Não assassinarás: o sexto mandamento

Não assassinarás: governante cometem fratricídio contra o próprio povo

Não assassinarás é o sexto mandamento do antigo testamento. O que une judeus, cristãos e muçulmanos seriam os 10 mandamentos. Leis eternas, imutáveis e presentes em vários países democráticos, que se inspiram nesse conjunto de leis para compor as leis mais importantes de um país.

O sexto mandamento é normalmente traduzido como “Não matarás”. Porém essa não é a maneira correta de traduzi-lo.

Em hebraico, o mandamento utiliza a palavra ratzach, que significa assassinar. Assassinar significa tirar uma vida humana de forma ilegal ou imoral. E esse tem sido um dos mandamentos mais desobedecidos em nosso país, onde vidas são interrompidas por incompetência ou violência deliberada.

Com mais de 50 mil homicídios por ano, sendo 44.861 cometidos por arma de fogo em 2014 de acordo com o Mapa da Violência de 2016, o Brasil anda em clima de guerra civil.

Somando-se ainda às mortes por falta de leitos em hospital, morte por ignorância e falta de educação e mais tantas outras mortes deliberadas e até mesmo planejadas por governantes despreocupados com as leis divinas, muita gente anda assassinando pessoas. Principalmente os governos de esquerda na América Latina.

Não assassinarás e a Venezuela: o governo e a população assassina

Quando um governo socialista se reconhece como tal, a primeira coisa a fazer é obliterar os outros poderes. Num país socialista, como a Venezuela de agora, as leis, parlamentos e a democracia podem ser revogadas com a ordem dos comandantes.

O povo venezuelano conseguiu assinaturas para obter um referendo revocatório, algo que a constituição prevê como o caminho para tirar os socialistas do poder. Porém, Nicolás Maduro, que já tem assassinando o próprio povo de fome, doente, com milícias e pelo crime, declarou de vez que a Venezuela deixou de ser uma democracia.

O que é pior, o governo venezuelano pretende perseguir todo mundo que assinou o pedido de referendo.

Porém, o referendo foi cancelado e as eleições deste ano foram adiadas para 2017. Isso ocorre porque Nicolás Maduro sabe que a derrota nas urnas seria acachapante, similar à experimentada por Haddad diante de Dória em São Paulo. Reportagem da IstoÉ dá conta do seguinte:

A crise econômica marcou as eleições legislativas de 6 de dezembro, quando o chavismo sofreu seu pior revés em 17 anos de governo, ao perder de forma esmagadura o controle da Assembleia Nacional.

A coalizão Mesa da Unidade Democrática (MUD) saiu, então, em busca de um mecanismo para tirar Maduro do poder, escolhendo o referendo; enquanto via diminuir seus poderes legislativos por decisões do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que anulou praticamente todas as suas decisões.

Em 20 de outubro de 2016, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) – acusado pela MUD de servir ao chavismo – suspendeu o processo assim que tribunais de vários estados tornaram sem efeito, alegando “fraude”, a coleta de assinaturas com as quais solicitou-se a consulta em meados deste ano.

A medida foi tomada quando a MUD se preparava para coletar, na próxima semana, outros quatro milhões de assinaturas necessárias para convocar eleições. Mas a suspensão do processo o deixou à beira da sepultura.

Aguardamos ansiosamente que Maduro consiga assassinar a si mesmo politicamente falando. Jamais vimos um governante utilizar tanto o nome de um maçom, como Simón Bolívar, para defender um governo baseado na tirania, na ignorância e no erro.

Governos cometem o crime do “não assassinarás” aqui e alhures

Com os assassinatos do próprio povo venezuelano, ele se junta à lista de tiranos que mataram pessoas do próprio povo.

Seja por racismo, classismo ou qualquer que seja a justificativa, não há, de verdade, justificativa para o assassinato.

Porém, o governante que sabe que há gente morrendo de fome, morrendo nos hospitais e que não destrói a sua soberba para não perder poder é um dos assassinos mais perigosos.

No Brasil não é diferente. Analise a foto abaixo.

Não assassinarás: governante cometem fratricídio contra o próprio povo
Não assassinarás: como governantes desobedecem esse mandamento deliberadamente e disfarçadamente. Nessa foto, Lula manda um recado para os narcotraficantes da América Latina ao vestir um colar de folhas de coca.

Lula passou um recado claro para os narcocomunistas da América Latina ao vestir essas folhas de coca, conforme o professor Ricardo Vélez Rodríguez publicou no Estadão em seu artigo “PCC, o cartal do ‘Narcosul’“. O resultado, sabemos bem, é ainda mais mortes. Que já  vêm ocorrendo em Tijuana, Caracas, Rio de Janeiro, na fronteira do Brasil com a Bolívia e tantos outros lugares.

O empurrão inicial dado pelo brizolismo ao narcotráfico no Rio veio ser potencializado, em nível nacional, pelos 13 anos de populismo lulopetista, que simplesmente abriram as portas para o mercado de tóxicos no Brasil.

