A Lava Jato está limpando o Brasil
Brasil Editorial

Lava Jato: limpando o Brasil

EDITORIAL

LAVA JATO: LIMPANDO O BRASIL

Antes da Lava Jato, o Brasil era como aquele carro sujo e deixado para enferrujar de um dono preguiçoso. Era um carro que funcionava, ainda que estivesse quase quebrando. O dono andava mais preocupado com outras coisas, a ponto de deixar o carro para lá. Não investiu o dinheiro que tinha em sua manutenção. Estava prestes a tornar-se uma sucata. A Lava Jato está limpando o Brasil.

A Lava Jato ainda não conseguiu reformar o carro totalmente, mas está em vias de. À medida que a investigação avança, percebemos que a lógica por trás dos investigadores é implacável.

Eles estão seguindo, sim, o dinheiro. Estão contando com delações, mas, mais do que palavras, andam decifrando códigos e apelidos em planilhas. Andam conferindo números e cruzando transações bancárias. Estão checando conexões telefônicas e em aplicativos de mensagens.

Os dados não mentem, por mais que depoimentos possam ser criativos. O ponto crucial a que chegamos é a delação de Emilio Odebrecht. Está ficando claro que Marcelo, um executivo racional, não tinha lidado com Lula. Foi Emilio, o seu pai, que agiu para negociar com Lula os grandes contratos da empreiteira.

A realidade que está surgindo disso é educativa para o brasileiro: quando um governo se escuda no povo que lhe dá apoio, o grande risco é que comece a agir desonestamente por se acreditar impune.

Lula deixou claro em sua declaração recente: acredita que o melhor juiz é a urna eleitoral. No caso das eleições municipais, Lula pode começar a ficar preocupado. Porque sem a legitimidade eleitoral, seu partido perdeu muito o poder que tinha, e Lula perdeu presunção de inocência que o poder político lhe garantia.

Não é pouco o que ele ainda tem: os restos de um apoio que um dia foi grande. Mas a Lava Jato não está preocupada apenas em prender o chefe. É preciso retirar o dinheiro que foi desviado por essa organização criminosa. É preciso, sobretudo, tirar deles a chance de que venham a ter poder político novamente.

Sabemos que em pleno século 21, os políticos possuem poder eleitoral apenas quando têm dinheiro para a máquina de divulgação de seus nomes. Suas marcas precisam ser vendidas no mercado, concorrendo com o carro, o arroz e a operadora de celular. Políticos que não consigam criar uma marca de si mesmos que seja vendável não terão mais poder eleitoral.

A marca de Lula se tornou uma marca frita. Lula está frito, e nada poderá mudar isso agora. Mesmo que venha a conseguir concorrer a presidente em 2018, o que acreditamos que a chance hoje é zero, seu futuro eleitoral estaria numa tentativa de seguir o Maluf, procurando um lugar como deputado federal e lá ficando buscando foro privilegiado para fugir.

Esse é, na verdade, o principal plano de Lula hoje: a estratégia Maluf. Fugir do país não dá mais. A única coisa que conseguirá fazer é tentar se escantear garantindo que o STF não faça com ele o que fez com o Cunha, tirando-lhe do poder e da liderança. Esse é um dos piores pesadelos que o Brasil tem no momento.

Porque o sonho do brasileiro é acordar num país onde não há impunidade, onde há medo de cometer crimes e onde o crime não compensa. Viver num país assim já daria a sensação de primeiro mundo, ainda que a miséria não estivesse resolvida. O próximo passo seria a educação do povo, alfabetizando e numerando o Brasileiro que anda sem conseguir fazer contas e sem conseguir interpretar textos.

A elite brasileira hoje é a que consegue ler esse texto inteiro sem perder a atenção. É essa a elite que irá continuar se manifestando nas ruas, apoiando a Lava Jato. Acreditamos que a operação final da Lava Jato está próxima. E já temos um nome em mente: Operação Cabeça da Hidra.

Sabemos que a Lava Jato está indo atrás dos tentáculos da hidra vermelha, buscando os crimes mais óbvios. Porém, ainda há muita coisa a desvendar. A ligação de políticos com o narcotráfico, a conexão da corrupção em governos estaduais e municipais, a dinheirama toda que deveria garantir a perpetuação do PT em Brasília e muito mais.

Tudo isso ainda virá à tona. Até lá, continuaremos pensando e informando você para que você possa ser defensor da Liberdade. Pois vamos todos juntos construir um estado liberal do qual possamos nos orgulhar, sem termos medo de sermos chamados de “neoliberais”. Muito melhor ser um liberal do que ser um tirano autoritário. É muito melhor defender a liberdade do que a escravidão. E é muito melhor pensar num país onde todos são iguais perante a lei do que pensar que existe uma elite vermelha impune dos principais crimes do país.

E essa elite ainda precisa punir outros tantos políticos que ainda estão eleitos. O trabalho está apenas começando. O desbaste ainda não terminou. E as ferramentas para lapidar essa jóia bruta que é o Brasil estão nas suas mãos. Vamos tornar esse país a joia rara que ele é. E só conseguiremos isso com mais liberdade, mais igualdade e mais fraternidade.

Acreditamos que seja importante, para que o nosso país avance, não apenas que o crime seja combatido, como também ideologias que estimulem o crime em nome de um projeto de poder sejam combatidas.

O comunismo, que tem como intuito a chegada ao poder, a dominação e a política de partido único é incompatível com a democracia. Estimulam o ódio entre as pessoas e a destruição das famílias.

Acreditamos que o comunismo é igual ou até mesmo pior que o nazismo ao perpetrar crimes em nome de um projeto político. Os crimes recentes do PT provam que essa ideologia é perigosa. Isso vai além da punição desses crimes. É necessário que pensemos no fim da ideologia, permitindo que sejamos finalmente livres.

Hoje, casar comunismo e nazismo é moeda corrente para qualquer intelecto civilizado. João Pereira Coutinho, em artigo para a Folha

#LiberdadeIgualdadeFraternidade #ComunismoIgualNazismo

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