estado.

Dilma: uma das beneficiadas pela anistia e pela subversão comunista

Dilma foi beneficiada com políticas firmadas pelos pactos da esquerda. Trabalhou na administração pública até se engajar no PT.

FHC e Lula também se prontificaram a pagar indenizações para seus camaradas de guerrilha urbana e para assassinos terroristas do porte de Carlos Lamarca e Marighella.

Era uma manobra sórdida da esquerda para humilhar militares e promover seus bandidos terroristas ao panteão de heróis da Nação.

Em 1994, FHC saiu do governo de Itamar Franco para se candidatar ao cargo de Presidente da República pelo PSDB.

Estava tudo armado: simpatia de um partido relativamente novo, disputa pelo cargo de presidente, apoio e financiamentos internacionais e um plano socialista pronto para ser executado.

Nascia, ali, a grande conspiração para a implementação de uma ditadura socialista, disfarçada de “social democracia”.

A subversão comunista e o globalismo

Por trás de FHC sempre estiveram os globalistas. A social democracia, que nasceu dentro da revolução russa num comitê soviético, não passa de mais uma máscara para encobrir o marxismo.

A palavra democracia confunde desavisados. Muitos acabam pensando que a “social democracia” representa liberdade e democracia por ignorarem ser, a mentira sistemática, o principal método comunista.

Os socialistas usam o termo democracia para confundir e designar a implantação desse regime de escravidão dissimulada sem o uso da força ou de uma revolução armada.

Usam a democracia manipulando eleições e controlando os direitos civis e de propriedade, aliadas a implementação de doutrinas gramscistas que, pouco à pouco, vão sedando a sociedade.

Eles querem alcançar um regime ditatorial, como vemos na Venezuela. Análogo a parábola do sapo que é colocado na água e cozido lentamente sem saltar da panela.

De democracia, a “social democracia” não tem nada: é puro golpe. Como o marxismo, é pura mentira. Todo comunista é, ou um psicopata desumano usando mentiras para alcançar o poder, ou um pateta semi-acéfalo incapaz de perceber que tudo não passa de utopia.

A doutrina socialista parte de um pressuposto falso, e contraria a natureza,  que está atrelada à competitividade e a evolução.

A subversão comunista consiste em chamar comunismo de democracia

O PSDB iniciou um plano de criar uma ditadura socialista disfarçada de social democracia. Primeiro destruiu a direita na política, criou um pluripartidarismo exacerbado e divisionista, orientando os seus camaradas comunistas a deixarem os seus partidos de origem e fundarem outros com ideologias de esquerda. Quanto mais confuso, melhor.

Nasceram dezenas de partidos de esquerda. Isso ilude o povo brasileiro que acredita ter opções, contudo, está votando em uma única ideologia.

Todas orbitam o PSDB  e o PT que, apesar de não estarem mais no poder em Brasília, são quem controla todo o jogo nos bastidores e que ainda possuem nas mãos as militâncias mais atuantes.

Por isso, apesar da manifesta ilegalidade do processo eleitoral com apuração secreta, o candidato do PSDB correu em cumprimentar a candidata do PT a fim de não discutir desconfianças.

A subversão comunista e a ilusão de que temos opção

O eleitorado é obrigado à votar na esquerda. Até pode votar em um candidato humanista, contudo, os votos ficam para o partido de esquerda, os quais, em função das polpudas verbas de campanha, serão os mais votados nesse sistema de lei eleitoral injusto.

O sistema eleitoral foi concebido para que o establishment prevaleça mantendo o status quo.

Democracia pressupõe que o povo possa escolher entre partidos ideologicamente diferentes e não entre diversos tons do mesmo vermelho.

Dessa forma o povo teria a opção de escolher democraticamente em que ideologia quer votar.

No Brasil impera a ditadura do voto na esquerda. Além de obrigar o povo a votar, no claro intuito de validar a manutenção do controle sobre a prole de idiotas úteis, o governo terrorista do crime organizado não dá opções, obriga os manipulados à votarem nas facções de quadrilhas de terroristas e de bandidos da esquerda.

A subversão comunista na educação do século 21

Durante os mandatos do FHC, testemunhamos a abolição matérias importantes no ensino público, tais como, Moral e Cívica, aulas de música, latim, e de organização social e política brasileira (OSPB).