Lula, no palanque em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, com Evo Morales, no início do seu primeiro governo, ostentando no peito um colar feito de folhas de coca: foi essa a imagem que percorreu o mundo do narconegócio, indicando o ‘liberou geral’ dos petistas para a produção e a distribuição das drogas.

Rapidamente o Brasil viu aumentar de forma fantástica a entrada de pasta-base de coca boliviana. O cocalero Evo Morales não fez por menos: ao longo dos governos petistas, simplesmente duplicou a extensão que os bolivianos dedicavam ao cultivo da folha de coca, a fim de destinar a maior parte da produção ao mercado de tóxicos brasileiro.

Resultado: viramos mercado para a droga, ao mesmo tempo que nos firmamos como corredor de exportação de narcóticos para a Europa

Nos últimos anos vimos morrendo diversos artistas de overdose. A cracolândia começou a se expandir em diversas cidades do Brasil. Se há alguma relação óbvia entre comunismo e narcotráfico, era as FARC. As demais, por mais que não sejam tão óbvias, ainda assim existem.

Não assassinarás e o Brasil

Sob o PT, o PCC e o Comando Vermelho deixaram de ser gangues locais e tornaram-se organizações criminosas internacionais. Nesse momento há uma guerra entre PCC e CV que, inclusive, pode chegar às ruas brasileiras, conforme reportagem da revista Exame.

Muitos governantes já sabem disso. Alguns atuam de um lado. Outros políticos certamente atuam do outro. O resultado óbvio serão ainda mais assassinatos.

O PCC se tornou uma grande empresa do tráfico. E isso não ocorre por acaso. É um grande plano para subverter a moral do Brasil. Transformando assassinato em algo banal, os jornalistas sempre dizem para as pessoas jamais reagirem e não se defenderem. Isso abre espaço para que os criminosos se sintam ainda mais poderosos.

Ideologias terroristas e governos assassinos são amigos de Lula

E Lula fez questão de deixar claro, mais de uma vez, quem são os seus aliados: Irã, Angola, Venezuela e Cuba. Apenas países com regimes nada democráticos.

Avizinha-se mais dois escândalos após a Lava Jato. O primeiro está relacionado à Copa do Mundo, pois Lula pode ter ganho o estádio do Corinthians como um presente da Odebrecht. E você acha que foi só um sítio e um triplex.

O outro escândalo dá conta de dinheiro do governo brasileiro sendo desviado para regimes e grupos extremistas no exterior.

Diante desses fatos, você pode estar sendo cúmplice de assassinato aqui e em vários países. E não queremos, jamais, sermos cúmplices de tanto sangue derramado.

Não assassinarás e os políticos brasileiros

O maior escândalo de assassinato envolvendo políticos brasileiros ainda é o caso de Celso Daniel. Suas ligações com Lula e a política do PT no ABC ainda é obscura. A Lava Jato tenta desvendar, dentre outras coisas, porque tantas pessoas ligadas ao caso já morreram.

Já são muitas testemunhas mortas nesse caso. E ele é emblemático, pois se trata de um assassinato envolvendo um partido político que tem, em muitos de seus fundadores, o histórico de “justiçamento” e de “tribunais revolucionários”. Teria sido Celso Daniel vítima de um desses?

A legítima defesa não desobedece o sexto mandamento

Parece absolutamente justo matar alguém em legítima defesa. Isso não é assassinato, pois não foi deliberado, tampouco é ilegal ou imoral. Trata-se de um tema que é necessário dizer.

Somos a favor da Lei do Armamento, pois queremos que os brasileiros possam se defender. Não apenas de criminosos, como também do governo, que pode se tornar tirano da noite para o dia em qualquer lugar do mundo.

A forma de evitar que um governo se torne tirano é fazê-lo ter medo do povo. Governo com medo do povo é democracia. Povo com medo do governo é tirania. E não podemos ser reféns de quem deveria nos servir.

Se formos servos dos supostos servidores, quem irá nos servir? Essa realidade está presente no Brasil e aparece quando se vai num hospital público e não há ninguém para atender uma emergência.

O estado assassina e massacra a população com a sua corrupção, seus vícios e a sua incompetência. Descumprem leis humanas e leis divinas. E nós temos muita fé de que, destas últimas, eles não escaparão impunes. Como esses dois do vídeo abaixo.

Como reduzir assassinatos?

A primeira coisa necessária para isso é reconhecer como ocorrem a maioria das mortes. A partir daí, identificar os responsáveis e puni-los severamente. Sem impunidade.

Há uma ideologia comunista ligada ao PCC, conforme esse post do Reinaldo Azevedo em seu blog na Veja.

Isso fica claro quando vamos estudar a cultura e as músicas que são usadas na organização criminosa. Eles usam o rap para poder espalhar uma ideologia homicida, fratricida. E fazem isso falando em “igualdade”. Isso é marxismo cultural. Isso é subversão por meio do enlouquecimento químico de nosso povo. Isso é assassinato e violência originada de governantes contra o próprio povo.

