Tenha fé no Brasil com o voto distrital

Tenha fé no Brasil

EDITORIAL

Brasil tem tudo para ser um país incrível. Só falta você ter fé no Brasil.

Recursos naturais, linguagem vibrante, povo corajoso e bravo, o Brasil só tem um defeito: governantes com sede de poder.

A fé em Deus, aliás, diminui a fé nos políticos. E ao diminuir a fé nos políticos, diminui-se o poder deles.

Porque o que dá o poder a eles é a fé que depositamos em suas promessas, por mais irrelevantes que sejam. A fé do eleitor é a conexão espiritual que dá o poder no momento em que eles assumem os seus cargos.

Porém, quando o eleitor deixa de ter fé no político, ele perde o poder em sua consciência, mas não perde na burocracia. Por isso muitos se aproveitam da burocracia para tentar arrecadar recursos que facilitem a permanência no poder. Tornam-se os vampiros da coisa pública, os destruidores da fé.

A falta de fé dos governantes refleta na falta de fé do Brasil

Não por acaso, Dilma mandou transformar uma antiga capela do planalto num escritório. A aversão à fé em Deus de Dilma era sintomática de sua personalidade doentia. Explica, afinal, a sua insanidade e incapacidade: a falta de fé corrói a alma e apresenta sintomas na linguagem  e na expressão.

Pois Deus preferia calá-la, mas ela insistia em falar. Por mais bobagens que dissesse, por mais que isso só fizesse o povo perde a fé que tinha por ela, ela continuou falando. Numa espiral, ou ainda, como numa queda do abismo, deixou-se levar pela aceleração da gravidade.

A gravidade do que Dilma fez, aliás, é o que nos mostra a importância da fé divina. Afinal, sentimo-nos menores quando assumimos a existência de um Grande Arquiteto do Universo. Por isso mesmo procuramos desempenhar o melhor de nós em nossas vidas, para tentarmos nos aproximar da perfeição divina.

O que nos couber, o que nos for possível, pela lógica implacável de que a beleza e a justiça sejam a fonte de toda a sabedoria da humanidade, iremos fazer. À medida que estiver nas nossas mãos a força e a fé de que construir paredes é o que vai nos manter protegidos, iremos, com convicção, erguer nossos braços para proteger as pessoas.

A melhor forma de proteger o Brasil hoje de seus usurpadores é, portanto, termos fé no Brasil e fé em Deus.

Tenha fé no Brasil: o Brasil precisa de você

A desconfiança do povo brasileiro em si mesmo é um equívoco. Não é porque alguns picaretas existam que todo o povo seja picareta. É necessário, sim, pensar em uma eleição mais representativa da realidade, e não uma democracia abstrata do voto geral.

Para termos mais fé no Brasil é preciso que confiemos no processo democrático. Urnas que imprimam o voto, eleições com apuração aberta e recontagem amostral seria a forma mais precisa e correta de termos conhecimento real sobre a preferência do povo.

O voto distrital gera uma melhor representação. Cada um vota em seu distrito, evitando, portanto, as distorções de políticos que jamais conhecemos, senão na propaganda. E evita a distorção de partidos, sobretudo dos partidos não ideológicos, cuja lista estará sujeita à decisão de caciques entricheirados no poder.

Queremos ter fé no Brasil. Não só em seu povo trabalhador, no povo que estuda ou novo que administra as empresas privadas. Queremos ter fé também na esfera pública. Para tanto, precisamos de líderes responsáveis que correspondam às nossas expectativas. Precisamos de um sistema político do qual possamos nos orgulhar.

O trabalho do maçom é sempre, em primeiro lugar, consigo mesmo. Em segundo, com a sua família. Em terceiro, com a pátria. E em quarto, com a humanidade.

A fé no Brasil: podemos ser melhores por nós mesmos

No Avança Brasil, nós, maçons, não nos furtamos de trabalhar nessas escalas, nessas quatro dimensões. Nesse momento, um Brasil mais democrático, mais republicano, mais federativo e mais independente do governo é o que restaurará a nossa fé do projeto do gigante desperto.

Por isso estamos trabalhando nas ruas, nas consciências, nas lições, nas casas, nas ideias, nos projetos, na política, nas leis e na pressão democrática que gera mudanças reais.

O que queremos, no fim, é um governo que seja delimitado pelo povo. O que queremos é que governantes tenham medo do povo. Pois quando o povo tem medo dos governantes, não há mais fé: o que há é o medo e a tirania.

Tenham medo, políticos.

Tenha fé, Brasil.

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