FHC desmanchou o sistema, idiotizando milhões de crianças e jovens adolescentes dependentes do lixo cultural centralizado do MEC comunizado pela turma do PSDB.

Ele também acabou com o ensino técnico, que era um dos melhores do mundo, e passou a ser medíocre.

O governo do FHC instituiu cartilhas marxistas e transformou o ensino público em um lixo de perversidades. O objetivo sempre foi manter o povo na maior ignorância, doutriná-los para o marxismo e manter o controle.

A subversão comunista nas artes

Ao mesmo tempo, a infame Lei Rouanet financiou milhares de filmes, peças teatrais, programas e eventos marxistas. Filmes de esquerda que demonizavam os militares, peças teatrais disseminavam o gramscismo e o marxismo e até as novelas foram manipuladas para persuadir a sociedade à idiotização e destruir a cultura da sabedoria.

Através de novelas escritas por comunistas escolhidos à dedo o conservadorismo foi destruído e os conceitos morais da família paulatinamente abolidos pela marginalização dos exemplos no horário nobre.

A infiltração do gramscismo, a doutrina do controle e da lavagem cerebral espalharam-se por todo o Brasil.

FHC, apesar de tido como “salvador do Brasil e “pai do plano real” não passa de um engodo e de uma propaganda, como todo o comunista.

Lula espelhou-se na personalidade do mesmo. Até o próprio FHC afirmou em tom de deboche: “Lula quer ser eu, não tem personalidade” à Folha de São Paulo.

A subversão comunista e a submissão de partidos nacionais a entidades internacionais

Membro emérito do Diálogo Interamericano, FHC é bancado pela Open Society. Esta organização pertence à George Soros, o bilionário que financia partidos e ”cria” líderes para disseminarem políticas de “liberação” de drogas, dissolução da família e toda sorte de vícios.

Alguns dos maiores cartéis de drogas do mundo têm interesse nessas políticas de liberação de drogas. O primeiro passo é a liberação da maconha no Brasil, pauta defendida abertamente por FHC.

Daí a Lei de drogas permitindo o uso e o transporte de drogas entre usuários. Daí a imensa quantidade de pistas e aeroportos clandestinos construídos e espalhados pelos quatro cantos do país. Daí a lei seca para fomentar o consumo de drogas, criminalizando qualquer quantidade, por menor que seja, de álcool.

Antes do PSDB locupletar-se do poder, haviam poucas pistas clandestinas no Brasil. A maior parte foi fechada e destruída pelos militares. Após a chegada dos tucanos socialistas fabianos no poder, muitas outras foram construídas. Já fazem parte do dia à dia do transporte de drogas e de armas, abastecendo as bocas de fumo pelo Brasil e alimentando os viciados.

A subversão comunista e o narcocomunismo

As grandes facções de narcotraficantes utilizam milícias e o tráfico para controlar as comunidades. O governo federal não faz nada para impedir. Pelo contrário: incentiva, dando “bolsas sociais” para os viciados continuarem comprando drogas e até para os traficantes que, formalmente, estão desempregados.

O Brasil é o maior consumidor de cocaína do mundo. Nunca houve tanta droga no país como durante a gestão dos comunistas. Daí o aumento da criminalidade, da violência, do abuso sexual, das agressões familiares, da destruição social, do caos e da baderna.

Graças às esquerdas do PSDB e do PT, o Brasil se tornou um país onde impera a violência, o consumo e o tráfico de drogas. As favelas proliferam em buracos, viadutos e terrenos abandonados. A miséria está em todos os lugares e impera a desordem, a prostituição, o vandalismo e o desrespeito.

O socialismo institucionalizou a impunidade, acelerou o crime organizado, financiou o gaysismo e patrocinou o racismo. Indenizou bandidos e terroristas, demonizou as Forças Armadas, sucateou o Estado, a saúde, a educação, o saneamento básico, os transportes públicos, e megasuperfaturaram obras de infra estrutura inacabadas para roubarem o país.

A subversão comunista e o café-com-leite tucanopetista

Tucanos e petistas fizeram um pacto pelo revezamento no poder. A famosa tática comunistas conhecida como a “Estratégia das Tesouras” de Lênin.

