Diretor do Wikileaks morre de causas misteriosas

Diretor do Wikileaks aparece morto em causas misteriosas.

Diretor do Wikileaks morreu de forma misteriosa ontem, dia 23 de outubro de 2016, conforme tweet do próprio Wikileaks que você pode conferir abaixo

O Wikileaks é um portal famoso por obter informações secretas e divulgá-las na internet, proporcionando grandes furos jornalísticos e ajudando na investigação de governos.

Wikileaks ficou conhecido no caso do vazamento de telegramas diplomáticos americanos. Ficou comprovado que americanos espionavam Dilma e a Petrobrás por motivos geopolíticos.

Na ocasião, Dilma deixou de ir aos Estados Unidos em retaliação à espionagem. Tal espionagem também ajudou a Lava Jato com dados sobre Pasadena também.

Nos últimos meses, o Wikileaks, aparentemente, vinha contando com a ajuda de colaboradores secretos de dentro do partido democrata. No entanto, um deles teria morrido de causa misteriosa.

Julian Assange, fundador do Wikileaks, fez um vídeo onde manda um recado indireto reconhecendo a morte como sendo a morte de uma fonte do Wikileaks.

Morte do diretor do Wikileaks não foi a única este ano

Seth Rich morreu num suposto “assalto”. Porém todos os seus pertences foram encontrados com ele. Ele era uma fonte de Julian Assange e isso fica implícito quando ele comenta essa morte.

A morte do diretor do Wikileaks em pleno dia 23 de outubro vem justamente quando Wikileaks promete uma divulgação estarrecedora sobre Hillary Clinton. Algo que pode indiciá-la num processo.

O fundador, Julian Assange, está ainda preso e sem internet na embaixada do Equador. Hackers do grupo Anonymous estão neste momento pedindo prova de vida de Assange.

Ataques que derrubaram a internet nos últimos dias teriam sido feitos por hackers em retaliação à censura da internet de Assange, que vive asilado na embaixada do Equador em Londres.

Comentaristas brasileiros de nossa confiança, como Stephen Kanitz, estão estarrecidos com o processo de corrupção moral e ideológica em andamento nos Estados Unidos por parte dos Democratas.

Veja o comentário de Stephen Kanitz abaixo:

 

 

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