Se não acordarmos para a hora de termos fé, para a hora de erguermos nossa espada em nome das leis humanas e divinas, certamente estaremos em pecado assim como os grandes assassinatos. Permitir o assassinato é ser cúmplice. Estejamos com as nossas consciências tranquilas.

Que o Grande Arquiteto do Universo nos ilumine e proteja do narcocomunismo da América Latina.

Lembremo-nos do sexto mandamento e vamos agir para que os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade sejam a essência de nosso povo.

Para reduzir assassinatos, portanto, é preciso lutar contra os ideais de algumas pessoas de que assassinato é poder. É preciso trazer luz a esses seres trevosos, antes que eles se tornem psicopatas antissociais perigosos. Isto seria um caminho sem volta.

É importante levar a mensagem do sexto mandamento: não assassinarás. Ë uma forma de deixar claro que a punição das leis divinas ocorrerá e que, por isso mesmo, as leis humanas também podem funcionar. É preciso espalhar a mensagem de que o crime não compensa. Nem aqui, nem alhures.

Contra o foro privilegiado, que já protegeu assassinos

Vamos às ruas neste domingo, dia 23/10/2016, contra o foro privilegiado, pelas 10 medidas, pela prisão de Lula e de Renan Calheiros. E pela devida punição a todos os envolvidos no maior escândalo de corrupção da história.

Está na hora de começarmos a nos inspirar no que fizeram os venezuelanos em setembro desse ano: foram às ruas em massa para pedir a queda de um regime comunista. Aqui, Dilma não está mais no poder, mas os comunistas ainda mandam e desmandam por meio das organizações criminosas que controlam. Ainda retomaremos o controle de nosso país voltando às ruas de novo de verde e amarelo.

Em Brasília, aliás, o monumento da mão sangrando é um escárnio para a nossa nação. Damos o nosso sangue pelo país. Não é justo que sejamos assassinados por ideologias terroristas, por comunistas radicais, por bandidos violentos, por políticos corruptos, pela má gestão indiscriminada e pela falta de caridade no coração da elite burocrática — e sociopata — brasileira.

Mão-Niemeyer
Não podemos mais deixar governantes assassinarem o povo brasileiro. Na imagem, o sangue tem o formato da América Latina vermelha incluindo a ilha de Cuba, a América Central e o Caribe.

Trata-se de um escárnio ideológico termos uma mão esquerda aberta sangrando com um símbolo comunista tão óbvio em plena Brasília. Trata-se do plano da União das Repúblicas Socialistas da América Latina de Fidel Castro como obra de arte e símbolo. Jamais iremos permitir que esse projeto se concretize. Por isso vamos às ruas.

Os 10 mandamentos assassinos do PT

O PT publicou uma lista de 10 mandamentos para a sua militância. São mandamentos que, se seguidos à risca, acabariam levando à guerra civil e a mais assassinatos. Como quer Nicolás Maduro contra o povo que se manifesta nas ruas.

Veja os absurdos dos 10 mandamentos do PT, fique indignado, e vá para as ruas amanhã. É hora de mostrarmos força e diminuirmos a influência dos radicais comunistas do Brasil.

A direção do Partido dos Trabalhadores elaborou nesta sexta-feira (21), em São Paulo, os dez pontos que seus militantes devem seguir de agora em diante. O PT trata o governo do presidente Michel Temer como “usurpador”. Os pontos são os seguintes:

1) “união do partido aos movimentos sociais”;

2) “rejeitar a PEC 241 (teto dos gastos), promovida pelo governo usurpador”;

3) “aproveitar a rejeição ao governo Temer apontada em pesquisas para incentivar as palavras de ordem dos estudantes ‘ocupar e resistir’ país afora em protesto contra a ‘política autoritária, antipopular e antinacional do governo Temer’”;

4) “resistir à linha escolhida pelo governo usurpador para impor seus valores” via “campanha midiática-político-jurídica contra o PT”;

5) “denunciar os vazamentos seletivos, as prisões prolongadas, as delações premiadas, a inversão do ônus da prova, a supressão do habeas corpus e da presunção de inocência”;

6) “que a militância participe das manifestações ‘em defesa da democracia, do presidente Lula’ e do dia 11, quando haverá paralisação pelo país”;

7) “atuar em conjunto com as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo”;

8) “participar ativamente dos debates no Congresso nas discussões sobre o combate à corrupção (Câmara) e do abuso de autoridade (Senado)”;

9) “apoiar o debate de forma ‘solidária’ sobre a renovação do partido e seu congresso”;

e 10) “incentivar a militância a participar das campanhas no segundo turno”.

Vamos responder os vermelhos nas ruas! Eles serão tão poucos que ficarão vermelhos. Não de raiva, mas de vergonha.

 

 

2 Replies to “Não assassinarás: o sexto mandamento”

  1. O sexto mandamento nao diz nada a respeito de morte. Fala a respeito da castidade!

    1. Isso depende de cada tradução da bíblia e é explicado no primeiro vídeo da introdução da PragerU sobre o assunto. https://www.youtube.com/watch?v=3OlYvE8gwxc&list=PLeZEqTjcheIVuQtMEYgu_Lxpf6sKqGeME

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