O PSDB esteve 8 anos no governo federal e abriu as portas para uma ditadura do socialismo no país.

Graças ao PSDB, o PT pôde generalizar as políticas socialistas e implantar o decreto comunista de número 8.243. Nunca houve oposição do PSDB ao PT e vice e versa. Há um teatro encenado de briguinhas políticas visando ao interesse incomum de preservarem o status-quo.

Nunca houve uma oposição ao golpe de Estado, às roubalheiras, aos escândalos de corrupção e aos projetos de destruição do país, descritos acima.

O PSDB e o PT alternaram o poder em Brasília e em São Paulo de forma parecida com que mineiros e paulistas alternavam o poder na República Velha.

O PSDB foi “fraudado” pelas urnas eletrônicas trazidas da venezuelana Smartmatic pelo próprio PSDB para perpetuar as esquerdas no poder.

A subversão comunista e a ilusão de eleições democráticas

Jamais um partido de conservador ganhará uma eleição neste país com urnas sendo controladas de dentro de uma “sala cofre”. De onde o ex-advogado do PT, ministro Dias Toffoli, se trancou para controlar o resultado das eleições numa “apuração secreta”.

Pura esculhambação com o povo sendo manipulado por essa elite vermelha. Esse é o sistema vil, desigual, controlador e entorpecedor de uma grande massa de alienados.

Sabe porquê o PSDB perdeu as eleições? Porque assim como FHC precisou de mais 4 anos de poder para terminar o processo da “socialização” do regime no Brasil, o PT precisava de mais 4 para terminar o processo de “comunização” do país.

Por isso o FHC defendeu Dilma até o limite do possível. Por isso ele defende a integridade das urnas, defende até a derrota de seu candidato. Por isso tucanos pedem a cabeça de tucanos por quererem uma auditoria nas urnas.

Por isso vimos tucanos combatendo tucanos por pedirem o impeachment de Dilma Rousseff. Por isso vimos Aécio apático e conformado com a derrota. Por isso fomos testemunhas de um pedido, sem vontade e contrariado, por parte dos perdedores das eleições para uma auditoria das urnas eletrônicas.

Esse tipo de descomprometimento com país e com a democracia torna as pessoas como verdadeiros idiotas úteis: massa de manobra. Mesmo assim muitos ficam chocados com a realidade e ficam ofendidos com o apelido carinhoso dado por Yuri Bezmenov. Mas é a triste realidade. Veja o vídeo abaixo.

A subversão comunista e o neoliberalismo

FHC é conhecido pelo Plano Real e pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas, convenhamos, se a Lei de Responsabilidade Fiscal fosse devidamente aplicada, haveria a necessidade da PEC do Teto?

Esse é o ponto: comunistas quando inventam leis que limitam gastos, fazem de tal maneira que isso possa ser subvertido. Dilma simplesmente desencanou da Lei de Responsabilidade Fiscal, a descumpriu e sofreu o impeachment apenas muito depois de já ter quebrado o erário e rompido o orçamento.

FHC, o suposto autor da Lei de Responsabilidade Fiscal, ainda foi contrário ao impeachment. Isso não faz o menor sentido. Parte do PSDB também queria ser contrária à PEC do Teto. Por que será?

O fato é que a PEC 241 foi aprovada na Câmara hoje e irá para o Senado. O Brasil vai impor limites aos seus governantes, restringindo os seus gastos e trabalhando para termos um estado mais liberal e responsável.

Isso significa que temos que gastar menos. E também que precisamos punir os envolvidos na Lava Jato. Sobretudo os envolvidos que ainda possuem muito poder, como Renan Calheiros.

E FHC merece cair no ostracismo da história. Sobretudo porque, recentemente, pediu para PT e PSDB se unirem para lutar contra o avanço do conservadorismo. Agora é tarde, FHC. O que vai avançar no Brasil é exatamente o estado delimitado pelo povo. E isso é exatamente o que você não quer.

 

One Reply to “A subversão comunista no Brasil”

  1. […] terrorismo em Brasília hoje ocorreu devido ao fato de que o Foro de São Paulo perdeu muito poder nos últimos anos. Paraguai primeiro, depois Argentina e Brasil, assistiram à […]

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